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Carlos Alexandre Carneiro Vaz, morador do Distrito Federal, trabalha como zelador durante o dia e pizzaiolo à noite. Ele tem um sonho antigo: fazer faculdade de enfermagem. Para isso, vai fazer neste ano o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para tentar uma vaga no ensino superior.

“Isso já vem dos meus pais, que não conseguiram e tentaram que eu fizesse, mas não dei conta também quando era jovem, por que as oportunidades foram poucas. Mas agora surgiu essa oportunidade, e estou agarrando com unhas e dentes”, disse Carlos.

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Por ter estudado em escola pública e ter renda familiar per capita de menos de um salário mínimo e meio, ele já pediu a isenção da taxa de inscrição no Enem, que custa R$ 82. “Para mim ia ficar caro pagar essa taxa. Tenho três filhos, aí fica pesado”, diz.

O prazo para pedir a isenção da taxa de inscrição no Enem termina às 23h59 deste domingo (15), pelo horário de Brasília. O benefício pode ser solicitado na página do Enem.

O resultado da solicitação será divulgado no dia 23 de abril, e os candidatos que tiverem o pedido negado terão até o dia 29 de abril para apresentar recurso da decisão. Quem teve isenção concedida no ano passado e faltou aos dois dias de prova terá que justificar a ausência para ter a gratuidade novamente.

Mas atenção: o pedido de isenção não garante a inscrição no exame. Todos os interessados em fazer o Enem 2018, isentos ou não, também deverão fazer a inscrição entre os dias 7 e 18 de maio.

Quem tem direito à isenção:

- Quem está cursando a última série do ensino médio neste ano em escola da rede pública

- Quem cursou todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio

- Quem declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)

- Quem fez o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenha atingido a nota mínima

O pré-candidato a presidente do Brasil Guilherme Boulos (PSOL) parece estar mesmo disposto a defender Lula. O psolista fez uma convocação para uma campanha internacional com o objetivo de “denunciar” a prisão de o ex-presidente. Em Lisboa, nessa quinta-feira (12), o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) voltou a dizer que o líder petista foi preso sem provas. 

“Estamos vivendo a maior crise democrática desde o fim da ditadura no Brasil. O Lula está preso por razões políticas, condenado sem nenhuma prova. Isso tem de ser denunciado (...) o discurso, a denúncia, as campanhas que nós temos que realizar não podem ficar restritas a nenhuma fronteira e é por isso que hoje participei de mais um debate em Lisboa. Conversamos sobre a unidade pela democracia e os desafios para o Brasil”, ressaltou. 

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Em duas semanas, Boulos deve continuar viajando para outros países com o mesmo objetivo. Ele deve ir para a França e Inglaterra para falar sobre “a prisão arbitrária e política” de Lula. 

O pré-candidato já disse, na semana passada, que os movimentos sociais não vão assistir “passivamente” a prisão de Lula. Anteriormente, Boulos havia reforçado que o Judiciário está querendo definir a eleição no “tapetão”. “Não é possível admitir que uma condenação injusta seja tratada como natural. É preciso tomar as ruas e é nela que estaremos. É uma questão de saber estar do lado certo da história”, chegou a dizer. 

 

Uma onda de líderes de movimentos sociais como o do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, vem colocando os seus nomes para disputar um cargo na eleição deste ano. Mais um se soma aos pré-candidatos já postos: o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras. 

Em entrevista ao LeiaJá, o dirigente sindical contou que decidiu lançar seu nome porque falta um representante dos trabalhadores no Congresso Nacional. Muitos poderão duvidar, mas o dirigente garantiu que o único apoio que terá é da classe, dos movimentos sem terra e sem teto, e de outras entidades sociais em busca de conquistar a vaga. 

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“Vai ser dessa forma. O nosso apoio é único: do trabalhador. Você não vai ver nenhum banqueiro e nenhum empresário apoiando Carlos Veras para federal. Você vai ver trabalhador, líder comunitário, representantes das associações, movimento da igreja, grupo LGBT, e os movimentos sem terra e sem teto porque esse mandato será devido a eles”, afirmou antecipando a vitória nas urnas. 

Caso seja eleito deputado federal, o presidente da CUT-PE afirmou que o foco será a construção de uma agenda positiva para recuperar os direitos que, segundo ele, os trabalhadores perderam. “Nós estamos nesse processo da construção da candidatura a federal para que lá no Congresso Nacional a gente possa reverter todo esse processo de retrocesso”, salientou. 

 

 

O senador Renan Calheiros (MDB) também comentou os tiros que atingiram dois ônibus da caravana de Lula, na última terça-feira (27). O ex-aliado do presidente Michel Temer (MDB) disse que o ocorrido “envergonha” o Brasil. “Os atos de violência e sabotagem de fanáticos contra a caravana do Lula no Sul envergonham o Brasil”, criticou.

Calheiros falou, em vídeo publicado no seu facebook, que querem “caçar” a candidatura do ex-presidente de qualquer jeito e que falam até em morte. “Querem prender, perseguem a sua família, atacaram sua mulher até a morte e continuam inventando e espalhando mentiras. Agora já falam abertamente em matar, é ostensivo. O mais grave é que pessoas que deveriam ter responsabilidade com a democracia, com a paz social, fazem vista grossa e com isso incentivam a selvageria”.

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O parlamentar ressaltou que o nazismo começou da mesma forma. “A marca da bala no ônibus do Lula é um sinal de alerta. O que vira depois se nada for feito? Vai aparecer alguém querendo tocar fogo, o nazismo começou assim. É inaceitável, não tem cabimento esse clima de ameaça ao Lula ou a qualquer pessoa de família. O país não pode ficar refém dessa escalada de insensatez sem freio. Isso tem que parar”, frisou.

O senador, assim como outros defensores do petista, disse ainda que Lula foi condenado sem prova e, por isso, tem direito de ser candidato a presidente. “Lula precisa ter segurança para ir onde quiser, para falar ao povo, e defender as suas ideias. A liminar do Supremo reconheceu isso. Quem atacou a caravana com pedras, paus e tiros tem que ser enquadrado na lei e não bastam palavras e promessas. É preciso agir, a urna é para depositar esperança e não para despejar intolerância e ódio”, afirmou. 



Depois do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, e do presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras, lançarem seus nomes para disputarem um cargo na eleição de outubro, foi a vez de um dos líderes do polêmico Movimento Brasil Livre (MBL) colocar seu nome no pleito: Kim Kataguiri anunciou sua pré-candidatura a deputado federal pelo DEM de São Paulo. 

Kataguiri ficou bastante conhecido por ser um dos protagonistas nas articulações dos protestos a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Será a primeira vez que ele participa de uma eleição. O ativista, dono de discursos diretos, chegou a causar ao afirmar que a população brasileira deseja “o fim” de Lula. “O povo já decretou seu fim, Lula. O povo quer ver você na cadeia”, disparou em uma postagem em seu facebook. 

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Kim Kataguiri também polemizou ao, certa vez, publicar no seu Facebook uma foto com uma arma na Rocinha, no Rio de Janeiro. A repercussão foi ainda maior por ele ironizar ao usar um boné personalizado da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e uma blusa da  União da Juventude Socialista (UJS). Na postagem, ele escreveu: “Cansei de bater panela, agora vou fazer revolucion”. 

O dirigente disse que sua candidatura vai ser “na raça”. “Está lançada a nossa pré-campanha. Vamos precisar muito da ajuda de vocês. É a nossa primeira campanha e, diferente dos candidatos tradicionais, não temos apoio de dezenas de prefeitos e milhares de cabos eleitorais. Vai ser na raça. Há os que dizem que, dado o nosso alcance no Facebook, já estamos eleitos. Pura ilusão, like não é voto. Precisamos trabalhar, e muito”, ressaltou. 

O MBL, de acordo com ele, pretende lançar 20 candidatos a deputado federal por diversos partidos e o objetivo é alto: eleger, ao menos, 15.

Nesta terça-feira (27), mais um candidato a presidente da República foi confirmado. O dono da rede de lojas Riachuelo, o empresário Flávio Rocha, irá se filiar ao PRB para concorrer ao pleito em outubro deste ano. Rocha acertou a sua entrada na sigla após conversa com deputados federais e com o presidente do PRB, Marcos Pereira, que é bispo licenciado da Igreja Universal e ex-ministro da Indústria. O empresário, que era filiado ao PR, vai assinar a ficha de filiação ao PRB ainda nesta terça. 

O próprio Rocha, durante o acordo, teria revelado sua disposição em financiar a sua campanha, já que a legenda afirmou não dispor de recursos do fundo eleitoral para bancar uma candidatura presidencial. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, a família do empresário tem um patrimônio que gira em torno de uma fortuna de R$ 1,3 bilhão. 

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Flávio Rocha é evangélico e deve adotar, caso seja concretizado a candidatura, uma campanha com um norte mais conservador. Ele também é ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), que foi a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. 

Na última sexta-feira (23), Flávio comunicou que vai deixar a diretoria da Guararapes Confecções, grupo que administra a Riachuelo. Ele fica no cargo até o término de se mandato, no final de abril. 

Em clima de defesa do ex-presidente Lula, o diretório estadual do PT em São Paulo definiu sua chapa paulista para as eleições. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo e presidente estadual do PT, Luiz Marinho, se firmou como pré-candidato petista ao governo ao derrotar o ex-prefeito de Guarulhos Elói Pietá por 660 votos (79%) contra 175 (21%). O quórum foi menor do que os de 1.200 delegados esperados inicialmente.

O vereador Eduardo Suplicy foi aclamado candidato a uma das duas vagas do partido para disputa no Senado. A segunda será usada para fechar aliança com outra sigla. Se não houver composição que exija a vaga, Jilmar Tatto, ex-secretário municipal de Transportes, entra na disputa. Ele derrotou a vereadora Juliana Cardoso, com 489 votos (58%) contra 350 (42%).

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Palavras de ordem em favor de Lula permearam o evento. Marinho falou da "defesa intransigente de Lula livre" e convocou a militância a protestar no dia 3 de abril, véspera do julgamento do mérito do habeas corpus impetrado pela defesa do petista no Supremo Tribunal Federal. No dia 2, haverá manifestações no Rio e, no dia 4, em Brasília.

O PT de São Paulo ainda não se coligou a outra sigla. Se não fechar alianças, calcula que terá pouco mais de um minuto do tempo de TV dedicado às campanhas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

As chances de que o presidente Michel Temer (MDB) concorra à reeleição em outubro próximo voltou a ganhar peso. De acordo com o jornal O Globo, em reportagem publicada nesta segunda-feira (19), o medebista teria começado a admitir em conversas reservadas que poderá ser o candidato do governo em outubro, caso os nomes vinculados ao seu campo político não vingue nas pesquisas. 

Segundo a matéria do O Globo, um interlocutor relatou que Temer afirmou que quanto mais candidatos a base tiver, melhor. "Mais à frente, o governo terá que escolher o que estiver mais bem posicionado. Se não for ele próprio, ele apoiará outro”, chegou a dizer a fonte que não teve o nome revelado. De acordo com auxiliares, Temer era “candidatíssimo” até a semana passada, mas o assunto foi abafado após a morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL).

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Pelo visto, Michel Temer pouco está se importando com o título indesejável que ganhou recentemente. Em outubro do anos passado, ele foi considerado o presidente mais rejeitado do mundo aparecendo atrás, na avaliação do grupo Eurasia, especializado em análise de risco para investidores, até do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro. 

Recentemente, durante uma entrevista, o presidente negou que a medida de decretar intervenção federal na área da segurança pública no Rio de Janeiro teria cunho eleitoreiro. “A intervenção na segurança do Rio é uma jogada de mestre, mas nada eleitoral. Eu sou candidato a fazer um bom governo”, desconversou. 

Considerado homofóbico por uma grande parcela dos opositores, o pré-candidato da presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez uma declaração durante entrevista à TV Estadão que muito deve repercutir. Bolsonaro garantiu que, na eleição de outubro, a maioria dos homossexuais irão votar nele. “A maioria dos homossexuais vota em mim hoje em dia, acredite se quiser”, disse com convicção. 

Bolsonaro falou que não tem nada contra os homossexuais. “A questão LGBT eu tenho a minha posição. A minha posição é o material escolar, que eu sou contra, o resto vão ser felizes”, declarou afirmando, no entanto, que os movimentos LGBT são uma minoria que querem ganhar dinheiro por meio do tema. 

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O presidenciável ressaltou que todas as pessoas são iguais. “Se eu der um tiro em você só porque você é torcedora de tal time de futebol, além de eu ter que responder pelo crime de homicídio, eu tenho que ter uma circunstância agravante, que é o motivo fútil. Você brigar com um cara só porque é homossexual, você vai responder por lesão corporal e mais um agravante por ser homossexual. Nada além disso, no resto somos iguais”. 

Disse também que, atualmente, o “politicamente correto” virou uma doença no meio da classe política. “Eles não se posicionam no tocante a nada. Eu sou diferente de todos eles. Se for colocar questão de ideologia de gênero, armamento, política externa, combate à violência, defesa dos valores familiares, eles são ou antagonistas meus ou se calam”. 

Bolsonaro ainda garantiu que não tem obsessão em ser presidente do Brasil. “Quem vai decidir se eu vou estar lá ou não vai ser o povo brasileiro. Se eu for fazer a mesma coisa que os outros, procurar aliança, procurar recursos e com alianças ganhar tempo de televisão, eu estaria me igualando aos demais pré-candidatos que tem alguma chance no momento”. 

A morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson tem gerado grande comoção e repercussão nesta quinta-feira (15). O pré-candidato a presidente do Brasil, Guilherme Boulos (PSOL), também falou sobre o assunto afirmando que não há dúvidas de que foi uma execução e ressaltou que o momento é de muita dor “para quem luta”. 

“Dor ainda maior para quem conheceu Marielle. Imagino a de quem convivia diariamente com ela. Uma guerreira que deixará saudades. E deixará também inspiração. Não há dúvidas de que foi uma execução, um crime político”, declarou o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST).

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Boulos falou que Marielle fazia da denúncia a execuções, como a da qual foi vítima, “o centro da sua valorosa militância”. “Os tiros que mataram Marielle e Anderson não podem ser esquecidos. Não podemos nos acovardar, não irão nos intimidar. Devemos nos encher de coragem para levar adiante a luta dela, a nossa luta”. 

Ele exigiu por justiça. “Não descansaremos enquanto não tivermos a resposta de quem matou Marielle. Isso não a trás de volta, mas mantém acesa a chama da sua luta. Marielle, guerreira, honraremos sua caminhada”, prometeu. 

A vereadora foi morta, na noite dessa quarta-feira (14), quando voltava de um evento sobre mulheres negras, na Lapa, no Rio de Janeiro. O motorista que a levava também foi morto. O crime ocorre poucos dias após Marielle denunciar, junto com o coletivo Papo Reto, a ação truculenta de policiais na Favela do Acari, Zona Norte do Rio, onde dois jovens foram mortos. 

Muitos foram pegos de surpresa quando a oposição ao governo Paulo Câmara anunciou, no início deste mês, que apenas um dos políticos que formam o grupo “Pernambuco Quer Mudar” será candidato a governador de Pernambuco. Nos bastidores da política, a pergunta que mais está sendo feita é quem será um dos maiores opositores de Paulo Câmara (PSB), que deve batalhar pela reeleição.

Entre os mais cotados do grupo, destaque para os senadores Armando Monteiro Neto (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (MDB), além dos ministros de Minas e Energia e da Educação, respectivamente, Fernando Filho (MDB) e Mendonça Filho (DEM). Um pouco mais distanciado, mas não descartado é o deputado federal Bruno Araújo (PSDB) que também tem o nome incluído no páreo. 

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Durante o último ato do “Pernambuco Quer Mudar”, em Caruaru, onde foi informado que do movimento sairia apenas um candidato, anúncio feito pela prefeita da cidade, Raquel Lyra (PSDB), duas dúvidas ficaram no ar. A primeira delas, na ordem do discurso do evento, onde geralmente é deixado por último o pronunciamento do “mais importante”, o último a falar entre os cotados foi Armando Monteiro abrindo até mesmo espaço para rumores de que seria uma sinalização sobre ser o escolhido. 

Vale lembrar que, em 2014, Paulo Câmara desbancou Armando se elegendo no primeiro turno com uma porcentagem de votos grande. O pessebista conquistou 68,08% dos votos válidos contra 31,07% do petebista. A oposição alega que a ajuda do ex-governador Eduardo Campos e a forte comoção que envolveu a campanha após a tragédia área que matou Campos, foram fatores para a vitória de Câmara. 

No entanto, Bezerra Coelho deu espaço para mais uma dúvida na ocasião. O medebista garantiu, durante seu discurso, que o grupo “vai ter um nome” do seu partido, mas não entrou em detalhes. Em entrevista ao LeiaJá, FBC não negou a empolgação em poder realizar o desejo antigo de se tornar governador. “Com certeza. Estou pronto, estou preparado e coloco o meu nome à disposição”, disse sem rodear. 

Outro que já foi posto como possível candidato é o filho de FBC, Fernando Filho. O senador já chegou a dizer, durante uma entrevista, que o auxiliar ministerial de Temer está pronto para a disputa. “É um quadro promissor. A alternativa de Fernando Filho disputar o governo existe”, avisou. 

Por sua vez, Fernando Filho de certa forma mostrou para o que veio ao entrar no grupo antagonista. Durante o ato, ele também detonou o governo Paulo Câmara afirmando que foi pior do que imaginou. Ele ainda usou um tom audacioso ao deixar um recado. “Vamos mostrar a esse governo que está aí com quantos votos se elege um governador”. 

O ministro Mendonça Filho também poderá ser escolhido. Ele afirmou estar animado com a possibilidade de disputar o governo de forma a “continuar ajudando a Pernambuco”. Mendoncinha ainda ressaltou que a escolha será feita analisando quem reúne as melhores condições para governar Pernambuco de forma a liderar o que chamou de “grande e amplo movimento político”. 

O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), Guilherme Boulos, será o candidato a presidente do Brasil pelo PSOL. A confirmação veio neste sábado (10). O resultado da Conferência Eleitoral Nacional da legenda foi expressiva para Boulos. Ele recebeu 80 votos dos delegados e terá como vice, Sônia Guajajara, líder nacional indígena do Maranhão, que obteve 123 votos. 

No seu discurso, Boulos disse que a proposta da candidatura que quer construir é de uma aliança pelos que lutam por direitos, pela democracia, e por um novo projeto. “Para nós é muito importante que o PSOL tenha a coragem e a ousadia de coverter essa aliança em uma chapa presidencial ainda mais forte com o PCdoB, que deve compor essa frente”. 

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O presidenciável também falou que a militância do PSOL esteve ao lado do MTST em ocupações realizadas no país. “O que nós queremos com essa aliança é ampliar a construção de um programa de enfrentamento. Um programa que vai ter a coragem de colocar o dedo na ferida de temas fundamentais, de dívidas históricas do estado brasileiro com o nosso povo. Um programa que vai enfrentar os privilégios”, ressaltou. 

Guilherme Boulos ainda salientou que se o projeto for vitorioso terá o compromisso, desde o primeiro dia, de convocar um plebiscito para revogar todas as medidas do “governo ilegítimo”. A conferência aconteceu, no plenário do Hotel San Rafael, em São Paulo. 

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O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Novo (NOVO), João Amoêdo, visitou o Pará nos dias 6 e 7 de março. Em Belém, o presidenciável realizou uma palestra para apresentar e discutir as ideias do partido, no campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia (Unama).

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Economista, engenheiro, administrador de empresas e ex-banqueiro, o carioca João Amoêdo é um dos fundadores do Partido Novo. Fundado em 2011, a legenda é alinhada às ideias do liberalismo econômico, e se caracteriza por não usar recursos públicos em suas campanhas políticas, se mantendo exclusivamente com recursos de seus filiados e doadores.

Durante a palestra, o pré-candidato abordou temas polêmicos, como o porte de armas e a legalização das drogas. Segundo ele, o NOVO é contra o estatuto do desarmamento, e as pessoas têm que ter direito ao porte de armas e à legítima defesa. “No Brasil, infelizmente, uma parte da mídia e algumas pessoas que são formadoras de opinião têm a péssima mania de considerar sempre o bandido como vítima. Nós precisamos mudar essa mentalidade”, disse. João Amoêdo se posicionou, ainda, contra a legalização das drogas. De acordo com o pré-candidato, outros temas, que são prioridades para o país merecem ser discutidos antes, como saúde e segurança pública.

A líder do Diretório Estadual do Partido Novo, Carla Amoêdo Costa, afirmou que o partido não utiliza o fundo partidário (forma de financiamento público dos partidos políticos do Brasil). “Nós abrimos uma conta no Banco do Brasil, onde esse dinheiro está aplicado, até que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorize o que nós queremos, que é investir esses recursos em segurança, educação e saúde”, explicou Carla, que também é prima de João Amoêdo.

Bernardino Greco, advogado e primeiro filiado ao Partido Novo do Pará, pontuou que, apesar do pouco tempo de televisão que vai ser disponibilizado à campanha do partido em 2018, as mídias sociais terão um papel importante na divulgação da plataforma política do NOVO. “O partido hoje é o que tem mais seguidores no Facebook, cresce muito no Instagram e Twitter, e tem uma militância muito forte”, afirmou.

Filiados e simpatizantes do Partido Novo participaram do lançamento da pré-candidatura. O estudante de Engenharia Mecânica Jonathan Kelvin disse que passou a se interessar por política há pouco tempo. “Eu realmente acredito no liberalismo e acho que o NOVO é o único partido que, atualmente, representa as minhas ideias”, afirmou.

João Amoêdo segue viajando pelo Norte do país, cumprindo agenda de divulgação de sua pré-candidatura. De Belém o pré-candidato viajou para Boa Vista, capital de Roraima.

Por João Paulo Jussara.

A pergunta que não quer calar é quem será o candidato a governador de Pernambuco na chapa única do grupo “Pernambuco quer Mudar”, movimento formado com opositores ao governo Paulo Câmara (PSB). O nome do escolhido será revelado em abril. Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, assim como o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), disse estar “animado” com a possibilidade de concorrer ao cargo.

“Estou animado com a possibilidade de disputar o governo. Eu estou animado com a possibilidade de continuar ajudando Pernambuco articulando para escolher um bom candidato a governador. Se for eu ou qualquer um dos líderes que compõe o movimento, eu fico feliz”, declarou. 

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O auxiliar ministerial de Michel Temer (MDB) também falou que Pernambuco precisa de um novo caminho. “Um novo rumo, uma nova direção, que avance na área da saúde, da segurança pública e que gere oportunidade de trabalho para todo o nosso povo”. 

Sobre como será feita a escolha entre tantos parlamentares cotados da oposição, ele afirmou que é preciso muita discussão. “Um debate para fazer uma avaliação sobre quem tem e quem reúne as melhores condições para governar Pernambuco e liderar esse grande e amplo movimento político“. 

O quarto encontro das oposições já tem data para acontecer. Será no próximo dia 7 de abril, no município de Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco. A anfitriã será a prefeita Célia Sales (PTB), que é ligada ao senador Armando Monteiro Neto. 

 

 

O presidente Michel Temer intensificou as conversas sobre o lançamento de um candidato próprio do MDB ao Palácio do Planalto. Em reunião realizada neste domingo (4) no Palácio do Jaburu, Temer ouviu do presidente do MDB, senador Romero Jucá (RR), que é preciso começar a construir a campanha e reforçar a defesa do governo, alvejado não apenas pela oposição, mas também por aliados.

Líder do governo no Senado, Jucá já defende, nos bastidores, a candidatura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, hoje filiado ao PSD. "Ele é muito bem-vindo no MDB", disse o senador. "Ainda não temos decisão sobre nomes, mas estamos afunilando as conversas nesse sentido."

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Ao lado do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, Jucá mostrou para Temer uma pesquisa encomendada pelo partido sobre o quadro eleitoral nos Estados. "Mais de um terço dos entrevistados acha que, se a economia continuar como está, o MDB deve lançar candidato à Presidência", disse ele.

Na edição deste domingo, 4, do jornal O Estado de S. Paulo, a colunista Eliane Cantanhêde informou que há articulações para que Meirelles seja vice na chapa do governador Geraldo Alckmin (PSDB). O ministro indica que vai entregar o comando da economia, no início de abril, e migrar para o MDB, com a intenção de concorrer ao Planalto. Apesar das referências elogiosas, porém, o partido de Temer não dá a ele todas as garantias de que vá liderar a chapa.

"A nossa ideia é ter um candidato que defenda a agenda do governo. Se não for o Michel, acho que Meirelles reúne essas qualidades e tem todas as condições de aglutinar os partidos de centro para disputar o Planalto", argumentou o líder do MDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), presidente do MDB paulista.

Temer tem feito uma espécie de enquete com aliados para saber qual seria o nome, no espectro de centro, que teria mais viabilidade eleitoral. Embora haja resistências de dirigentes do próprio MDB à candidatura do presidente a novo mandato, o núcleo político do governo ainda não descartou essa possibilidade.

Natural

A aposta no Planalto é de que, se a intervenção na Segurança Pública do Rio surtir efeitos positivos e as investigações contra Temer forem arquivadas, o presidente deixará o dígito isolado nas pesquisas de intenção de voto - que hoje não ultrapassa 1% - e será o "candidato natural". Em público, porém, ele rejeita essa hipótese.

Dono de uma impopularidade persistente, Temer pode tomar a decisão até julho e não precisa se desincompatibilizar para entrar no páreo, enquanto Meirelles, se for concorrer, será obrigado a sair da Esplanada em 7 de abril, mesmo prazo para a mudança de partido.

Sem um nome competitivo até agora, o MDB tem como prioridade eleger grandes bancadas de senadores e deputados federais. Jucá disse ontem que o partido também deve apresentar nomes aos governos de 14 dos 26 Estados.

O senador considera muito difícil a possibilidade de apoio a Alckmin, ao menos por enquanto. Na avaliação da equipe de Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não será candidato, embora seu nome deva ser aclamado em convenção do partido, na quinta-feira. A portas fechadas, correligionários de Temer dizem, ainda, que o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), pode ser vice de Alckmin.

"Mas o MDB não está postulando lugar de vice nem de Alckmin nem de Maia", insistiu Jucá. "O natural, em política, é muito forte. Ninguém vai tirar do bolso do colete um candidato, que precisa ter elan, charme e liderança", disse Moreira Franco, um dos principais interlocutores de Temer no Planalto.

Quem vê com simpatia a candidatura de Meirelles alega que o fato de ele poder financiar a campanha com dinheiro do próprio bolso favorece sua escolha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou um vídeo para o lançamento, neste sábado, 3, da pré-candidatura do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, à Presidência pelo PSOL. Segundo pessoas que tiveram acesso ao vídeo, Lula afirmou que "seria a última pessoa do mundo a pedir para que Boulos não seja candidato" ao cargo.

O ex-presidente recordou a campanha de 1989, quando setores da esquerda sugeriram que ele não disputasse para não concorrer com candidaturas de Mário Covas (PSDB) e Leonel Brizola (PDT). Em 1989, Lula foi candidato a presidente pelo PT pela primeira vez e chegou ao segundo turno, perdendo a eleição para Fernando Collor.

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No vídeo, Lula agradeceu a Boulos pelo apoio que tem recebido do líder do MTST. Boulos é um dos que defendem o direito do petista se lançar candidato à Presidência, apesar da condenação do ex-presidente em segunda instância no caso do triplex do Guarujá. "Você pode ir nos meus comícios que eu vou nos seus", afirmou Lula no vídeo.

Boulos lança sua pré-candidatura a presidente neste sábado em um ato informal em São Paulo, com shows de Caetano Veloso e Maria Gadu. Na segunda-feira, o líder do MTST se filiará ao PSOL.

Entre as incertezas sobre quem serão os candidatos a presidente do Brasil, mais um nome oficial será lançado nesta segunda-feira (5): Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Boulos vai se filiar ao Psol para concorrer à disputada vaga. 

Antes, Guilherme Boulos marcou um lançamento informal da sua pré-candidatura em um evento que foi denominado como “conferência cidadã”, que acontece neste sábado (3). O encontro vai reunir artistas e intelectuais como os cantores Caetano Veloso e Maria Gadu.

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O lançamento oficial da pré-candidatura de Boulos está marcada para o dia 10 de março, na mesma data que acontece a convenção nacional do partido. O líder do MTST vinha desconversando sobre o assunto. 

Em novembro do ano passado, ele chegou a afirmar que não era filiado a nenhum partido e garantiu que o MTST era um movimento autônomo e independente, mas não negou a possibilidade de entrar na disputa presidencial. “Essa possibilidade está dada e tenho boas relações com gente do Psol”, disse na ocasião.

 

A eleição de outubro se aproxima a cada dia que passa e a pergunta que não quer calar continua rondando a população e os políticos: o ex-presidente Lula poderá ser candidato? Se depender do deputado federal Silvio Costa (Avante), a participação de Lula no pleito está garantida. Em entrevista concedida ao LeiaJá, o parlamentar falou que vai “lutar” até o final para que o líder petista marque presença na disputa. 

Silvio Costa também disse que sonha com que Lula possa ser candidato. “Eu sonho que seja ele, mas caso não for ele para mim já está resolvido, vai ser Fernando Haddad [ex-prefeito de São Paulo]”. 

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O deputado acredita que, depois de duas décadas, o segundo turno vai ser definido entre os candidatos do PSDB e do PT. “Com todo o respeito que tenho a Marina Silva [pré-candidata da REDE] até porque ela não tem tempo de televisão, mas acho que ela vai contribuir com o debate”. 

Entre os candidatos a governador de Pernambuco, Silvio Costa falou que já há pesquisas que mostram a vereadora do Recife Marília Arraes (PT) na frente do governador Paulo Câmara (PSB). “Eu estou defendendo que sejam várias candidaturas na oposição, mas isso não está fechado. Também acho fundamental que Julio Lossio seja candidato e que Marília também. Quanto mais a gente puder ampliar o cardápio, os nomes das oposições, melhor para o debate”. 

Ele ainda detonou o encontro recente, em meados deste mês, entre Paulo Câmara, Renata e João Campos, viúva e filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, e Lula. Uma reunião marcada dias depois do petista se mostrar favorável a uma reaproximação com os socialistas. “Não foi uma visita, ele foi implorar em uma posição oportunista. Foi de joelhos atrás do presidente Lula, mas eu vou conversar com o presidente Lula”, disparou. 

Silvio chegou a chamar os integrantes do PSB de “golpistas incoerentes”. “Que apoiavam a presidente Dilma, depois eles traíram a presidente, deram o golpe e agora estão fazendo oposição a Michel Temer. São incoerentes e eu não tenho o menor respeito pelo PSB. Entre os golpistas, eu tenho muito mais respeito pelos golpistas coerentes”. 

 

 

 

Uma das perguntas que não quer calar quando se trata do cenário político em Pernambuco é qual o cargo que o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), vai disputar na eleição deste ano. Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, o democrata contou que disputará o pleito em outubro, mas afirmou que ainda não decidiu qual a vaga que vai concorrer. 

“Eu ainda não sei. Eu vou aguardar um pouco e depois do Ministério da Educação é que eu vou decidir a minha vida. Serei candidato a alguma coisa, ainda não decidi ao que. Precisa se discutir”, expôs. 

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O auxiliar ministerial de Michel Temer (PMDB) ressaltou que mais importante que seu projeto pessoal, é dar prioridade ao estado. “Eu não quero colocar o meu projeto pessoal acima dos debates do interesse do estado. Primeiro lugar, discutir Pernambuco e depois eu discuto ao que eu vou concorrer”, reiterou. 

O ministro também falou que as ações em prol da educação irão continuar enquanto continuar no comando da pasta. “Com a consolidação de várias iniciativas que garantem uma expansão da educação universitária estadual, federal e também por meio de instituições privadas como fiz a pouco criando o centro universitário FBV, além naturalmente das ações na educação básica junto a estados e municípios, construção de creches nas escolas e de quadras poliesportivas para escolas em tempo integral”. 

Mendonça Filho ainda salientou a importância da reforma do ensino médio para atrair os alunos para a sala de aula e salientou que a atuação do MEC em Pernambuco e no Brasil possui “um leque bem amplo”. 

 

 

Estão sendo ofertadas 120 vagas de emprego pelo Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP), a partir desta segunda-feira (19). As oportunidades destinam-se aos candidatos com nível fundamental, médio e ensino técnico, com ou sem experiência prévia na função. Veja a lista completa das vagas.

O maior número de ofertas é para os cargos de metrologista, operador de empilhadeira e técnico em manutenção industrial, cada um com 10 vagas.

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Para concorrer às vagas, o candidato deve comparecer ao Sine-JP, com RG, CPF, Carteira de Trabalho, título de eleitor, comprovante de residência, currículo profissional, comprovante de escolaridade, certificado ou diploma de cursos já feitos. O Sine-JP fica na Avenida Cardoso Vieira, no bairro de Varadouro.

As empresas que queiram divulgar vagas de empregos devem enviar seus dados e as exigências das funções para o e-mail sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. O serviço é gratuito.

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