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A Universidade Federal de Pernambuco ficou em 20º lugar entre as universidades brasileiras classificadas no ranking 2019 da Times Higher Education (THE), entidade de avaliação de educação superior global. A lista foi divulgada na última terça-feira (15) e mede o desempenho de instituições superiores de países considerados de economia emergente.

Segundo os resultados, a UFPE aumentou os indicadores visibilidade internacional e ensino. Já os índices de pesquisa, citações e receita de indústria por transferência de conhecimento permaneceram sem mudanças.

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Foram avaliadas 442 universidades em todo mundo, sendo 36 instituições no Brasil. A nível global, a UFPE está no intervalo 301 – 350 do ranking.  

 

Pais e responsáveis que ainda querem garantir a matricula das crianças em uma escola municipal do Recife precisam ficar atentos: o prazo para solicitação das vagas remanescentes do processo online termina nesta sexta-feira (18). O horário de atendimento é das 08h às 12h e das 13h às 17h.

Para realizar a matricula, é preciso se dirigir até a unidade educacional desejada portando o número da reserva da matrícula ou protocolo gerado pelo site no momento da reserva da vaga, cópias de certidão de nascimento (ou casamento), carteira de vacinação, cartão do SUS, comprovante de residência e duas fotos 3x4.

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Caso o responsável pela criança não tenha feito o cadastro no site da Prefeitura anteriormente, o ideal é entrar em contato com a escola para saber se há vagas disponíveis naquela unidade. As informações com os telefones das escolas podem ser obtidas no Portal da Educação.

No início do processo de solicitação direto no balcão, dia 7 de janeiro, havia cinco mil vagas disponíveis. Para o ano letivo de 2019, a rede de ensino disponibilizou 21 mil vagas.

 A Secretaria de Educação, Esportes e Juventude de Olinda firmou uma parceria com a Fundação Itaú Social, para implantar na cidade o programa Melhoria da Educação. As ações vão ser desenvolvidas em todo município até dezembro de 2020.

Um dos motivos para Olinda ter sido escolhida para atuação do programa por apresentar entre outras características, um contingente populacional inferior a 500 mil habitantes, matrícula anual na Rede Municipal superior a 10 mil estudantes do ensino fundamental da área urbana, além de ser conhecida cultural e preservação do patrimônio.

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A parceria beneficiará estudantes olindenses com a projetos voltados para gestão escolar, gestão educacional, aplicando a tecnologia no currículo escolar, além de trabalhar a tecnologia em formação continuada e tecnologia em Acompanhamentos da Aprendizagem e Monitoramento Escolar.

“O Trabalho da Fundação Itaú é um ganho na educação pública brasileira. Acreditamos na aproximação entre o poder público com as organizações de todos os setores da sociedade empenhados na efetivação dos direitos prescritos no ensino público de qualidade para que se somem os esforços, aproveitem-se todas as competências disponibilizadas e multipliquem-se as conquistas na educação brasileira”, afirmou o secretário de Educação, Paulo Roberto Souza Silva.

*Com informações da assessoria de imprensa

Propor a discussão e reflexão sobre assuntos importantes como mudanças climáticas, reciclagem no ambiente doméstico, reutilização de água e equilíbrio no consumo de energia foram alguns dos assuntos abordados no projeto desenvolvido em uma escola que funciona dentro de uma unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase).

Nele, estudantes brasileiros e franceses trocaram experiências sobre desenvolvimento sustentável e aprenderam a fabricar materiais de limpeza não agressivos ao meio ambiente.

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A iniciativa foi realizada entre alunos secundaristas do Lycée Sainte Marie, situado em Aire-sur la Lys, na França, e alunos da Escola Estadual Frei Jaboatão, que é da rede administrada pela Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco e tem um anexo dentro do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Jaboatão dos Guararapes, da Funase.

Desenvolvendo atividades com o auxílio de um aplicativo tratutor e do twitter, o intercâmbio de vivências foi destaque na edição mais recente da Revista PEA-Unesco e em postagem feita no perfil da ONU France no Twitter.

Para Vera Braga, gestora de Educação Inclusiva e Direitos Humanos da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco, o reconhecimento da ONU é muito importante, pois valoriza o trabalho dos profissionais e estudantes envolvidos. “São profissionais que se esforçam diariamente para que esses adolescentes sejam reintegrados na sociedade”, afirma.

Já o coordenador geral do Case Jaboatão, Mozat Lourenço, destaca que “a realização desse projeto e a repercussão que ele tomou mostram o compromisso com que fazemos a socioeducação. Os adolescentes estudam, participam de diversas atividades pedagógicas, têm habilidades reconhecidas e, cada vez mais, dão passos seguros para terem todas as condições de se reintegrar à sociedade”.

A unidade da Funase atende adolescentes com idades entre 12 e 15 anos e é a única instituição de ensino para adolescentes em privação de liberdade do Brasil a participar do rol de 583 associadas à Rede PEA-Unesco.

*Com informações da assessoria de imprensa

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“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso. Amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade”. É assim que o próprio Paulo Freire se descreve, em uma das suas tantas frases famosas. Desde 2012, o educador é considerado o patrono da educação brasileira. Acusado de ser um "doutrinador comunista" por membros do atual governo Bolsonaro, o pedagogo é o único brasileiro a estar entre os 100 mais citados no Google Scholar - ferramenta de pesquisa para literatura acadêmica, na língua inglesa. Mas afinal, quem foi Paulo Freire? 

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Para Agostinho da Silva Rosas, professor da Universidade de Pernambuco (UPE) e ex-presidente do Centro Paulo Freire de Estudos e Pesquisas, Freire foi um homem a frente de seu tempo. “Paulo Freire foi um homem que pensou a sociedade em um tempo de censura e que se arrasta com uma perspectiva profunda de libertação dos povos. Eu estou cada vez mais convencido que Paulo Freire é uma referência mundial para a paz, para aprendermos a viver na diferença”, exalta o docente.

Nascido em Pernambuco, no ano de 1921, Paulo Freire e sua obra são mundialmente conhecidos por seu método alternativo de educação e alfabetização de jovens e adultos. O prestígio mundial veio por meio do seu método aplicado na cidade de Angicos, interior do Rio Grande do Norte. No ano de 1962, Freire alfabetizou, em menos 40 horas, 300 pessoas entre iletrados jovens e adultos. Segundo ele, os homens aprenderam a ler, escrever e a discutir os “problemas brasileiros”.

Na ocasião, que ficou conhecida como “40 horas em Angicos”, Freire utilizou de “palavras geradoras”, baseadas na experiência de vida dos alunos para acelerar o processo de alfabetização. Por exemplo, um pedreiro tem mais familiaridade com palavras como ‘tijolo’, ‘casa’ e ‘obra’. A partir disso, o estudante começava a decodificar a fonética das palavras e a ampliar seu repertório.

“A perspectiva freiriana, quando ele trabalha com a educação de adultos incrementando o estudo político, possibilita pensar a dinâmica do processo de alfabetização muito à frente do domínio da palavra, seja ela falada ou escrita”, explica Agostinho.

Com o feito, Freire foi indicado ao posto de Coordenador do Plano Nacional de Alfabetização, pelo então presidente João Goulart, em 1964. Porém, o decreto teve vida curta. A intervenção militar realizada no mês de abril daquele mesmo ano, porém, extinguiu o plano e deixou o educador preso. Tempos depois, ele decide se exilar, retornando ao Brasil só em 1980. "A Embaixada da Bolívia foi a única que o aceitou como refugiado político. Em setembro de 1964, Paulo Freire deixa o Brasil rumo ao exílio", afirma, em nota, o Instituto Paulo Freire. Durante o período do regime militar, seus ensinamentos foram amplamente combatidos e censurados, sobre acusações de serem subversivos e de origem comunista.

 Segundo Agostinho, o fato explica o motivo pelo qual certa parcela da população, atualmente, o acusar de querer implementar uma suposta doutrina ideológica de esquerda nas escolas. Para o docente, as acusações são feitas por falta de conhecimento da vida e obra do autor. “A ideia de acusar Paulo Freire de um retrógado ou de qualquer tema nesse sentido é um atestado a falta de conhecimento, de uma leitura autêntica, autônoma e inadequada da vida e obra dele”, afirma.

Uma das hipóteses apontadas pelo instituto para a acusação de "comunismo" é o fato de que uma das ideias de Paulo Freire era de que a educação transformava as pessoas e as pessoas transformadas, por consequência, tinham o poder de transformar o mundo. "Se a população começar a ter acesso a uma educação problematizadora, que questiona a desigualdade social e econômica, os privilégios das elites, que questiona a ausência de mecanismos de controle social, por exemplo, sobre a mídia e sobre o sistema financeiro, que questiona a injustiça social e todas as formas de preconceito e de discriminação", salienta o instituto.

Agostinho é ainda mais duro na hora de descrever quem profere tais críticas. “Quem acusa Paulo Freire desta maneira tem medo. Tem medo da liberdade, da diversidade, do diálogo, da autonomia, da libertação dos povos. É a única coisa que eu posso especular”, finaliza.     

Com o fim da ditadura militar no Brasil, em 1980, Freire volta ao País e começa a lecionar na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Neste mesmo ano, o autor publicou sua obra mais emblemática, escrita nos tempos de exílio. Na “Pedagogia do Oprimido”, um dos livros mais citados em obras acadêmicas no mundo, Freire critica o então modelo vigente de ensino, o chamando de “Educação Bancária”. Segundo ele, por sua posição privilegiada, os professores acabam por oprimir os estudantes. Ele salienta, ainda, que os professores tratam os alunos como simples depósitos de informação, que por sua vez absorvem dócilmente os assuntos abordados.

A pedagogia desenvolvida por ele vai na contramão disso. Segundo o escritor, a pedagogia do oprimido tem como “tônica incentivar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade”. Para Socorro Vital, coordenadora pedagógica da UNINASSAU Fortaleza, a obra promove uma forma de ensino na qual todos os envolvidos no processo de educação aprendem.     

“Na hora que ele prega essa nova filosofia, ele tira o poder do professor. O professor deixa de ser o detentor do saber, do conhecimento, da verdade absoluta. A partir disso, é proposta uma educação onde ambos aprendem. Tanto professor vai aprender com o aluno, quanto o aluno vai aprender com o professor”, explica a pedagoga. 

  Para a Socorro, além de otimizar o sistema educacional, o estudo tem como objetivo tornar os alunos um ser político consciente e ativo. “No livro, ele fala que existe o opressor e existe o oprimido. E até que ponto esse oprimido se deixa oprimir realmente. O que fazer para sair dessa opressão, para que esse oprimido passe ter vez e voz dentro da sociedade”, explica a especialista.   

Paulo Freire faleceu em 1997, no estado de São Paulo, aos 75 anos. Quase 21 anos depois de sua morte, o educador continua sendo homenageado e questionado durantes os anos. Para Agostinho, as críticas, soam com certa normalidade. “Eu vejo como normal, Paulo Freire não era implacável nos acertos. Era uma pessoa comum, como qualquer outra. Uma pessoa humana, não livre de erros”, pondera.

Legado no Exterior    

Paulo Freire é um dos acadêmicos brasileiros mais prestigiados no mundo. O pedagogo ganhou 41 títulos de doutor honoris causa de universidades estrangeiras, como Havard, Oxford, Cambridge, Genebra, Estocolmo e Lisboa. O livro Pedagogia do Oprimido é o terceiro mais citado em trabalhos acadêmicos do mundo na área das ciências humanas, segundo levantamento feito pelo pesquisador Elliott Green, educador da Escola de Economia e Ciência Política de Londres (ING).   

A Finlândia, considerada como um dos países com melhor qualidade educacional do mundo, conta com um instituto exclusivo para discutir a obra do escritor. Em seu site, a iniciativa disponibiliza três livros com artigos do educador traduzidos para o finlandês. Ao total, a publicação obteve cerca de 17 mil downloads. Institutos semelhantes ao encontrado na Filândia podem ser encontrados na Suécia, Inglaterra, África do Sul, entre outros países de todo o mundo. 

Na Suécia, Freire aparece em um monumento público. A obra “Depois do Banho” é feite em uma peça de pedra-sabão esculpida entre 1971 e 1976, pela artista Pye Engström. Ao lado de Freire, aparecem outras personalidades políticas, como Pablo Neruda, Sara Lidman e Elise Ottesen-Jensen.   

Porém, assim como no Brasil, a obra Freiriana está longe de ser unanimidade. Em 1970, John L. Elias, então pedagogo da Universidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos, questionou o sentido da obra de Freire. “A teoria da aprendizagem de Freire está subordinada a propósitos políticos e sociais. Tal teoria se abre para acusações de doutrinação e manipulação. A teoria de Freire da aprendizagem é doutrinária e manipuladora?", questionou Elias.   

Ainda segundo o pedagogo norte-americano, Freire observava os sistemas educacionais da época como “principal meio que as elites opressoras usam para dominar as massas". "Conhecimento e aprendizado são políticos para Freire, porque eles são o poder para aqueles que os geram, como são para aqueles que os usam”, provoca.

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"Na educação, o sol deveria brilhar para todos" foi o tema da roda de conversa com a professora e pedagoga Ana D’Arc, na Escola de Samba da Matinha. O evento ocorreu na noite de segunda-feira (14), no barracão da Escola de Samba, no bairro de Fátima, em Belém.

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Organizada pela Comissão de Combate ao Trabalho Infantil do Tribunal Regional do Trabalho da 8 Região (TRT8), o evento reuniu integrantes da Escola de Samba da Matinha, moradores da comunidade e professores da UNAMA – Universidade da Amazônia.

Ana D’Arc, que é pedagoga e professora da UNAMA, conversou com os que estavam presentes sobre a importância da educação no processo de desenvolvimento social e citou, como exemplo, as metodologias de Paulo Freire, de que há várias formas de compartilhar conhecimento e que as formas devem ser próximas às realidades das pessoas para que sejam bem-sucedidas.

A desembargadora federal e coordenadora da Comissão de Combate ao Trabalho Infantil do TRT8, Zuíla Dutra, explicou que eventos como esse são para esclarecer a sociedade sobre os males provocados pelo trabalho infantil e também a importância do estudo, da educação e do brincar para o pleno desenvolvimento da criança e do adolescente. Segundo a desembargadora, a conscientização vai propiciar uma sociedade diferente no futuro.

Para a juíza do TRT8, Vanilza Malcher, que também é gestora da Comissão de Combate ao Trabalho Infantil, as oficinas e rodas de conversas são formas de estimular a comunidade, especialmente as crianças, adolescentes e jovens, a estudar. Vanilza explicou que, para incentivar a educação, o projeto se uniu à UNAMA, que terá, no desfile oficial da prefeitura de Belém no carnaval deste ano, uma Ala com o tema "O direito de sonhar: o sol deverá brilhar para todos".

Fábia Jaqueline, coordenadora do curso de Serviço Social da UNAMA, disse que eventos como esse aproximam a Universidade das pessoas, levando conhecimento e educação para combater o trabalho infantil e mudar a realidade da comunidade. Fábia afirmou que esse é o principal objetivo da instituição.

Segundo Rodolfo Trindade, presidente da Escola de Samba, a roda de conversa e a parceria da UNAMA com a Escola de Samba da Matinha são de grande importância para a conscientização sobre o combate ao trabalho infantil e que no Ninho da Coruja a criança e o adolescente têm direito de sonhar.

Haverá roda de conversa nesta terça-feira (15) com Adriana Azevedo, presidente da FUNPAPA, e na quarta-feira (16) com o juiz de Direito Cláudio Rendeiro, o Epaminondas Gustavo, seu personagem humorístico, ambas às 18 horas, na Escola de Samba da Matinha.

A edição 2019 do PE no Campus, o Programa de Acesso ao Ensino Superior, foi lançada nesta segunda-feira (14) pelo Governo do Estado. Jovens de baixa renda poderão receber bolsas de estudo para auxiliarem os custos para a preparação e custos da graduação em universidades públicas.

Ao total, serão disponibilizadas mil bolsas, sendo 900 para os estudantes que optarem por concorrer por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outras 100 para os que escolherem concorrer por meio das notas obtidas nas três etapas de avaliação do Sistema Seriado de Avaliação (SSA) da Universidade de Pernambuco (UPE).

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O apoio financeiro é oferecido para estudantes de baixa renda da Rede Estadual de Ensino que forem aprovados em instituições públicas de ensino superior da rede pública estadual ou federal localizadas em todo o território nacional.

O programa ainda proporciona bolsa para mobilização e preparação dos estudantes para que participem do Enem e do Sistema Seriado de Avaliação (SSA) da UPE.

Os valores são mesurados da seguinte forma: uma bolsa mensal no valor de até R$ 950 no primeiro ano e de R$ 400 no segundo ano do curso.

De acordo com o Governo, a quantia ajudará nas despesas do curso, moradia, alimentação e transporte. O objetivo é melhorar as condições de acesso à universidade dos estudantes egressos do Ensino Médio Público pernambucano.

Para obter o benefício, o candidato deve ter estudado todo o Ensino Médio na Rede Pública Estadual e ter concluído, no máximo há cinco anos. Além de ser atendido pelo Bolsa Família ou ter renda familiar inferior a três salários mínimos.

É necessário, também, ter residência fixa com distância igual ou superior a 50km da universidade e ter sido admitido em curso de graduação numa instituição de ensino por meio do Enem ou SSA realizado em 2018, com previsão de ingresso para 2019.

As inscrições para o Programa serão realizadas, exclusivamente, pelo da Secretaria de Educação do Estado. Para mais informações e início do processo seletivo o candidato deve conferir o edital que será disponibilizado também no endereço.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Dias Toffoli, determinou nessa sexta-feira (11), a suspensão de todas as decisões judiciais que autorizavam municípios a utilizar recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para pagamentos de honorários a advogados, em autos de ações de execução movidas por estados e municípios do Brasil.

De acordo com a Procuradoria Geral da República, cerca de 20% do valor recebido  pelos municípios para o fundo de educação iria para o pagamento de advogados, via precatórios. A dívida acumulada chega aos 90 milhões.

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Em dezembro do ano passado, a Procuradora Geral, Raquel Dodge, solicitou ao Supremo a suspensão dessas decisões, justificando que o dinheiro do Fundeb deve ser aplicado na educação básica.

No documento assinado pelo Ministro do STF, ele afirma que a utilização errada dessa verba prejudica, sobretudo, as áreas que carecem de escolas e faz com a educação brasileira continue deficiente. “Trata-se de situação de chapada inconstitucionalidade, potencialmente lesiva à educação pública em inúmeros municípios, carentes de recursos para implementar políticas nessa área e que pode redundar em prejuízos irreparáveis à educação de milhares de crianças e adolescentes por este país afora”.

Com o início do ano letivo também começa a busca dos pais dos estudantes pelos melhores preços, mas é preciso prestar atenção para evitar eventuais abusos. A Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso, alerta sobre os direitos dos consumidores na hora de efetuar matrículas e comprar material escolar.

De acordo com a Lei federal nº 12.866/2013, que trata do valor total das anuidades escolares, entre outros, é expressamente proibido que o consumidor honre com eventuais pagamentos adicionais e/ou fornecimento de materiais escolares de uso coletivo dos estudantes e da própria instituição.

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O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Rodrigo Palomares, explica que são vedados de compor a lista de materiais escolares produtos como material de limpeza, papel higiênico, copos descartáveis, tonner de impressora, fita adesiva e outros.

"É importante observar que se alguns produtos constarem na lista com quantidade exagerada, ou seja, supostamente para uso coletivo, o consumidor tem o direito de ter acesso ao plano de ensino do ano letivo para verificar se há ou não abuso no pedido", destaca Palomares.

Ele lembra que é vedado pelo Código de Defesa do Consumidor a imposição pela instituição de ensino da marca do material escolar a ser adquirido, bem como do local para a compra, 'sob pena de configuração do crime de venda casada'.

Segundo Palomares, se houver prejuízo, o consumidor terá direito a reembolso no dobro do valor que teve que desembolsar, podendo, inclusive, se ocorrer, ser indenizado por danos extrapatrimoniais - moral, imagem, temporal, existencial, etc.

O Ministério da Educação (MEC) abriu sindicância para investigar caso de mudança no edital dos livros didáticos distribuídos nas escolas públicas do Brasil. O texto publicado no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 2 de janeiro, retirava a exigência de obras que retratassem a diversidade étnica e o compromisso com ações de combate a violência contra mulher.

Após críticas, O MEC anunciou o cancelamento das modificações no edital e afirmou que as referidas mudanças foram realizadas pelo governo do ex-presidente Michel Temer. Responsável pela pasta até o dia 31 de dezembro de 2018, o ex-ministro da pasta, Rossieli Soares, destacou que “todos os atos a partir do dia 1º de janeiro são de responsabilidade do novo governo”.

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Em nota divulgada nesta quinta-feira (10), o MEC informou que “irá se pronunciar após os resultados das investigações”. A pasta ainda afirmou que o governo Bolsonaro tem compromisso com a educação igualitária para todos. “O MEC reitera o compromisso com a educação igualitária para toda população brasileira e desmente qualquer informação de que o Governo Bolsonaro ou o ministro Ricardo Vélez decidiram retirar trechos que tratavam sobre correção de erros na publicação, violência contra a mulher, publicidade e quilombolas de forma proposital”.

 

O Instituto Nacional de Educação de Surdos (NeoINES) divulgou nesta quinta-feira (10) através do Diário Oficial da União edital de processo seletivo para interessados em ingressar no curso de graduação curso de graduação em pedagogia - licenciatura -, na modalidade EAD. Ao total, são oferecidas 390 vagas para ingresso no primeiro semestre de 2019.

As oportunidades são para formação online. Mas, de acordo com o Instituto, os candidatos deverão realizar alguns procedimentos nos Polos espalhados pelo país. Os estados que abrigam são Rio de Janeiro, Goiás, Santa Catarina, Pará, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

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Trinta vagas são distribuídas para cada um dos polos, 15 delas para ouvintes e as demais para candidatos surdos. As inscrições são gratuitas e, de acordo com o documento oficial, "o curso objetiva formar professores e gestores educacionais, surdos e ouvintes, em uma perspectiva bilíngue (Libras/Língua Portuguesa) e intercultural na modalidade online, para atuar na área da docência (Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental) e na gestão de espaços educativos formais e não formais".

De acordo com o edital, para concorrer às vagas, os candidatos devem ter concluído o Ensino Médio e ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) em uma das 03 últimas edições (2016, 2017 ou 2018). Nesta fase, caso o participante tenha participado de mais de uma dentre essas edições do ENEM, será considerada a edição em que obteve maior pontuação.

Os interessados devem realizar as inscrições para processo seletivo no site do NeoINES, de 21 a 25 de janeiro. Durante o processo, o candidato deverá descrever qual será o Polo de Apoio Presencial e  o tipo de vaga que deseja concorrer (Ampla concorrência ou Cota).

Segundo o edital da seleção, estão reservadas 50% das vagas oferecidas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Deste processo, também há vagas para preenchimento de candidatos  autodeclarados pretos, pardos e indígenas. Ainda há outros critérios de seleção, como a renda familiar per capita. O quadro com a reserva de vagas está disponível no edital do processo seletivo.

O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 30 de janeiro. Para realizar a matrícula, os selecionados devem comparecer ao Polo no qual submeteu inscrição, do dia 30 de janeiro a 1° de fevereiro. A lista de documentos está disponível no edital.

Caso o selecionado não compareça, haverão novas classificações. Estão programadas mais duas. O resultado será divulgado no dia 6 de fevereiro e as matrículas começam a partir do dia 7 do mesmo mês. 

Hibrael Sampaio tem 15 anos e um futuro promissor pela frente. Apesar da pouca idade, o jovem conquistou a primeira colocação no vestibular 2019.1 do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). Hibrael alcançou a pontuação de 86.26, para o curso Técnico Integrado de Eletrônica, do campus Recife. 

Questionado sobre qual foi o segredo para conquistar o feito, Hibrael disse: “O principal é ter foco, garra nos estudos, fé e determinação. Nunca desistir dos seus sonhos. Sem isso, vai ser muito difícil conseguir alcançar seus objetivos”, afirma. 

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Mas além de foco e perseverança, é necessário muito estudo. Para Hibrael, muito estudo não significa, necessariamente, perder horas de sono. Segundo ele, uma rotina de estudos moderada, nem muito intensiva, nem muito relaxada, foi decisiva para a aprovação. “Estudei por dois anos, de duas a três horas por dia. Sem me preocupar em decorar assunto, mas, sim, aprender. É essa dica que eu deixo para quem vai prestar vestibular esse ano.”, exalta.   

Não há formula pronta 

O professor Fernandinho Beltrão é professor e dono de um dos preparatórios para o Enem e vestibulares mais prestigiados do Brasil. Ele afirma que, mesmo encarando as dicas de um primeiro colocado, não há formula pronta para alcançar tal feito e exemplifica a forma de preparação com uma metáfora: 

“Imagine que você está em um automóvel e está dirigindo este automóvel. Você consegue chegar a 100km/h acelerando, mas como você consegue visualizar essa aceleração? Olhando o velocímetro. Esse velocímetro é que lhe dar a noção da sua posição”, relata. Continua o educador: “então, há fatores como o combustível, pista, e depende de o indivíduo acelerar ou não.”, explica. 

Professor Fernandinho Beltrão, dono do Centro de Estudos Fernandinho Beltrão/Reprodução LeiaJáTV

Segundo o educador, a pista é o caminho traçado, as etapas para conquistar o objetivo final. O combustível é como se fosse a aula, o material didático usado. Já o acelerador é a forma de estudo, como o aluno se prepara para encarar esse caminho. Por último, o velocímetro é a avaliação que o aluno faz de seus próprios conhecimentos, como testes, simulados e provas. Para Fernandinho, é com esses fatores que o estudante consegue visualizar melhor o próprio caminho.

“Tem gente se não meter o pé no acelerador, não anda, não vai para frente. Tem outras, que não precisam acelerar tanto para conseguir passa. Cada um é cada um, é preciso entender isso.”, finaliza o docente.

 

Com a posse do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Ricardo Vélez Rodríguez foram feitas, esta semana, mudanças na estrutura do Ministério da Educação (MEC). A pasta passa a contar agora com a Secretaria de Alfabetização, a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, além de uma Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares.

As novas secretarias e subsecretaria são voltadas principalmente para a educação básica, etapa que compreende desde as creches ao ensino médio e que, segundo Vélez Rodríguez, será prioridade do governo. Para implementar as mudanças nas escolas, o MEC precisará do apoio de estados e municípios, que detêm a maior parte das matrículas.

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Escolas cívico-militares

Baseado no alto desempenho de colégios militares em avaliações nacionais, o governo quer expandir o modelo. Segundo o decreto que detalha as atribuições do MEC, haverá uma subsecretaria para desenhar uma modelagem de gestão escolar que envolve militares e civis e garantir a aplicação desse modelo nos estados e municípios.

É a chamada Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares. Pelo decreto, a adesão de estados e municípios ao modelo será voluntária. Em nota, o MEC explica que a presença de militares na gestão administrativa “terá como meta a resolução de pequenos conflitos que serão prontamente gerenciados, a utilização destes como tutores educacionais, para a garantia da proteção individual e coletiva, dentre outras visando a disciplina geral da escola. Os militares contribuirão com sua visão organizacional e sua intrínseca disciplina; os civis com seus conhecimentos pedagógicos, todos juntos farão parte desta proposta de estrutura educacional”.

Ainda segundo o MEC, o Brasil apresenta altos índices de criminalidade.“Neste contexto o Ministério da Educação buscará uma alternativa para formação cultural das futuras gerações, pautando a formação no civismo, na hierarquia, no respeito mútuo sem qualquer tipo de ideologia tornando-os desta forma cidadãos conhecedores da realidade e críticos de fatos reais”. Esse modelo será implementado preferencialmente em escolas em situação de vulnerabilidade social e para as famílias que concordam com essa proposta educacional.

Novas secretarias

As duas novas secretarias do MEC foram criadas a partir da extinção da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi): a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação e Secretaria de Alfabetização. Dentro da primeira, haverá, entre outras, uma diretoria voltada apenas para pessoas surdas, a Diretoria de Políticas de Educação Bilíngue de Surdos, além de uma estrutura voltada para apoio a pessoas com deficiência.

A pauta ganhou destaque no governo com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é intérprete de Língua de Sinais Brasileira (Libras). Na posse presidencial, ela quebrou o protocolo e discursou em Libras. A secretaria de Alfabetização, segundo o MEC, cuidará da alfabetização não apenas em português e matemática, mas também em novas tecnologias. Segundo o decreto, a secretaria se ocupará ainda da formação dos professores por meio da Diretoria de Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores Alfabetizadores.

Estados e municípios

Para que essas medidas cheguem às salas de aula, será necessária a participação de estados e municípios. As entidades que representam os secretários municipais e estaduais de Educação ainda não se reuniram com a atual gestão do MEC. O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), que representa os estados, tem reunião agendada para o final deste mês.

A presidente do Consed, Maria Cecília da Motta, secretária de Educação do Mato Grosso do Sul, disse que a entidade ainda não tem um posicionamento sobre as mudanças, uma vez que muitos secretários assumiram nesta semana. Segundo ela, independentemente do modelo escolar, cívico, militar ou cívico-militar, a prioridade dos estados, que são responsáveis pela maior parte das matrículas do ensino médio, é a implementação do novo currículo.

No ano passado, o MEC aprovou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para essa etapa de ensino, que define o mínimo que deve ser ensinado em todas as escolas em todo o país. O prazo para a implementação é o ano letivo de 2021, quando começa a valer o novo ensino médio. “O nosso trabalho este ano todo é escrever o novo currículo, com a flexibilização. Ainda não sabemos o que vem de orientação, mas estamos organizando nosso movimento de formação em cima da BNCC”, disse Cecília.

Metodologia

O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, disse esperar o detalhamento das escolas cívico-militares. Em relação à alfabetização, Lima destaca que os métodos aplicados no país são variados e devem ser considerados nas ações.

“A diversidade que existe no nosso país, metodológica, de práticas pedagógicas, de cultura, precisa ser respeitada. Nesse sentido, a nova secretaria tem que ter a sensibilidade para compreender todas essas nuances, para compreender os métodos aplicados”, afirmou, acrescentando que a melhor prática "é aquela que o aluno aprende".

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A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) divulgou, nesta sexta-feira (04), edital de um novo concurso público que visa o preenchimento de 21 vagas para o cargo de professor do Magistério Superior. As oportunidades são para as unidades de Recife, Dois Irmãos, Serra Talhada e Cabo de Santo Agostinho. 

As vagas são destinadas a candidatos de nível superior, com especialização, mestrado ou doutorado. O processo seletivo será composto por quatro etapas, são elas: análise do perfil, apresentação de seminário, defesa memorial e avaliação de títulos. As últimas três fases terão pesos diferentes para atribuição de notas. Os salários podem chegar a R$ 9.600,92. 

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O prazo de inscrições começa a partir do dia 11 de fevereiro e termina no dia 11 de março. As taxas serão cobradas mediante a titulação exigida no perfil ao qual o candidato irá concorrer, sendo R$ 190 para titulação de doutor e R$ 130 para as demais. 

Além do Edital Especifico Nº08/2019, que apresenta as condições gerais para o provimento do cargo de professor de Magistério Superior, outros editas de concursos para docentes foram divulgadas no site da UFRPE

 

 

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou uma alteração na Lei nº 9.394 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Com o novo artigo implementado, os alunos matriculados que, por motivos de crença, precisem se ausentar de provas ou aulas, poderão fazê-lo sem cobrança adicionais para remarcação das mesmas. Segundo consta no Diário Oficial da União, a medida é válida para alunos de instituições públicas e particulares, exceto as de ensino militar. 

O documento apresenta duas alternativas a serem tomadas pela instituição nestas ocasiões. A primeira é a realização de nova prova ou, se for o caso, aula de reposição. Para isso, a instituição deverá agendar nova data, no turno ou em horário marcado, com o consentimento expresso do estudante. A outra vertente é a solicitação de trabalho escrito, ou outra modalidade de pesquisa, com diretrizes definidas pela instituição de ensino. 

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Com a implementação do artigo, os trabalhos de pesquisa, provas agendadas substituirão integralmente as notas das avaliações originais e, também, servirão para regularização do registro de frequência. A lei entra em vigor a partir de 60 dias da data de publicação e as instituições têm até dois anos para realizar as devidas adequações. Confira a publicação na íntegra.

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 A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, explicou a frase “o Enem prejudica família”, em entrevista concedida a Globo News na última quinta-feira (3). Segundo ela, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é “uma excelente inciativa”, porém, em certas situações, pode acabar afastando o jovem do seio familiar.

“O menino sai do Rio Grande do Sul, ele faz o Enem. Ele passa no vestibular para medicina lá no Amapá, que é o grande sonho dele e da família. Este menino é tirado do contexto, as vezes com apenas 16 anos”, explica a também pastora evangélica.

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Para Damares, o afastamento da família pode causar graves danos psicológicos aos estudantes que optam por estudar em universidades distantes de sua casa. “Nós estamos encontrando muitos jovens no Brasil, nos centros universitários, em profundo sofrimento, em depressão. O suicídio no campus é uma realidade.”, denuncia. 

Segundo ela, a solução para tal acontecimento seria a criação de políticas públicas que pudessem deixar os jovens mais próximos dos laços familiares. “Eu não estou criticando o Enem. O que eu quero dizer é que, daqui para frente, quando pensarmos políticas públicas, vamos pensar sobre a perspectiva da família. Vamos trazer a família para esse contexto”, argumenta a ministra.

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O prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR), já afirmou que o município está “de cara nova” nesses dois anos de gestão. O gestor também parece querer tornar a cidade em uma referência quando se trata de educação pública. Em entrevista concedida ao LeiaJá, Anderson contou que a merenda escolar é preparada com um “cardápio especializado” que atende as necessidades dos alunos que precisam de uma atenção maior. 

Ele afirmou que vem implantando “soluções baratas”, mas inovadoras. “Os alunos de Jaboatão têm um cardápio especializada de acordo com as necessidades de cada um. Uma criança hipertensa, que tem problema com sal, por exemplo, a mãe comunica para a escola e a merenda é preparada de acordo com a necessidade dela”, contou. 

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Anderson Ferreira também disse que 48 colégios de Jaboatão possuem dispositivos de presença facial. “A gente não vê isso nem em escola particular. É um aparelho que faz a leitura facial do estudante e, automaticamente, se esse aluno não chegar na escola, o pai recebe um SMS informando que o filho não chegou lá. Também é um controle para a merendeira saber a quantidade exata de crianças que estão presentes no dia”. 

O prefeito declarou que todo esse conjunto de iniciativas demonstra que a prioridade do governo é cuidar bem das pessoas. “O importante é que a população reconheceu isso. Hoje, você há de convir, que o resultado das urnas demonstrou isso”. 

“Nosso deputado federal André Ferreira teve 40 mil votos na cidade de Jaboatão, para a história da cidade é uma votação expressiva tanto o deputado estadual Manoel Ferreira, que obteve 18 mil votos, enquanto o meu antecessor que foi candidato a deputado estadual [Elias Gomes] teve quatro mil votos. O resultado eleitoral é um reconhecimento na nossa gestão já agora em menos de dois anos de gestão”, comemorou. 

Inclusão social também tem sido um foco do seu governo. Para iniciar o ano oferecendo oportunidades, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria Executiva de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, na próxima segunda-feira (7), dará início às inscrições para cursos gratuitos profissionalizantes voltados ao seguimento da economia solidária. Para participar, os interessados devem ser residentes no Jaboatão dos Guararapes e ter cursado o Ensino Fundamental I. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 7 de fevereiro, das 9h às 16h, na Agência do Trabalhador da Regional ou no Centro de Orientação Permanente à Economia Solidária (Copes). 

Em seu discurso de posse, o presidente da República reafirmou seu compromisso de construir uma sociedade “sem discriminação ou divisão”, mas em seu primeiro dia de trabalho oficial no comando do Brasil, nesta quarta-feira (2), o militar fez um anúncio polêmico por meio das redes sociais: o Ministério da Educação desmontou a Secretaria de Diversidade para criar uma subpasta de Alfabetização. 

Bolsonaro, no argumento, falou que é necessário formar cidadãos preparados para o mercado de trabalho. “O foco oposto de governos anteriores, que propositalmente investiam na formação de mentes escravas das ideias de dominação socialista”, disse. 

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A atual Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) vai virar uma subpasta denominada Modalidades Especializadas. A Secadi foi criada, em 2004, com o objetivo de fortalecer a atenção a grupos que historicamente são excluídos da escolarização. 

Nessa terça (1°), Bolsonaro já tinha falado sobre “libertar” o Brasil do socialismo. "Podemos eu, você e nossas famílias, restabelecer padrões éticos e morais que transformarão nosso Brasil", salientou. 

A Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, está com inscrições abertas para o Vestibular 2019 de Engenharia. A taxa de inscrição é R$ 100 e os interessados podem se inscrever até o dia 16 de janeiro.

Ao todo, 56 vagas são ofertadas para os cursos de Engenharia de Controle e Automação; Engenharia de Produção; Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica. Metade das vagas disponíveis são destinadas a candidatos cotistas, oriundos de escolas públicas, com renda de até 1,5 salário mínimo per capita e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.

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Candidatos de baixa renda inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) podem solicitar a isenção da taxa de inscrição até a próxima sexta-feira (04). O resultado das solicitações será divulgado no dia 11 de janeiro.

O vestibular será realizado no dia 27 de janeiro na cidade de Itajubá (MG), das 13h às 18h. As provas serão formadas por 50 questões objetivas envolvendo assuntos das disciplinas de matemática, física e química, além de redação. Os locais de prova serão disponibilizados no dia 25.

A divulgação do resultado do vestibular está prevista para ocorrer no dia 15 de fevereiro. os aprovados devem realizar sua matrícula nos dias 18 e 19 seguintes. Outras cinco chamadas serão feitas pela Unifei, porém as datas ainda não foram informadas.  

A Organização das Nações Unidas (ONU) está com inscrições abertas para seu curso de “Segurança Ambiental e Manutenção da Paz”. Nas aulas, os estudantes poderão aprender sobre recursos naturais e meio ambiente como veículo da paz.

Segundo o órgão, o curso é destinado a especialistas em paz e segurança que querem entender mais sobre recursos naturais; especialistas em recursos naturais que desejam projetar mais programas sensíveis a conflitos; praticantes de desenvolvimento sustentável - assim como atores do setor privado - que precisam entender como os recursos naturais podem ser desenvolvidos em contextos frágeis com governança deficiente; e graduados avançados e estudantes de pós-graduação interessados nos principais conceitos e práticas deste campo.

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As aulas serão ministradas em inglês e contarão com legenda em portugês, francês e espanhol. Especialistas de diversas instituições dos Estados Unidos da América abordarão os conteúdos programáticos e apresentarão palestras. Ao total, serão oito semanas de aulas pré-gravadas. Além disso, os estudantes contarão com material didático, espaços para questionário e passarão por uma avaliação final.

O candidato que alcançar média de 70% receberá certificado de proficiência nos assuntos abordados, se conseguir média geral acima de 85%. As aulas terão início a partir do dia 1º de março e os interessados podem se inscrever pelo site da ONU.

 

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