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Muitos políticos que irão concorrer ao pleito eleitoral deste ano estão recorrendo às vaquinhas virtuais com o objetivo de arrecadar recursos para suas respectivas campanhas. Polêmicas à parte sobre esse tipo de modalidade, as doações para a “campanha” do ex-presidente Lula continuam crescendo. 

Para se ter uma ideia, no primeiro dia no ar, no último dia 15 de maio, o site www.lula.com.br/doe arrecadou R$ 56 mil. Depois de uma semana no ar, as doações chegaram a R$ 252 mil. Até a tarde desta quinta-feira (19), já são R$ 395.308 reais. Quem quiser doar deve escolher contribuições de R$ 10 a R$ 1064, o valor máximo permitido por dia.

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O mote utilizado para convencer é o de que “o Brasil já foi feliz com Lula”. “Você conhece o Brasil com Lula: um país com emprego, inclusão social, crescimento e oportunidades para todos. Um país que dava orgulho aos brasileiros e brasileiras e despertava a admiração do mundo inteiro. O Brasil já foi feliz com Lula. E com seu apoio, vai ser feliz de novo”, diz uma parte do texto. 

O PT vem afirmando que “queiram ou não os juízes” Lula será candidato a presidente da República. Na semana passada, o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Teto (MST) em Pernambuco, Jaime Amorim, chegou a dizer que a candidatura de Lula talvez será o maior ato de “rebeldia e desobediência” que o país irá presenciar. Amorim também avisou que será convocado “um grande arrastão” para acompanhar o registro da candidatura de Lula, no próximo dia 15 de agosto. 

De acordo com a nova legislação, se a candidatura não for confirmada, o valor doado deve ser devolvido a cada doador. Há mais de 44 plataformas aprovadas pelo TSE para intermediar a arrecadação aos pré-candidatos. Como uma forma de fiscalização, as informações sobre os depósitos devem ficar disponíveis para a Justiça Eleitoral e para o público no site da empresa que estiver arrecadando. 

Pré-candidato do MDB à Presidência da República, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou nesta segunda-feira (16), contabilizar ao menos 450 dos 629 votos dos delegados para convenção nacional do partido, que deve ser realizada no dia 3 de agosto, em Brasília. Ele disse ainda que o MDB é "talvez" o único partido que pode disputar "sozinho" a eleição presidencial.

Para Meirelles, no entanto, com a ideia de candidatura própria se solidificando na legenda, há a possibilidade de alianças com outros partidos. "O fato de o Centrão não ter se decidido mostra que ainda estão em busca de uma alternativa", disse.

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Na noite de segunda-feira, em São Paulo, Meirelles participou de um culto da Igreja Assembleia de Deus do Belém. O presidente da igreja, pastor José Wellington Bezerra da Costa, chamou o presidenciável de "pai das finanças" durante o encontro de obreiros, do qual participam apenas homens com cargos na igreja.

Bezerra da Costa, contudo, pôs em dúvida a capacidade de o ex-ministro "decolar" na disputa. "Capacidade administrativa ele tem, já demonstrou, de finanças ele conhece tudo, de maneira que para o momento do Brasil seria o homem ideal. Agora, não sei se ele decola porque, você sabe, a política é muito dinâmica, né? Tem outros aí que são profissionais e estão nadando de braçada", disse o pastor ao Estadão/Broadcast.

Bezerra da Costa afirmou que se aproximou de Meirelles durante o governo Michel Temer. Quando o presidente foi alvo de denúncia pela Procuradoria-Geral da República, o pastor disse que pediu aos integrantes da bancada evangélica na Câmara para barrar a acusação formal.

Em sua fala, Meirelles pediu oração por ele e pelo País. O pré-candidato destacou sua gestão no Ministério da Fazenda e disse que, "com fé e determinação", foi possível tirar o País da recessão.

Mais cedo, o presidenciável avaliou que a demora em se firmar como o nome do partido nas eleições deste ano fez com que a tratativa com os demais partidos também atrasasse. Sobre a definição da vice, o emedebista disse que a conversa ainda é muito "prematura", mas acenou com a possibilidade de que a escolha fique dentro do partido.

"Acho que teremos uma definição de aliança antes da convenção. Mas o importante é saber que o MDB tem condições até de correr sozinho, tem estrutura e tempo de TV para isso. É, talvez, o único partido com condições de correr sozinho." Segundo partido com mais tempo de televisão, o MDB tem 12,6% do tempo de propaganda eleitoral, ficando atrás apenas do PT.

Apesar de ainda não ter saído de 1% de intenção de voto nas pesquisas de opinião, o pré-candidato do governo Temer se mostrou confiante com suas perspectivas. "Não tenho dúvidas de que estaremos no segundo turno. Minha dúvida é apenas se daria para ganhar no primeiro turno", disse.

Recursos

No início do mês, em reunião da executiva, o MDB decidiu que o partido não repassaria verbas do fundo eleitoral para a campanha de Meirelles à Presidência - o limite de gastos para a disputa à Presidência é de R$ 70 milhões. A ideia do partido é que o ex-ministro financie sua própria campanha, como disse à época o presidente da sigla, o senador Romero Jucá. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Coordenador do programa econômico do pré-candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes afirmou que terá total liberdade para a montagem de sua equipe caso se torne o titular da Fazenda e indicou que pode manter alguns integrantes da atual equipe econômica do governo Michel Temer.

"Ele (Bolsonaro) fala que é porteira fechada e não vai ter nenhuma indicação política", disse Guedes em entrevista concedida nesta quinta-feira, 12, à Reuters, a respeito dos cargos nos ministérios da Fazenda e do Planejamento e no Banco Central. Sobre a permanência de alguns membros da equipe de Temer, declarou ver vantagens na estratégia.

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"O setor público tem extraordinários quadros e quem tem que fazer as reformas e ajudar a corrigir todos os erros são exatamente esses quadros de excepcional qualidade", afirmou.

O economista elogiou o atual secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, de quem disse ter tido "ótima impressão" por seu "espírito público e conhecimento técnico". Ambos estiveram juntos há poucas semanas no Ministério da Fazenda após Guedes pedir um encontro para ouvi-lo sobre a situação fiscal do País.

Os comentários foram feitos pouco antes de Guedes se encontrar novamente com membros da atual equipe econômica em Brasília, desta vez a convite do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e na companhia do presidente do BC, Ilan Goldfajn, como parte de conversas que têm sido pedidas pela Fazenda com economistas de pré-candidatos. Tanto o coordenador quanto Bolsonaro já afirmaram publicamente que Ilan seria um excelente nome para seguir no atual cargo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Se muitos brasileiros ainda estão na dúvida de quem votar para presidente na eleição deste ano, o namorado da apresentadora Fátima Bernardes está firme em sua escolha. Na segunda parte da entrevista exclusiva concedida ao LeiaJá, Túlio Gadêlha, filiado ao PDT há 11 anos, diz categórico: “Ciro Gomes é o meu candidato”. 

Segundo o advogado, Ciro possui todas as características que o Brasil precisa na atualidade. “Ele é um homem experiente, que tem uma visão da política econômica, tem propostas claras e é um homem que discute e reafirma a importância da soberania nacional”, justificou. 

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Túlio também falou que há muitos anos o presidenciável vem denunciando a “entrega” das riquezas do país a grupos estrangeiros. “Nosso país está sendo entregue, as nossas empresas públicas e nossas reservas minerais. Ele vem alertando sobre isso. Acredito que ele, hoje, é o candidato que tem o melhor perfil para a gente ter um país melhor”, reiterou. 

Ele disse acreditar que na disputa deste ano haverá mudanças importantes, embora não grandes. “O eleitor está buscando nesta eleição fazer um debate mais profundo sobre seus candidatos. Eu acho que algumas coisas que aconteceram em outras eleições como o efeito tiririca, aquele voto de protesto, aquele voto do ridículo, isso não vai vir com tanta força, acredito que haverá mudança sim, não serão grandes mudanças, mas serão mudanças importantes”, avaliou. 

Túlio Gadêlha ainda falou que existe uma “distorção tremenda” daqueles que estão no poder com mandatos e os reais anseios da sociedade. “Existe uma distorção e um abismo e essa crise de representatividade ela surge por conta desse sistema político que insiste em não mudar”, pontuou ressaltando a importância da transição de uma democracia representativa para uma democracia participativa, que deve passar antes por uma conscientização política. 

Cotado para disputar uma vaga na Câmara Federal, Túlio confessou que a possibilidade existe. “A gente tem avaliado essa possibilidade com o movimento, queremos fazer uma construção horizontal. Nunca fui candidato de mim mesmo. Nunca pensei em ser candidato para ter um projeto político pessoal. Nosso projeto sempre foi de grupo e, hoje, o grupo parece que está mais forte do que nunca”, chegou a dizer durante a conversa. 



O senador Cristovam Buarque (PPS), aos 74 anos, será candidato novamente ao Senado Federal. O pernambucano, durante evento da legenda, nessa sexta-feira (11), disse que é possível mudar o país com políticos honestos. “Nós estamos aqui hoje pré-candidatos mostrando que estamos presentes, vamos lutar e você, eleitor, vai ter a alternativa. Eu espero que você entenda a diferença entre uns e outros e vote bem”, disse por meio de vídeo divulgado em seu facebook. 

O ex-ministro de Lula, que chegou a se colocar como pré-candidato presidência da República, afirmando que iria se dedicar para recuperar a confiança no país, também disse que o PPS tem a consciência da necessidade de as dificuldades de fazer política hoje e que o objetivo é que o eleitor reflita sobre a importância de votar para mudar o Brasil.  

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Ele garantiu que tem propostas como lutar contra a corrupção, pela continuidade da Lava Jato e para que o Brasil consiga aumentar a produção com mais eficiência e distribuindo essa produção. Cristovam ainda falou que é preciso lutar pela saúde e contra a violência.

O ex-petista chegou a ser bastante hostilizado e chamado de “golpista” por ter sido a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff se tornando uma espécie de “traidor” por parte de quem foi contra ao impeachment. O senador da República já falou sobre o assunto afirmando que poderia até ser golpista, mas não corrupto. “Posso ser golpista para você, mas não sou corrupto perante minha consciência e perante o Brasil”, já se defendeu. 

O pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT), durante mais uma coletiva de imprensa concedida, expressou que gostaria que o presidente Michel Temer (MDB) fosse candidato à reeleição como vem sendo especulado nos bastidores. O pedetista detonou o presidente. “Eu gostaria que ele fosse candidato para ele ver o tamanho da repulsa que o povo brasileiro tem a um golpista salafrário, que na prática é o que ele é”, disparou. 

“Nós precisamos demonstrar essa repulsa para que nunca mais ninguém faça o que ele fez. Essa coisa miúda, mesquinha, anti-povo, anti-pobre, anti-nacional usurpando um poder que não lhe pertencia”, continuou alfinetando Ciro Gomes. 

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O ex-ministro de Lula também detonou o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). “Ou Alckmin não apoiou o golpe? Ou o Alckmin não apoiou a reforma trabalhista? Ou o Alckmin e o PSDB não apoiaram a reforma da previdência, que felizmente conseguimos derrotar? Ou ele não apoiou o tabelamento do gasto em saúde e educação pelos próximos 20 anos? Ele apoiou e não vamos deixar o povo esquecer isso não”, avisou. 

Ciro falou que a direita está tentando se organizar, mas disse que devem suportar as consequências. “Tem que suportar a consequência ou benefício. No meu ponto de vista é a consequência de terem praticado um golpe de Estado, de terem imposto uma agenda anti-povo e anti-pobre ao país e suportar as consequências obvias do nosso povo”. 

Ele ainda salientou que, até junho, não haverá escolha de nenhum vice-candidato porque a fase atual é de uma “solidão programática”. O pedetista não descartou uma aliança com o PSB argumentando que a legenda se esforça para voltar a ser um partido socialista comprometido com os interesses da classe trabalhadora. 

 

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O pré-candidato à Presidência da República Flávio Rocha (PRB) participou de encontro com estudantes e professores da Universidade da Amazônia (Unama), em Belém, na quarta-feira (9), e falou sobre suas propostas de governo. Empresário, dono das Lojas Riachuelo e principal executivo do grupo que detém o controle da Midway Financeira, Confecções Guararapes Transportadora, Casa Verde e Shopping Midway Mall, maior shopping center do Rio Grande do Norte, Flávio Rocha se apresentou como alternativa política e defendeu o programa “Brasil 200”, um projeto de geração de “milhões de empregos” no país.

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Rocha destacou que o movimento “Brasil 200” ganha corpo e já está enraizado em todos os Estados brasileiros. “É um movimento de defesa dos que produzem, da imensa maioria da população brasileira que puxa a carruagem chamada Brasil, trabalhadores, empreendedores, aqueles que suam a camisa e que apostam no Brasil, que lutam por um Brasil que seja reinserido no jogo competitivo”, afirmou.

 Aos 60 anos, Flávio Rocha, atualmente, exerce a função de CEO da rede de Lojas Riachuelo e da Midway Financeira. Em 1986, foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte, sendo reeleito em 1990. Em 1994, chegou a se pré-candidatar à Presidência da República pelo PL, desistindo para apoiar a candidatura de Fernando Henrique Cardoso. Defende o livre mercado e um estado menor e mais eficiente.

Segundo o pré-candidato, o Brasil vem perdendo competividade no mercado internacional e precisa de incentivo para a geração de empregos. “Nós temos um projeto para o Brasil que se baseia na criação de milhões e milhões de empregos, esse é um problema mais ou menos disseminado por todo mundo, mas aqui no Brasil é o fechamento de um cerco burocrático asfixiante que vem deliberadamente com recursos públicos extinguindo postos de trabalho”, disse.

Flávio Rocha também falou sobre o papel da Amazônia no processo de construção de um novo modelo econômico para o Brasil. “A Amazônia é uma região fundamente estratégica, principalmente diante da realidade da era da biotecnologia. Esse é o grande ativo da era que se inicia agora. Nós estamos saindo da era da eletrônica e quando nós olhamos para frente vemos o mesmo milagre que a evolução tecnológica no campo da eletrônica, da informática trouxe num âmbito muito mais amplo na esfera da biotecnologia”, observou. Para ele, a Amazônia é o grande patrimônio do Brasil quando se olha pro futuro. “A Alemanha que tem talvez uma fração da biodiversidade que nós temos em cinco anos já vai ter vinte e cinco por cento do seu PIB baseado na biotecnologia. Imagina o quanto a biotecnologia pode representar do PIB brasileiro nas décadas vindouras”, assinalou.

A experiência na carreira política, com dois mandatos de deputado federal, e o conhecimento da dinâmica dos negócios adquirido em sua atividade empresarial, acredita Flávio Rocha, o credenciam a oferecer um plano de reconstrução nacional. “Durante a minha vida empresarial eu me vali da experiência de dois mandatos de deputado federal, de ter sido caçula da Assembleia Nacional Constituinte e de uma campanha presidencial. Eu acho que a soma dessas duas experiências, a junção desses dois talentos me preparam para esse momento extremamente desafiador talvez até a decisão mais importante da historia do Brasil.”

O empresário apontou o caminho para a saída da crise: “Gerar empregos, o que eu sei fazer e fiz a minha vida toda é colocar dinheiro no bolso do trabalhador, no bolso do povo e isso se faz através do aumento da competividade brasileira. Nós podemos a curto prazo através de quatro reformas fundamentais, a trabalhista, a previdenciária, a tributaria e a reforma do Estado, tirar o Brasil da posição de um dos países mais hostis ao empreendedorismo e fazer com que o sonho do brasileiro volte a ser empreender, por que aí que a gente vai reinserir o Brasil no jogo competitivo internacional”.

Acompanharam o pré-candidato no encontro com estudantes e professores o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Pará, Adnan Demachki, que por duas vezes foi prefeito de Paragominas, e Roberto Motta, especialista em segurança publica e também integrante do movimento Brasil 200. Na Unama, eles foram recebidos pela vice-reitora Betânia Fidalgo.

Da Redação do LeiaJá (com apuração de Filipe Bispo, Matheus Bricio e Jhonatan Rafael).

O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Pernambuco, Jaime Amorim, que afirmou em tom de uma leve ameaça que a revolta contra a prisão de Lula um dia vai “explodir”, garantiu que o ex-presidente vai ser candidato na eleição deste ano independente de continuar ou não enclausurado. 

Jaime reforçou que a candidatura do líder petista vai acontecer no próximo dia 15 de agosto. “Lula vai ser candidato. Essa já é uma decisão política do Partido dos Trabalhadores e uma decisão política dos movimentos sociais. Eleição sem Lula é fraude, é golpe. Nós vamos registrar a candidatura de Lula independente se estiver preso, ele vai ser o nosso candidato.  Não existe outra opção, só o Lula”, ressaltou durante entrevista ao LeiaJá

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O dirigente falou, assim como demais defensores, que Lula é um “preso político” e que é necessário fazer essa denúncia internacionalmente. Ele também ressaltou a necessidade de que o povo lute para “libertá-lo”. “A prisão de Lula foi uma decisão política das elites até porque não existe efetivamente nada que comprove que ele cometeu qualquer irregularidade. Então, o golpe foi construindo uma decisão de prender Lula e a prisão de Lula não é nada mais do que impedir que ele possa participar do processo eleitoral”, argumentou.

Jaime Amorim falou que todos os que conduziram o golpe farão de tudo para que Lula não se eleja. “Porque o golpe foi construindo uma alternativa política e um projeto econômico vinculado aos interesses internacionais, que é esse que Temer está desenvolvendo. Portanto, se Lula ganha as eleições praticamente o golpe perde toda a sua importância”. 

“Nós precisamos consolidar a democracia no Brasil. Não existe a possibilidade da construção da democracia verdadeira com o golpe parlamentar e midiático como estamos sofrendo hoje. Pode ter certeza: quem está nas ruas neste momento defendendo Lula está acima de tudo defendendo um projeto de nação soberana, livre e independente”, concluiu. 

 

 Oito candidatos foram presos em flagrante, neste domingo (29), por tentativa de fraude, durante prova objetiva do concurso da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militares da Paraíba. Segundo o coronel José Ronildo, em entrevista ao portal G1, a maioria dos suspeitos foram suspensos por usarem ponto eletrônico, falsidade ideológica e uso indevido do celular durante a realização da prova.

“O que foi pego em Campina Grande chegou a oferecer oitenta mil reais para não ser preso em flagrante. Em seguida, também prendemos o real candidato que estava esperando o criminoso realizar a prova. Também tivemos a situação em que um candidato que já é Policial Militar do estado do Ceará entrou no local de prova armado, infligindo uma regra do edital”, afirmou o coronel.

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O delegado responsável irá iniciar uma investigação mais detalhada para saber se existem outras pessoas ligadas as fraudes.

 

O Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) oferece 150 vagas de emprego nesta segunda-feira (30). As vagas são para o período de 30 de abril até 4 de maio. E os cargos são para todos os níveis de escolaridade (fundamental incompleto, fundamental completo, superior incompleto ou completo) e para pessoas com ou sem experiências.

O cargo com mais vagas é de supervisor de telemarketing, com 20 vagas. Os serviços de técnico em manutenção industrial e operador de empilhadeira estão também em destaque, com 10 vagas cada. A lista divulgada pelo Sine- JP ainda tem vagas para confeiteiro, corretor de imóveis, assistente administrativo e metrologista.

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O Sine-JP funciona na avenida Cardoso Vieira, no bairro Varadouro, e atende das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira. O candidato deve apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho.Para inscrição às oportunidades que o empregador exige apenas currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br.

Já para as empresas que desejam divulgar vagas de empregos devem informar seus dados e os requitos das funções para o e-mail sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br.

Os telefones para contato são: 3214-1712; 3214-3214 ou 3214-1809.

Lista completa de vagas disponível no site do Sine-JP.

Os entrevistados na nova pesquisa qualitativa do Instituto de Pesquisa UNINASSAU, divulgado neste domingo (29), revelaram que irão votar na eleição de outubro, porém não deixaram claro em qual candidato. Os que responderam o levantamento afirmaram que não votarão em “competidores ficha suja” e  que o partido político ao qual o candidato é filiado não importa e, sim, a pessoa e sua trajetória. A internet e a TV serão os instrumentos mais utilizados para se informarem sobre a história de cada um. 

Os recifenses também se mostram pessimistas quando se trata de escolherem novas pessoas para ingressarem na política porque, segundo eles, a política se contamina. “Eles salientam que é difícil ir contra o sistema existente e que quem luta contra o sistema sai da política, pois não consegue sobreviver. Também avaliaram que o político pode ter boa intenção, mas não governa sozinho e precisam fechar acordos. Os entrevistados mostram que sabem como a política funciona, no caso, para eles, é um “toma lá da cá””, explicou o coordenador do Instituto UNINASSAU, o cientista político Adriano Oliveira.

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Para o estudante Túlio Cruz de Almeida, possuir ficha limpa é fator essencial na hora de escolher um candidato. “O brasileiro precisa muito da transparência dos políticos.  Estamos vivendo em uma nova era e tem muita gente que não entende muito de política e quando aquilo é mais exposto, ele começa a entender mais um pouco. Fora isso, ele tem que pensar muito nas bases”, disse. 

Questionados pelo Instituto UNINASSAU, os eleitores entrevistados das classes C e D disseram conhecer alguém que já vendeu o seu voto em troca de remédio, dinheiro e até mesmo feijoada. “Os candidatos, de acordo com os entrevistados, procuram o líder comunitário para oferecer benefícios aos eleitores”, contou Oliveira. 

O estudante Iolan Ferreira, 21 anos, não acredita que muita coisa vai mudar com a eleição deste ano, porque a corrupção está na cultura dos brasileiros e não apenas dos políticos. “Eu acredito que não vai mudar muita coisa porque do jeito que está indo se fosse mudar já tinha mudado. As pessoas se corrompem muito fácil em relação à venda de votos e essas coisas não têm como mudar pela própria cultura do Brasil, que é assim, infelizmente”, destacou.

“Como vamos acabar com a corrupção se começa com a gente mesmo? Como querem que o Brasil mude? Não vai impedir nada, vai continuar do mesmo jeito, no máximo farão as coisas de um modo mais escondido”, acrescentou Iolan ressaltando que há possibilidade de votar em Lula, caso o petista seja candidato a presidente. “Ele fez muita coisa, principalmente, no Nordeste como as universidades”, acrescentou.

A metodologia utilizada na nova pesquisa possibilita que as visões de mundo, desejos e crenças dos eleitores sejam identificados e interpretados. Nesse tipo de levantamento, os grupos são segmentados por classe social e os entrevistados residem em diversos bairros da capital pernambucana. 

Carlos Alexandre Carneiro Vaz, morador do Distrito Federal, trabalha como zelador durante o dia e pizzaiolo à noite. Ele tem um sonho antigo: fazer faculdade de enfermagem. Para isso, vai fazer neste ano o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para tentar uma vaga no ensino superior.

“Isso já vem dos meus pais, que não conseguiram e tentaram que eu fizesse, mas não dei conta também quando era jovem, por que as oportunidades foram poucas. Mas agora surgiu essa oportunidade, e estou agarrando com unhas e dentes”, disse Carlos.

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Por ter estudado em escola pública e ter renda familiar per capita de menos de um salário mínimo e meio, ele já pediu a isenção da taxa de inscrição no Enem, que custa R$ 82. “Para mim ia ficar caro pagar essa taxa. Tenho três filhos, aí fica pesado”, diz.

O prazo para pedir a isenção da taxa de inscrição no Enem termina às 23h59 deste domingo (15), pelo horário de Brasília. O benefício pode ser solicitado na página do Enem.

O resultado da solicitação será divulgado no dia 23 de abril, e os candidatos que tiverem o pedido negado terão até o dia 29 de abril para apresentar recurso da decisão. Quem teve isenção concedida no ano passado e faltou aos dois dias de prova terá que justificar a ausência para ter a gratuidade novamente.

Mas atenção: o pedido de isenção não garante a inscrição no exame. Todos os interessados em fazer o Enem 2018, isentos ou não, também deverão fazer a inscrição entre os dias 7 e 18 de maio.

Quem tem direito à isenção:

- Quem está cursando a última série do ensino médio neste ano em escola da rede pública

- Quem cursou todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio

- Quem declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)

- Quem fez o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenha atingido a nota mínima

O pré-candidato a presidente do Brasil Guilherme Boulos (PSOL) parece estar mesmo disposto a defender Lula. O psolista fez uma convocação para uma campanha internacional com o objetivo de “denunciar” a prisão de o ex-presidente. Em Lisboa, nessa quinta-feira (12), o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) voltou a dizer que o líder petista foi preso sem provas. 

“Estamos vivendo a maior crise democrática desde o fim da ditadura no Brasil. O Lula está preso por razões políticas, condenado sem nenhuma prova. Isso tem de ser denunciado (...) o discurso, a denúncia, as campanhas que nós temos que realizar não podem ficar restritas a nenhuma fronteira e é por isso que hoje participei de mais um debate em Lisboa. Conversamos sobre a unidade pela democracia e os desafios para o Brasil”, ressaltou. 

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Em duas semanas, Boulos deve continuar viajando para outros países com o mesmo objetivo. Ele deve ir para a França e Inglaterra para falar sobre “a prisão arbitrária e política” de Lula. 

O pré-candidato já disse, na semana passada, que os movimentos sociais não vão assistir “passivamente” a prisão de Lula. Anteriormente, Boulos havia reforçado que o Judiciário está querendo definir a eleição no “tapetão”. “Não é possível admitir que uma condenação injusta seja tratada como natural. É preciso tomar as ruas e é nela que estaremos. É uma questão de saber estar do lado certo da história”, chegou a dizer. 

 

Uma onda de líderes de movimentos sociais como o do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, vem colocando os seus nomes para disputar um cargo na eleição deste ano. Mais um se soma aos pré-candidatos já postos: o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras. 

Em entrevista ao LeiaJá, o dirigente sindical contou que decidiu lançar seu nome porque falta um representante dos trabalhadores no Congresso Nacional. Muitos poderão duvidar, mas o dirigente garantiu que o único apoio que terá é da classe, dos movimentos sem terra e sem teto, e de outras entidades sociais em busca de conquistar a vaga. 

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“Vai ser dessa forma. O nosso apoio é único: do trabalhador. Você não vai ver nenhum banqueiro e nenhum empresário apoiando Carlos Veras para federal. Você vai ver trabalhador, líder comunitário, representantes das associações, movimento da igreja, grupo LGBT, e os movimentos sem terra e sem teto porque esse mandato será devido a eles”, afirmou antecipando a vitória nas urnas. 

Caso seja eleito deputado federal, o presidente da CUT-PE afirmou que o foco será a construção de uma agenda positiva para recuperar os direitos que, segundo ele, os trabalhadores perderam. “Nós estamos nesse processo da construção da candidatura a federal para que lá no Congresso Nacional a gente possa reverter todo esse processo de retrocesso”, salientou. 

 

 

O senador Renan Calheiros (MDB) também comentou os tiros que atingiram dois ônibus da caravana de Lula, na última terça-feira (27). O ex-aliado do presidente Michel Temer (MDB) disse que o ocorrido “envergonha” o Brasil. “Os atos de violência e sabotagem de fanáticos contra a caravana do Lula no Sul envergonham o Brasil”, criticou.

Calheiros falou, em vídeo publicado no seu facebook, que querem “caçar” a candidatura do ex-presidente de qualquer jeito e que falam até em morte. “Querem prender, perseguem a sua família, atacaram sua mulher até a morte e continuam inventando e espalhando mentiras. Agora já falam abertamente em matar, é ostensivo. O mais grave é que pessoas que deveriam ter responsabilidade com a democracia, com a paz social, fazem vista grossa e com isso incentivam a selvageria”.

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O parlamentar ressaltou que o nazismo começou da mesma forma. “A marca da bala no ônibus do Lula é um sinal de alerta. O que vira depois se nada for feito? Vai aparecer alguém querendo tocar fogo, o nazismo começou assim. É inaceitável, não tem cabimento esse clima de ameaça ao Lula ou a qualquer pessoa de família. O país não pode ficar refém dessa escalada de insensatez sem freio. Isso tem que parar”, frisou.

O senador, assim como outros defensores do petista, disse ainda que Lula foi condenado sem prova e, por isso, tem direito de ser candidato a presidente. “Lula precisa ter segurança para ir onde quiser, para falar ao povo, e defender as suas ideias. A liminar do Supremo reconheceu isso. Quem atacou a caravana com pedras, paus e tiros tem que ser enquadrado na lei e não bastam palavras e promessas. É preciso agir, a urna é para depositar esperança e não para despejar intolerância e ódio”, afirmou. 



Depois do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, e do presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras, lançarem seus nomes para disputarem um cargo na eleição de outubro, foi a vez de um dos líderes do polêmico Movimento Brasil Livre (MBL) colocar seu nome no pleito: Kim Kataguiri anunciou sua pré-candidatura a deputado federal pelo DEM de São Paulo. 

Kataguiri ficou bastante conhecido por ser um dos protagonistas nas articulações dos protestos a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Será a primeira vez que ele participa de uma eleição. O ativista, dono de discursos diretos, chegou a causar ao afirmar que a população brasileira deseja “o fim” de Lula. “O povo já decretou seu fim, Lula. O povo quer ver você na cadeia”, disparou em uma postagem em seu facebook. 

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Kim Kataguiri também polemizou ao, certa vez, publicar no seu Facebook uma foto com uma arma na Rocinha, no Rio de Janeiro. A repercussão foi ainda maior por ele ironizar ao usar um boné personalizado da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e uma blusa da  União da Juventude Socialista (UJS). Na postagem, ele escreveu: “Cansei de bater panela, agora vou fazer revolucion”. 

O dirigente disse que sua candidatura vai ser “na raça”. “Está lançada a nossa pré-campanha. Vamos precisar muito da ajuda de vocês. É a nossa primeira campanha e, diferente dos candidatos tradicionais, não temos apoio de dezenas de prefeitos e milhares de cabos eleitorais. Vai ser na raça. Há os que dizem que, dado o nosso alcance no Facebook, já estamos eleitos. Pura ilusão, like não é voto. Precisamos trabalhar, e muito”, ressaltou. 

O MBL, de acordo com ele, pretende lançar 20 candidatos a deputado federal por diversos partidos e o objetivo é alto: eleger, ao menos, 15.

Nesta terça-feira (27), mais um candidato a presidente da República foi confirmado. O dono da rede de lojas Riachuelo, o empresário Flávio Rocha, irá se filiar ao PRB para concorrer ao pleito em outubro deste ano. Rocha acertou a sua entrada na sigla após conversa com deputados federais e com o presidente do PRB, Marcos Pereira, que é bispo licenciado da Igreja Universal e ex-ministro da Indústria. O empresário, que era filiado ao PR, vai assinar a ficha de filiação ao PRB ainda nesta terça. 

O próprio Rocha, durante o acordo, teria revelado sua disposição em financiar a sua campanha, já que a legenda afirmou não dispor de recursos do fundo eleitoral para bancar uma candidatura presidencial. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, a família do empresário tem um patrimônio que gira em torno de uma fortuna de R$ 1,3 bilhão. 

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Flávio Rocha é evangélico e deve adotar, caso seja concretizado a candidatura, uma campanha com um norte mais conservador. Ele também é ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), que foi a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. 

Na última sexta-feira (23), Flávio comunicou que vai deixar a diretoria da Guararapes Confecções, grupo que administra a Riachuelo. Ele fica no cargo até o término de se mandato, no final de abril. 

Em clima de defesa do ex-presidente Lula, o diretório estadual do PT em São Paulo definiu sua chapa paulista para as eleições. O ex-prefeito de São Bernardo do Campo e presidente estadual do PT, Luiz Marinho, se firmou como pré-candidato petista ao governo ao derrotar o ex-prefeito de Guarulhos Elói Pietá por 660 votos (79%) contra 175 (21%). O quórum foi menor do que os de 1.200 delegados esperados inicialmente.

O vereador Eduardo Suplicy foi aclamado candidato a uma das duas vagas do partido para disputa no Senado. A segunda será usada para fechar aliança com outra sigla. Se não houver composição que exija a vaga, Jilmar Tatto, ex-secretário municipal de Transportes, entra na disputa. Ele derrotou a vereadora Juliana Cardoso, com 489 votos (58%) contra 350 (42%).

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Palavras de ordem em favor de Lula permearam o evento. Marinho falou da "defesa intransigente de Lula livre" e convocou a militância a protestar no dia 3 de abril, véspera do julgamento do mérito do habeas corpus impetrado pela defesa do petista no Supremo Tribunal Federal. No dia 2, haverá manifestações no Rio e, no dia 4, em Brasília.

O PT de São Paulo ainda não se coligou a outra sigla. Se não fechar alianças, calcula que terá pouco mais de um minuto do tempo de TV dedicado às campanhas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

As chances de que o presidente Michel Temer (MDB) concorra à reeleição em outubro próximo voltou a ganhar peso. De acordo com o jornal O Globo, em reportagem publicada nesta segunda-feira (19), o medebista teria começado a admitir em conversas reservadas que poderá ser o candidato do governo em outubro, caso os nomes vinculados ao seu campo político não vingue nas pesquisas. 

Segundo a matéria do O Globo, um interlocutor relatou que Temer afirmou que quanto mais candidatos a base tiver, melhor. "Mais à frente, o governo terá que escolher o que estiver mais bem posicionado. Se não for ele próprio, ele apoiará outro”, chegou a dizer a fonte que não teve o nome revelado. De acordo com auxiliares, Temer era “candidatíssimo” até a semana passada, mas o assunto foi abafado após a morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL).

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Pelo visto, Michel Temer pouco está se importando com o título indesejável que ganhou recentemente. Em outubro do anos passado, ele foi considerado o presidente mais rejeitado do mundo aparecendo atrás, na avaliação do grupo Eurasia, especializado em análise de risco para investidores, até do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro. 

Recentemente, durante uma entrevista, o presidente negou que a medida de decretar intervenção federal na área da segurança pública no Rio de Janeiro teria cunho eleitoreiro. “A intervenção na segurança do Rio é uma jogada de mestre, mas nada eleitoral. Eu sou candidato a fazer um bom governo”, desconversou. 

Considerado homofóbico por uma grande parcela dos opositores, o pré-candidato da presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez uma declaração durante entrevista à TV Estadão que muito deve repercutir. Bolsonaro garantiu que, na eleição de outubro, a maioria dos homossexuais irão votar nele. “A maioria dos homossexuais vota em mim hoje em dia, acredite se quiser”, disse com convicção. 

Bolsonaro falou que não tem nada contra os homossexuais. “A questão LGBT eu tenho a minha posição. A minha posição é o material escolar, que eu sou contra, o resto vão ser felizes”, declarou afirmando, no entanto, que os movimentos LGBT são uma minoria que querem ganhar dinheiro por meio do tema. 

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O presidenciável ressaltou que todas as pessoas são iguais. “Se eu der um tiro em você só porque você é torcedora de tal time de futebol, além de eu ter que responder pelo crime de homicídio, eu tenho que ter uma circunstância agravante, que é o motivo fútil. Você brigar com um cara só porque é homossexual, você vai responder por lesão corporal e mais um agravante por ser homossexual. Nada além disso, no resto somos iguais”. 

Disse também que, atualmente, o “politicamente correto” virou uma doença no meio da classe política. “Eles não se posicionam no tocante a nada. Eu sou diferente de todos eles. Se for colocar questão de ideologia de gênero, armamento, política externa, combate à violência, defesa dos valores familiares, eles são ou antagonistas meus ou se calam”. 

Bolsonaro ainda garantiu que não tem obsessão em ser presidente do Brasil. “Quem vai decidir se eu vou estar lá ou não vai ser o povo brasileiro. Se eu for fazer a mesma coisa que os outros, procurar aliança, procurar recursos e com alianças ganhar tempo de televisão, eu estaria me igualando aos demais pré-candidatos que tem alguma chance no momento”. 

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