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Aos poucos, as famílias brasileiras começam a retomar alguns hábitos de consumo adquiridos nos tempos de bonança da economia. Depois da longa recessão econômica que fez os consumidores cortarem ou substituírem produtos no dia a dia, a lista de compras voltou a ser incrementada com mercadorias um pouco mais caras. No lugar da margarina, a manteiga retornou à mesa; assim como o óleo de soja foi substituído pelo azeite de oliva. O requeijão, a batata congelada e o pão industrializado também estão de volta ao cardápio dos consumidores.

Dados da consultoria Kantar Worldpanel mostram que, em 2017, mais de dois milhões de lares voltaram a comprar manteiga pelo menos uma vez no ano - indicador que mostra uma reação do mercado de consumo. No auge da crise, o produto estava presente em 32,94% dos lares brasileiros. Com a retomada, a participação subiu para 36,80% - superior à registrada antes da recessão, em 2014 (34,17%). O mesmo ocorreu com o azeite, que retornou à lista de supermercado de 1,4 milhão de famílias.

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"À medida que a economia melhora, a primeira cesta a dar sinais de recuperação é a de bens de consumo não duráveis", afirma a diretora de negócios e Marketing da Kantar, Christine Pereira. A retomada é explicada por um conjunto de fatores: inflação baixa, juros no menor patamar histórico, aumento da renda e ligeira reação do mercado de trabalho.

Outro motor do consumo foi a redução do endividamento das famílias, que chegou a comprometer 22,8% da renda mensal em 2015. De lá pra cá, o indicador seguiu um movimento de queda. Segundo dados do Banco Central, em dezembro do ano passado, já estava em 19,9%.

Cálculos do economista Maurício Molan, do Santander, mostram que o aumento da massa salarial e o recuo do endividamento dos brasileiros devem liberar cerca de R$ 124 bilhões para a economia. "Vemos um crescimento consistente do consumo neste ano, já que o emprego e a renda estão voltando. Tudo isso é muito poderoso."

A expectativa é de que o varejo tenha um avanço de 4,7% em 2018 - o que deve ajudar a sustentar as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em torno de 3%. Levantamento da Tendências Consultoria Integrada mostra que o aumento do consumo deverá ser puxado em especial pelos Estados do Norte e por São Paulo.

O economista da consultoria, Adriano Pitoli, afirma que quem sofreu mais durante a crise tem potencial para registrar melhor desempenho agora. Ele lembra que a maior disponibilidade dos bancos para emprestar dinheiro também pode ter efeito positivo nesse mercado. Durante a crise, as instituições financeiras fecharam os cofres para novos empréstimos às pessoas físicas.

"Mas, vale pontuar que há um longo caminho pela frente para o País retomar por completo os níveis pré-crise", diz Pitoli. Segundo ele, projeções apontam que apenas em 2021 o Brasil vai voltar ao patamar de consumo de 2013. Essa avaliação é compartilhada pela diretora da Kantar, Christine Pereira. Ela destaca que, apesar de novos compradores e do avanço nas vendas de produtos de maior valor agregado, o desafio é aumentar a frequência de compras, ainda limitada.

Outra dificuldade é que essa onda de consumo, por ora, não deve ser acompanhada de grandes volumes de investimentos. "A ociosidade ainda é muito grande e vai demorar para ter um gatilho de novos investimentos produtivos", diz Pitoli. O economista do Santander, no entanto, tem opinião diferente. Segundo ele, apesar do baixo uso da capacidade instalada, há outros investimentos importantes que podem ser feitos agora, como a modernização de parques industriais e a demanda por máquinas no agronegócio, que tem efeito multiplicador na economia. "Os indicadores são bastante positivos, especialmente se levarmos em consideração que estamos saindo de uma grave recessão."

Azeite volta à mesa

A recessão pegou a cabeleireira Gilda Barbosa da Silva, de 46 anos, no contrapé. Com duas obras em andamento e queda nas receitas por causa da movimentação menor no salão, ela teve de reduzir despesas do dia a dia. Trocou a marca do sabão em pó por uma mais barata, substituiu o azeite por óleo e a picanha por acém. "Foi um pavor", lembra Gilda, que agora começa a respirar aliviada com os sinais de recuperação da economia.

O movimento no salão voltou a crescer; o rendimento do marido, que trabalha com peças automotivas, melhorou; e a filha, que estava desempregada, conseguiu uma recolocação. Ela lembra que a mudança começou no último trimestre de 2017 e continua positiva. "Hoje já voltei a consumir Omo (sabão em pó), azeite e picanha", comemora a cabeleireira, que também planeja uma viagem para Alagoas com a família no fim do ano.

Gilda faz parte do grupo de famílias que conseguiram emergir da intensa crise econômica brasileira. Um levantamento feito pela consultoria Nielsen mostra que 22,2% dos lares conseguiram superar a recessão no ano passado. Para isso, as famílias tiveram de promover um forte ajuste no orçamento doméstico. Segundo a pesquisa, os gastos foram reduzidos em 25%.

"Esta crise foi um pouco mais sofrida do que as anteriores. Estamos falando de uma geração que consumiu produtos diferentes em anos passados, mas teve de cortar por causa da recessão", diz a especialista em consumo da Nielsen, Mariana Morais.

A representante comercial Tatiana Arjona sentiu na pele os reflexos da crise. Parou de comer fora, trocou o café em cápsulas pelo café em pó, deixou de ir ao salão de beleza para fazer unha em casa e cancelou o plano de TV a cabo. Ela fechou uma empresa e passou a ser representante comercial ao lado do marido, Ivan. Nesse processo, a renda do casal caiu 40%.

Mas, de quatro meses para cá, a situação voltou a entrar nos trilhos e a renda familiar melhorou. "Hoje já consigo comprar o xampu de marca que sempre gostei, maquiagens e comer fora de casa", diz ela. "O azeite, que tinha trocado por uma marca inferior, agora já é de mais qualidade. A situação melhorou bastante." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ministro da Educação (MEC), Mendonça Filho (DEM), em entrevista concedida ao LeiaJá, falou sobre o atual cenário econômico e político brasileiro. Na avaliação do democrata, o governo Temer tem contribuído para a melhoria da economia. “Com o governo Temer, acho que é o início da recuperação econômica”, ressaltou. 

O auxiliar ministerial do presidente Michel Temer (PMDB) também detonou a gestão do PT e acredita que os brasileiros agora que estão saindo “do fundo do poço”. “O Brasil viveu a maior crise da história econômica de todos os tempos com 14 milhões de desempregados que herdamos da gestão desastrosa do PT. Foi uma recessão maior de que a de 1929, com o colapso da Bolsa de Valores em Nova York e agora a gente está saindo do fundo do poço gerando emprego”. 

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Mendonça Filho ainda disse que o atual momento do país é de “crescimento”. “Com a inflação sob controle. Vamos entregar, se Deus quiser, o Brasil ao novo governo com as condições do Brasil retomar ainda mais o crescimento e assegurar mais oportunidade para todos”. 

Sobre a eleição presidencial, o ministro preferiu a discrição afirmando que prefere esperar a definição dos candidatos. “Ainda é cedo para a gente definir quais são os candidatos porque eles sequer oficialmente foram definidos”, disse. 

Depois três anos considerados fracos pelos principais executivos do setor, as companhias aéreas do País preveem um 2018 de retomada. A recuperação deverá ser puxada principalmente pelo segmento corporativo, o mais rentável e que já começou a ganhar tração no último trimestre de 2017.

A Gol, por exemplo, maior empresa do mercado doméstico no Brasil, projeta aumentar sua oferta em até 3% para responder ao aquecimento da demanda. Segundo estimativas preliminares, essa alta ficou em 0,5% no ano passado. Durante a grave crise financeira e de demanda pela qual passou, a companhia reduziu sua frota média de 129 aviões, em 2015, para 116, em 2017. Agora, projeta elevar para 118 neste ano.

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Na Latam, a previsão é de uma oferta doméstica até 4% maior em 2018, após uma queda de 4% em 2017. "Claramente, a partir de abril deste ano, voltaremos a crescer no Brasil", diz o presidente da empresa no País, Jerome Cadier. "Em 2017, a demanda doméstica foi se consolidando e agora olhamos para 2018 como um ano mais positivo internamente. No internacional, a recuperação já vem de antes", acrescenta.

Recuperação

O executivo da Latam destaca que o segmento corporativo - cujas tarifas são mais caras por serem compradas com menor antecedência - sofreu muita oscilação no primeiro semestre de 2017 e começou a se consolidar no fim do ano. "No quarto trimestre, o segmento ficou mais firme, com semanas seguidas de crescimento na comparação com 2016. Mas são taxas de 3% a 4%, não de 15%." Com a crise brasileira, o segmento corporativo chegou a registrar queda de 6,3% e 4,7% no número de passagens vendidas para voos nacionais em 2015 e 2016, respectivamente.

Já nos nove primeiros meses do ano passado, a alta foi de 6,2%, segundo a Associação Brasileira de Viagem Corporativa (Abracorp). "Com uma maior confiança, as empresa brasileiras começaram a retomar seu ritmo de consumo, o que teve um impacto direto no setor aéreo. Já vemos melhora em setores como farmacêutico, financeiro e de agronegócios", diz o diretor executivo da entidade, Gervasio Tanabe.

Também para o presidente da Azul, John Rodgerson - o único que considera que 2017 já foi um ano bom, em razão da abertura de capital da empresa, que arrecadou R$ 2 bilhões -, 2018 será mais sólido porque grande parte dos setores da economia está saindo da crise, elevando a demanda corporativa. "O ano passado foi bom, no primeiro semestre, por causa da safra, mas agora estamos vendo outras indústrias indo bem. Não é mais algo isolado", diz.

O presidente da Avianca, Frederico Pedreira, entretanto, afirma que a retomada da indústria aérea deverá ficar mais para o fim de 2018 e o início de 2019. "O ano passado foi um pouco melhor que 2016, que foi o ano mais difícil. A forma como estamos trabalhando é que 2018 será de transição, melhor que 2017, mas não forte como acontecia em 2009 ou 2010." Em 2017, a demanda doméstica cresceu 3,51%, após queda de 5,47% em 2016, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) divulgados nesta terça-feira, 23.

Desafios

O especialista no setor aéreo André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company, destaca que há indicativos de que 2018 começou "muito bem" no setor aéreo, tanto no segmento corporativo quanto no de lazer. Ele também afirma que a melhora começou no segundo semestre do ano passado, mas não de uma forma "muito brilhante".

Castellini frisa que, assim como os demais setores da economia, a indústria aérea pode sofrer depois do carnaval, conforme as eleições se aproximarem. "Tudo deve ficar um pouco parado, esperando uma definição do cenário político. Se a perspectiva política piorar, pode haver impactos no câmbio e, consequentemente, no preço do petróleo." Procurada, a Gol não comentou o assunto por estar em período de silêncio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por conta da disputa judicial pela guarda de Tomaz (Vitor Figueiredo), Sophia (Marieta Severo) mandará matar Raquel (Erika Januza) em O Outro Lado do Paraíso. A juíza envolvida no processo irá escapar do atentado, mas não ilesa. Após sofrer um acidente de carro a mando da vilã, a namorada de Bruno (Caio Paduan) perderá o movimento das pernas, correndo sério risco de ficar paraplégica, segundo informações do Notícias da TV.

No entanto, uma reza feita por Mercedes (Fernanda Montenegro) vai fazer com que Raquel melhore na sua recuperação e volte a ter sensibilidade nas pernas, logo após uma luz azul invadir o seu quarto de hospital. O médico responsável pela recuperação da juíza, Rafael (Igor Angelkorte), não conseguirá encontrar explicação clínica para a melhora significativa da paciente.

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Antes de fazer a reza, Mercedes conversará com Josafá (Lima Duarte) dizendo que ouviu as vozes lhe avisarem que algo de ruim aconteceria com Raquel. “Josafá, eu sabia que tinha um anjo que tava protegendo a Clara na questão de guarda do menino. Era um anjo em forma de gente. Uma mulher que ia ajudar a Clara a recuperar o filho”, afirma ela. Ainda referindo-se a juíza, ela continua e conta da sua premonição: “Eu vi que uma coisa triste ia acontecer com ela. Eu vi sangue, ouvi gritos. Alguém quer tirar a moça do caminho para prejudicar a Clara”, conclui.

No seu quarto, Raquel sentirá uma presença e pergunta a Bruno se há mais alguém com eles, ouvindo seu namorado dizer que não. "Eu sinto toques suaves no meu corpo, na minha coluna, Bruno. Como se fossem seres de luz. Anjos. Ah, eu sinto tanta paz. Sinto uma energia subindo na minha coluna", diz a juíza. "Bruno, minhas pernas formigaram. Formigaram!", comemora ela ao começar a recuperar sua sensibilidade.

Nesta sexta-feira (12), o ministro Mendonça Filho anunciou a construção e recuperação de escolas e creches atingidas pelas enchentes no ano passado em Pernambuco. Para a obra, foi liberado o valor total de R$ 2,6 milhões.

“Muitos municípios da região foram atingidos pelas chuvas fortes do ano passado e, naquela ocasião, se gerou um compromisso de que haveria uma ação de socorro a essas cidades. Ficamos com a responsabilidade de recuperar escolas e de reconstruir ou construir escolas que não tivessem mais condições de atender a população do ponto de vista educacional”, explica Mendonça.

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As instituições contempladas estão localizadas em Barra de Guabiraba e São José da Coroa Grande. As novas escolas terão seis salas de aula e capacidade para atender 360 alunos em dois turnos. As obras ainda estão em fase de licitação e os recursos serão repassados via Fundo Nacional de Desenvolvimento à Educação (FNDE)."Estamos honrando e tirando do papel o nosso compromisso de ajudar na recuperação das escolas e construção de novas unidades educacionais", afirma o ministro.  

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A indústria brasileira está se recuperando do tombo. Em novembro, o nível de utilização da capacidade instalada chegou a 68%, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Isso significa mais máquinas e instalações industriais em atividade. É o melhor porcentual dos últimos três anos.

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira ressalta que a pesquisa traz outras notícias positivas para o setor. "É possível verificar que a intenção de investimento da indústria brasileira cresce há seis meses consecutivos, o que reforça nossa confiança na economia."

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Esse processo de retomada, no entanto, ainda é frágil, diz o diretor executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Julio Sérgio Gomes de Almeida. "O que estamos assistindo hoje é uma recuperação cíclica da economia brasileira", disse. "Ela poderia ser mais intensa, forte e robusta se o lado político não fosse tão instável."

A retomada é modesta e deverá continuar assim no ano que vem, segundo avaliou o economista da CNI Marcelo Azevedo. Ele explica que, ao longo de 2017, os diferentes setores da indústria tiveram resultados ora positivos, ora negativos, mas basicamente "andando de lado".

Para 2018, a entidade projeta um crescimento de 3% para a indústria em geral, e de 2,6% para a economia. É a primeira vez desde 2011 que o setor industrial terá um desempenho mais forte do que a média geral. Esse crescimento deverá ser alimentado pelo crescimento do consumo, ajudado pela inflação controlada e pelos juros baixos. Com isso, é esperada alguma retomada dos investimentos no segundo semestre.

A pesquisa divulgada nesta terça-feira, 19, pela CNI registrou 52,2 pontos para a intenção dos industriais em investir. Resultados acima de 50 indicam uma perspectiva positiva. "É um dado importante, porque aponta para uma recuperação sustentada da indústria", ressaltou Azevedo. Por outro lado, as dúvidas quanto à aprovação da reforma da Previdência e a consequente deterioração do ambiente macroeconômico poderão afetar negativamente esses planos, reconheceu.

O diretor do Iedi aponta outros fatores que poderão atrapalhar o processo. O mercado de trabalho é um ponto de incerteza, assim como a disponibilidade do crédito. Ele acredita que, dado o ambiente instável, as indústrias estão ainda postergando investimentos de mais fôlego e as famílias, evitando endividar-se demais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Após ser submetido na quarta-feira, 13, a uma pequena cirurgia para tratar de um estreitamento do canal urinário, o presidente Michel Temer terá que usar uma sonda na uretra por um período de duas a três semanas, informou nesta quinta-feira, 14, a equipe médica do peemedebista.

Segundo os médicos Roberto Kalil Filho e Miguel Srougi, a permanência por mais tempo de Temer no hospital foi requisitada como medida de precaução. Como toma remédios anticoagulantes desde antes de ser submetido à angioplastia, no mês passado, Temer está com o sangue mais fino e corre maior risco de passar por sangramentos, que são ocorrências típicas justamente da cirurgia a que ele se submeteu na quarta-feira.

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Em coletiva realizada no hospital Sírio-Libanês, Kalil e Srougi reiteraram que Temer é um paciente saudável, mas que, por causa da sonda, foi orientado que o melhor seria adiar a viagem a quatro países da Ásia, programada para o início de janeiro.

De acordo com Srougi, que é urologista, o procedimento de quarta não estava programado, mas Temer já apresentava uma obstrução da uretra ligada a um procedimento mais antigo. Esse quadro foi constatado em outubro, quando o presidente foi submetido a uma cirurgia para desobstrução da uretra. "Mas naquele momento, deixamos a sonda por apenas três dias. Desta vez, vamos deixar mais tempo", ponderou.

Os médicos disseram ainda que, na outra ocasião, Temer foi submetido a uma biópsia da bexiga e da próstata, mas o resultado das duas foi normal. "Isto afastou qualquer quadro mais grave", disse Srougi, acrescentando que esses exames foram feitos por "excesso de precaução".

Sobre as três intervenções cirúrgicas realizadas nos últimos três meses, os médicos disseram que são procedimentos corriqueiros e que, no caso das primeiras, o problema está resolvido. Em relação ao estreitamento da uretra, Srougi notou que é possível que o quadro volte a aparecer, mas salientou que eles vão trabalhar para minimizar esse risco.

O Palácio do Planalto informou que o presidente Michel Temer permanecerá internado até sexta-feira, 15, no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, para completar sua recuperação. A previsão inicial era que Temer teria alta ainda nesta quinta-feira (14), mas nota do Planalto da véspera já previa que a recuperação poderia levar até 48 horas.

Em nota, a assessoria de Temer informou que a equipe médica que o acompanha avaliou que o presidente teve boa recuperação do procedimento cirúrgico a que foi submetido nesta quarta-feira, 13. Temer passou por uma cirurgia de pequeno porte após diagnóstico de estreitamento uretral.

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A agenda de Temer previa dois compromissos oficiais para esta quinta-feira. Às 16h, Temer receberia o prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto; e às 17h, o presidente participa da cerimônia de posse do novo ministro da secretaria de Governo, Carlos Marun. A posse de Marun ficará para sexta-feira, de acordo com informações da assessoria do deputado.

A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) vai iniciar um serviço de recuperação estrutural e de manutenção do sistema elétrico ao longo de sete quilômetros da orla de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, na próxima semana. Os serviços serão executados após as 22h, sob a justificativa de não impactar o trânsito.

Os postes de número 002 e 008 serão retirados para realização dos serviços nesta segunda-feira (30). Já os de número 013 e 018, na quinta-feira (2). Segundo a Emlurb, a ação é uma continuidade das intervenções iniciadas em 2016 e que deverão ser concluídas em 2018.

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As torres, que têm 23 metros de altura, estão sendo removidas e desmontadas individualmente. Durante o período de restauração, cada torre retirada é substituída por uma reserva para não prejudicar a iluminação do trecho. Os serviços incluem verificação e reforço das bases e parafusos de fixação das estruturas, revisão do sistema elétrico e das peças de sustentação das luminárias, substituição das partes danificadas pela oxidação, galvanização e pintura das torres.

Em entrevista coletiva no começo da tarde deste sábado, os médicos que assistem o presidente Michel Temer informaram que ele passa bem após a cirurgia a que foi submetido na noite desta sexta-feira (27).

“Clinicamente ele está muito bem, passou a noite em uma semi-intensiva (unidade de terapia semi-intensiva), já está no apartamento e deverá receber alta na segunda-feira (30) de manhã”, informou o médico Roberto Kalil Filho. O presidente está internado Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. A assessoria de imprensa não informou se ele está acompanhado da família.

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Quanto ao cateterismo, Kalil informou que procedimento não foi realizado e que ainda será avaliado. “O cateterismo vamos deixar para o futuro. Primeiro, resolvemos a próstata e no futuro vamos ver a parte cardíaca”. O médico esclareceu que o procedimento realizado na noite de sexta-feira (27) não interfere na parte cardíaca. “Ele está estável do ponto de vista cardiovascular, vai [poder] ficar alguns dias sem os antiagregantes [medicamentos].”

O médico responsável pela cirurgia, o urologista Miguel Srougi, informou que a cirurgia foi emergencial. “A cirurgia foi meio emergencial, porque já tinha passado a fase aguda de Brasília, mas ele estava carregando a sonda que é muito desconfortável, ficou dois dias trabalhando com sonda – além do desconforto, ainda tem a dor."

Srougi informou que o presidente passou por um procedimento comum. “Ele tinha como antecedente uma cirurgia de próstata para crescimento benigno, realizada há sete anos. Agora neste momento esse aspecto teve um significado porque todo homem que opera a próstata com crescimento benigno, depois de alguns anos está sujeito apresentar sangramentos”, explicou.

Embora emergencial, Srougi esclareceu que o crescimento da próstata é comum. “O crescimento da próstata é muito comum, mas também cresce para dentro, todo homem maduro começa a ter essa dificuldade para urinar”. O médico informou que durante a conversa com o presidente surgiu um quadro muito claro. “Ele estava em retenção urinária, com sonda em sua bexiga, bastante desconfortável, e essa sonda precisava ser removida, a [causa] mais provável, no caso dele, é que a próstata tinha voltado a crescer.”

O médico explicou que o caso é comum em quem já foi operado. “[a próstata], se enche de vasos sanguíneos, e essa próstata cresce para dentro da uretra e a uretra passa a ser preenchida por uma massa sólida cheia de vasos sanguíneos. Essa massa pode sangrar a qualquer momento e entupir a uretra e obviamento causar esse tipo de complicação.”

O urologista disse que, após esse procedimento, é muito difícil que a próstata volte a aumentar. “A abertura que foi feita foi bastante ampla”, frisou. Após o procedimento foi colocada uma sonda pós-cirúrgica no presidente, normalmente usada em pós-operatório, que deverá ser retirada amanhã (29).

O especialista afirmou ainda que foi realizada uma biópsia. “Foi feita uma biopsia por precaução, para ter certeza de que, no meio dessa hiperplasia, não tinha um foco de câncer. Felizmente essa biópsia preliminar, vai vir o resultado definitivo depois, mostrou que o crescimento era benigno, isso nos tranquilizou muito “, acrescentou.

Segundo Kalil, a alta hospitalar está prevista para a manhã de segunda-feira (30), mas o médico informou que o presidente deve ficar em repouso em São Paulo até terça-feira (31).

 

Depois da homologação do acordo do Rio de Janeiro com a União, o Rio Grande do Sul pretende apresentar em até 15 dias sua proposta para adesão ao regime de recuperação fiscal, que garantirá a suspensão do pagamento da dívida do Estado com o governo federal e o acesso a empréstimos de bancos públicos.

Ontem, representantes do governo do Estado intensificaram as reuniões com a Advocacia- Geral da União (AGU) e o Tesouro Nacional para discutir os termos do acordo. Ao Estadão/Broadcast, o procurador-geral do Rio Grande do Sul, Euzébio Fernando Ruschel, disse que a expectativa é concluir um acordo até o fim do ano.

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"As negociações voltaram a andar com mais rapidez e houve uma reaproximação com a União. Nos reunimos com a AGU para discutir questões técnicas e interpretativas em relação a algumas exigências para a adesão ao regime", afirmou, após participar de reunião com a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça.

Cálculos do governo gaúcho apontam para déficit fiscal de R$ 6,8 bilhões em 2018. Para Ruschel, caso o Estado consiga fechar o acordo, o adiamento das parcelas da dívida com a União e os empréstimos com aval do Tesouro podem praticamente zerar esse rombo. "Já o reequilíbrio fiscal do Estado deve levar mais tempo, possivelmente os três anos previstos no regime."

Ruschel disse que ainda não há um valor estimado para o empréstimo que pretende ser tomado pelo Rio Grande do Sul porque isso depende dos valores dos ativos estaduais que serão vendidos e entrarão como garantia no financiamento. Uma das dificuldades é o fato de a legislação estadual exigir a realização de um plebiscito para que essas estatais sejam privatizadas. "O governo já enviou à Assembleia Legislativa os projetos necessários para a adesão ao regime."

O governo estadual pretende vender as estatais das áreas de energia elétrica, gás e mineração e afirma que o Banrisul não está na mesa de negociação. A adesão ao regime de recuperação fiscal depende da resolução de pendências jurídicas. A AGU é um dos órgãos que têm de dar aval para o acordo, que passa pelo Tesouro e pelo ministro da Fazenda e é homologado pelo presidente da República.

A crise fiscal gaúcha levou o Estado a decretar calamidade financeira na administração pública em novembro e o governador Ivo Sartori já disse em diversas ocasiões que deseja aderir ao regime de recuperação fiscal.

No Rio de Janeiro, o acordo envolveu a privatização da estatal de saneamento Cedae, a redução de incentivos fiscais, o aumento das alíquotas de impostos estaduais e um plano de redução de gastos. O programa de ajuste fiscal do Rio será de R$ 63 bilhões até 2020. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Carta de Conjuntura, divulgada ontem (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que há uma melhora no mercado de trabalho. A economista do Ipea, Maria Andréia Parente, observou que o setor está com sinais de recuperação. “De forma agregada, a gente viu uma taxa de desocupação caindo, combinando com um aumento da ocupação, porque até então você tinha que a ocupação começou a cair menos”.

No último trimestre até julho, apesar de a ocupação mostrar variação pequena (+0,2%), essa é a primeira variação positiva em dois anos, destacou Maria Andréia. “Já é um sinal”.

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Quando se olha o mercado de trabalho formal, com carteira assinada, há sinais de que o quadro está melhor. Segundo a economista, um indicativo disso é a redução do ritmo de demissões. “O mercado formal já está demitindo menos. Ele ainda não contrata no agregado. A população ocupada dele ainda está caindo, mas ele está reduzindo o ritmo de demissão”. A taxa de desemprego registrada no trimestre encerrado em julho teve queda de 12,8%.

Maria Andréia afirmou que outro sinal positivo do mercado formal é dado pelo rendimento. A análise dos rendimentos por vínculo de ocupação mostra que está no mercado formal a maior alta de rendimentos (3,6%). 

No último domingo (10), durante a partida entre Sport x Avaí, na Ilha do Retiro, pela 23ª rodada do Brasileirão, Everton Felipe rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. A lesão foi confirmada na última segunda-feira (11), depois que o jogador passou por uma série de exames de imagens. O atleta vai precisar se submeter a uma cirurgia, e passará entre 6 e 8 meses longe dos gramados. 

Segundo o meia-atacante do Leão, ele já imaginava a gravidade do problema antes mesmo de deixar o campo na maca. "Eu cheguei no vestiário e falei para eles (profissionais do Departamento Médico) que tinha sido algo muito grave. Eles não tinham certeza do que tinha sido. Mas eu sou um cara que pensa muito positivo. Eu tinha um pouco de esperança que fosse apenas um entorse, mas no fundo eu estava esperando o pior, porque foi algo muito feio. Eu senti estralar todo o meu joelho", explicou.

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"A gente não está preparado para passar por essas coisas no futebol. Por mais que a gente esteja exposto. A gente não sabe se vai sair bem, se vai sair 100%. A gente só entra em campo para fazer aquilo que quer fazer, que é jogar futebol e trazer a vitória para o Sport", disse Everton.

De acordo com Everton, a situação pede muita fé e uma cabeça focada. "O principal agora é focar na recuperação. É uma lesão que eu não esperava, sempre comentava com os meus pais que tinha muito medo. Mas aconteceu, agora é focar, e se Deus quiser vai dar tudo certo. Em 6 ou até 8 meses, no máximo, eu vou voltar. Sei que estou em boas mãos com todos os profissionais do Sport Club do Recife. Não tem muito o que fazer. É só levantar a cabeça. Tem que ter forças. É só rezar agora".

Mesmo com a grande chance de demorar a retornar aos gramados Everton Felipe garante que não vai ter pressa para voltar em menos de 8 meses. "Eu não estou preocupado em voltar antes. Eu estou preocupado em fazer tudo aquilo que será me passado. O importante não é o tempo que eu vou voltar, o importante é como eu vou voltar. Eu tenho que voltar muito bem. Se for para demorar 8 meses e eu voltar 100%, eu vou demorar esses 8 meses. Não vou querer antecipar as coisas e depois no final, quem vai estar prejudicado sou eu", afirmou.

Embora o atual momento de Everton não seja fácil, o atleta demonstrou muita positividade em seu discurso. "Não tenho o que reclamar. Eu tenho 20 anos, não conquistei tudo que eu quero, mas eu digo para a minha mãe: não tenho tudo que quero, mas tenho tudo que eu preciso. Sou um cara do interior de Limoeiro, saí de casa com 13 anos, então conquistei várias coisas já. Só tenho a agradecer a Deus. Se aconteceu isso é porque tinha que acontecer. Agora é levantar a cabeça e manter o foco. Rezar e pedir forças para passar por essa situação", concluiu.

Cada vez mais próximo do ideal, o gramado da Ilha do Retiro, que passa por um processo de recuperação por parte da Greenleaf Gramados, está com um aspecto bem melhor. Fica mais fácil perceber a mudança observando as fotos publicadas pela empresa nas redes sociais. Antes esburacado e com várias falhas, o relvado já tem um tom de verde mais fortes e dá para identificar linhas demarcatórias e certa conformidade ao longo do campo. Confira o comparativo publicado pela Greenleaf:

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Ao todo, estão sendo trocados 450 metros de gramado em um processo que começou no dia 14 de julho. O contrato da empresa com o Sport tem um ano de duração e prevê também cuidados com o campo auxiliar da Ilha. O Leão até passou 15 dias sem poder atuar no estádio, mas desde o dia 20 de agosto que vem mandando as partidas em seus domínios. 

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As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, 22, depois de passarem três sessões consecutivas em queda. A recuperação foi proporcionada, principalmente, pela alta dos metais básicos, como cobre e zinco, e resultou num avanço de 0,83% do índice pan-europeu Stoxx 600, que fechou aos 375,80 pontos.

As tensões geopolíticas, bem como a crise política no governo do presidente dos EUA, Donald Trump, permaneceram no radar, mas tiveram menos influência sobre os mercados acionários, que, após tantas quedas, tinham espaço para recuperação.

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Para o resto da semana, os investidores ficam atentos ao simpósio em Jackson Hole, no Wyoming, EUA, que contará com os discursos de figuras importantes, como o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, e da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen. Ambos se pronunciarão na sexta-feira, mas Draghi participará, ainda, de um evento na quarta-feira na Alemanha que ficará no radar do mercado.

Os metais básicos impulsionaram as mineradoras britânicas, como a Rio Tinto e a Glencore, que subiram 2,43% e 2,14%, respectivamente, o que levou o FTSE 100 a fechar em alta de 0,86%, aos 7.381,74 pontos. O cobre e o zinco estão atingindo máximas históricas, e, ainda que a alta não seja proporcionada por fundamentos, mas por especulações, a influência nos setores ligados aos metais é evidente.

Na Alemanha, nem a queda brusca do índice ZEW de expectativas econômicas foi capaz de fazer a bolsa cair. O indicador caiu para 10 em agosto - de 17,5 em julho. Analistas previam uma queda bem menor, para 14. Mesmo assim, o DAX fechou em alta de 1,35%, aos 12.229,34 pontos, com a Fresenius liderando o índice ao subir 3,10%.

Em Paris, o CAC 40 foi ajudado pelos setores de tecnologia e energia. A Capgemini avançou 2,44%, a Total subiu 1,50% e a Schneider Electric 1,51%, enquanto a bolsa em si fechou em alta de 0,87%, aos 5.131,86 pontos.

Madri e Lisboa fecharam com variação porcentual próxima, a primeira em alta de 0,48% e a segunda subindo 0,47%. Aos 10.409,80 pontos, Madri foi impulsionada por bancos, como o Santander, que avançou 0,79%. Já Lisboa viu a empresa de alimentos Ibersol avançar 4,17% e gerar impacto de 0,57 ponto no índice, que fechou aos 5.191,24 pontos.

Milão foi a única das principais bolsas a fechar em queda, pressionada pelo setor bancário. Com o Intesa Sanpaolo caindo 0,69%, o UniCredit recuando 0,73% e o Banco BPM perdendo 1,10%, o FTSE Mib fechou em queda de 0,11%.

A recuperação mais forte do que a média nas atividades industriais que utilizam mais tecnologia na cadeia de fabricação de seus produtos pode não ser totalmente disseminada. O presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, considera a recuperação ainda apenas pontual.

"Alguns poucos segmentos estão mostrando resultado positivo, mesmo na indústria de eletrônicos, porque dependemos muito da confiança do consumidor. A taxa de desemprego alta resulta em menor consumo, menor demanda por produtos, menor produção", disse Périco, que atua na Zona Franca de Manaus, polo de fabricação de eletroeletrônicos.

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Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, embora a busca por componentes eletrônicos e equipamentos para automação industrial esteja aquecida, as indústrias representadas pela associação estão operando com uso de 72% de sua capacidade de produção. Em 2014, o setor chegou a usar 82% da capacidade.

Para o diretor-presidente da Sociedade Brasileira Pró-inovação Tecnológica (Protec), Roberto Nicolsky, o desempenho melhor do que a média na produção industrial das atividades de maior intensidade tecnológica é explicado por casos isolados de poucas empresas. A Weg, assim como Romi e Embraer, tem histórico de investimentos em pesquisa e inovação: "Justamente porque têm mercado cativo no exterior, com grau de diferenciação em seus produtos, sentem menos os efeitos da crise, mesmo com o mercado interno caindo".

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nas fortes batidas do tambor e palmadas marcadas no pandeiro, a sonoridade ganha forma em busca do ritmo ideal. A musicalidade recebe ainda o incremento de outros instrumentos de percussão, além de vozes que conduzem canções envolventes, afinadas e com uma proposta que vai além da habilidade musical. Quando dezenas de homens se unem em volta de um professor para dar o tom perfeito a músicas tradicionais da cultura brasileira, o objetivo principal, ainda assim, não é o tom perfeito. O que se busca é a paz mental e a vitória em uma guerra contra o obscuro mundo das drogas.

A cada batida, um passo contra o vício. A cada canção, uma prova que a droga não é imbatível. E no ritmo envolvente da percussão, homens antes submetidos à penúria da dependência química constroem, aos poucos, uma história de superação por meio de atividades que servem como ferramentas de apoio ao tratamento psiquiátrico. Essa é uma das alternativas adotadas no Recife para ajudar quem aceitou brigar contra os malefícios das drogas e passou a sentir prazer em afazeres que despertam talentos e rememoram o gosto pela musicalidade deixado para trás na época da dependência.

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No bairro de Afogados, Zona Oeste da capital pernambucana, o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) recebe, há quase três anos, aulas de percussão para cidadãos que precisam de tratamento contra o vício em drogas, tais como crack e álcool. A atividade é promovida pela Prefeitura do Recife de forma gratuita e atende mais de 100 alunos semanalmente, sem exigência de qualquer experiência musical. Um dos objetivos da iniciativa é desenvolver habilidades mentais entre os participantes por meio dos ritmos, além da tentativa de despertar prazer em uma atividade diferente do consumo das drogas. Os instrumentos são distribuídos entre os pacientes e, sob o comando do professor Ubiratan Pereira, todos ensaiam e interpretam canções brasileiras de diferentes ritmos.

Na luta diária contra o vício, as aulas de percussão realizadas no Recife não representam as únicas atividades alternativas de subsídio ao atendimento psiquiátrico. Iniciativas com temáticas artísticas e de terapia ocupacional unem forças para ajudar os profissionais de saúde no tratamento dos pacientes, sob o entendimento de que as drogas, principalmente o crack, tornaram-se uma mazela social que precisa, radicalmente, ser combatida. Para isso, é fundamental o trabalho em conjunto entre poder público, organizações não governamentais e sociedade civil.

 

Ciente da difícil missão que é o enfretamento das drogas no Brasil, o professor Ubiratan explica que as dificuldades não podem diminuir o ímpeto dos educadores e oficineiros que se utilizam das atividades alternativas. Para ele, o lúdico tem um papel importante no processo de ressocialização dos pacientes, e quando a música torna-se uma ferramenta, os próprios alunos passam a se envolver nas aulas com mais afinidade.

“Um dos objetivos também é dar facilidade para que eles se desenvolvam artisticamente. Eles se valorizam e muitos gostam de música! Mostramos a possibilidade de crescerem artisticamente e, mesmo sem experiência com instrumentos musicais, passam a desenvolver o manuseio. Já encontrei até músicos que se redescobriram nas aulas de percussão, e durante os encontros trabalhamos técnicas vocais e canto, por meio de obras da cultura popular, como forró, maracatu, MPB, samba e reggae”, explana o professor de percussão, complementando que os alunos já realizaram apresentações em festividades promovidas no Recife. 

A musicalidade dos instrumentos, de acordo com o professor, desperta a memória dos alunos, contribuindo para o tratamento. “Há o desenvolvimento da saúde mental. Eles puxam pela memória algumas músicas que já conheciam e quando esquecem, eu relembro. Devido ao uso de álcool e outras drogas, eles são afetados, existe esquecimento, falta de concentração. A música ajuda no processo de concentração, porque o alinhamento do ritmo, a partir das batidas diferenciadas que formam uma canção, exige atenção. Eles são muito receptivos com a música e, graças a Deus, todos eles têm aceitado o trabalho. As aulas trazem animação, eles se sentem à vontade, relembram canções que os deixam bem. A música tem o poder de unir e eles estão juntos nessa caminhada contra as drogas”, destaca Ubiratan.

Aos 43 anos, José Cláudio Santana, morador do bairro da Mangueira, no Recife, aceitou o desafio de combater o álcool. Ele procurou os serviços do Caps e resolveu participar das aulas de percussão como complemento do tratamento psiquiátrico. Segundo José, as aulas proporcionam tranquilidade, sentimento praticamente oculto na fase do vício. “Cada aula traz algo de bom para a gente. Aqui esqueço das coisas ruins da rua, canto, toco os instrumentos, me sinto bem. Aqui a gente se une para ajudar um ao outro. E ter música é muito bom”, conta.

Assim como José, Marcilio Antônio da Silva, 34 anos, decidiu lutar. Por causa do vício, passou por problemas familiares, perdeu oportunidades de trabalho, mas teve a consciência de que precisava de ajuda profissional. Além do tratamento psiquiátrico, o rapaz, que também reside na Zona Oeste do Recife, aderiu às aulas de percussão. Embalado no ritmo das batidas, Marcilio enxerga na música um momento de liberdade e que pode ofuscar o caminho das drogas. No vídeo a seguir, acompanhe o professor Ubiratan e os alunos em uma aula de percussão e de que forma ela gera benefícios.

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Artesanato, cores e paz

Objetos cujo destino seria o lixo passaram a ser reciclados em prol do artesanato. Em paralelo, vidas se reciclam em busca da vitória contra a dependência química. Tudo começa a ganhar forma e cor, e por mais que pareça apenas uma simples atividade artística, é de fato mais uma alternativa para recuperar a dignidade de cidadãos antes vítimas das drogas. No bairro do Ipsep, Zona Sul do Recife, unidade do Caps oferece oficinas para pacientes que, gratuitamente, recebem tratamento no local.

Garrafas pet, papelão, tinta e papel são alguns objetos que dão vida a peças de artesanato, como brincos, diademas, bacias, colares, entre outros. Semanalmente, cerca de 40 alunos recebem instruções de reciclagem e colocam a mão na massa para confeccionar os produtos, utilizando tesouras, tinta, papeis, cola e tecidos coloridos. Além de servir como terapia ocupacional e ajudar o tratamento psiquiátrico, a iniciativa também procura despertar nos participantes uma chance de empreender e fazer da produção artesanal uma fonte de renda. Os produtos, inclusive, são comercializados em espaços públicos do Recife e toda renda é distribuída entre os artesãos. Os valores das peças variam de R$ 7 a R$ 50.

“Trabalho diretamente com os usuários ensinando arte, artesanato. Comecei trabalhando com reciclagem, porque é um tipo de atividade que facilita eles acharem os produtos, como garrafas, latas de queijo, revistas, papelão... Eles têm um interesse enorme de conseguir os materiais para as aulas e é gratificante ver a forma como eles trabalham”, explica a arte-educadora Lourdes Maria Gouveia de Albuquerque.


De acordo com a integrante da equipe técnica da Coordenação de Saúde Mental da Prefeitura do Recife, Veruska Fernandes, além do próprio artesanato como ferramenta parceira do tratamento psiquiátrico, as unidades dos Caps têm como meta incentivar o empreendedorismo entre os participantes. “Dentro dos serviços já existem atividades terapêuticas. E o que a gente vem tentando fortalecer é a questão da geração de renda, porque pode servir como um aporte financeiros para os alunos”, explana Veruska.

Há quase quatro meses, Jorge Coelho Neto, de 53 anos de idade, participa das oficinas de artesanato. Para ele, as aulas se tornaram mais fáceis e atrativas, já que ele próprio trabalha com artesanato, confeccionando miniaturas de barcos. De acordo com Jorge, a reciclagem prende a atenção dos participantes e se apresenta como uma alternativa valorosa no tratamento. 

Segundo o gerente clínico da unidade do Caps do Ipsep, Marcio Soares, a oficina desperta prazer nos alunos. “Muitas vezes, a questão da droga desorganiza os usuários, ao ponto que eles não conseguem sentir prazer em outras coisas. E esta atividade é prazerosa, e saúde, ampliando seu conceito, dá acesso à cultura, arte e direitos. O artesanato tem um impacto na autoestima e na possibilidade da satisfação para além do uso de drogas. Você passa a sentir prazer em outras atividades”, comenta Soares.  

Recife conta com 17 Caps. Parte deles beneficia usuários de álcool e outras drogas, enquanto também existem unidades exclusivas para pessoas diagnosticadas com problemas mentais. Os endereços e telefones dos Centros podem ser conferidos no site da gestão municipal. Assista, a seguir, a um vídeo com mais detalhes da oficina de artesanato.

 

Parceria em nome da saúde

Da mesma forma que é visível a importância da música, arte e terapia ocupacional como ferramentas para o tratamento dos pacientes, é fundamental entender que essas são ajudas que subsidiam o tratamento médico. A psiquiatria não pode ser deixada de lado durante a recuperação de dependentes químicos, mas sim precisa caminhar, harmonicamente, paralela às ideias que levam o lúdico para pessoas que necessitam de ajuda.

Psiquiatra diretora da Sociedade Pernambucana de Psiquiatria, Luciana Paes de Barros explica que o tratamento médico se apresenta indispensável contra o vício. No entanto, ela destaca o valor das atividades alternativas, a exemplo do artesanato e da música. “Esse tipo de atividade não é o tratamento em si, é uma parte dele. O tratamento de dependência química envolve várias áreas, porque é uma doença. Então, quanto doença, precisa ser vista dentro da questão orgânica, como está a saúde desse indivíduo, a situação física e mental. Precisa ser vista a percepção do que está acontecendo, a conscientização dele. Parte do tratamento é usar esse tipo de acessório, para fazer com que esse indivíduo utilize medicamentos e passe por desintoxição”, orienta a especialista. 

Segundo a psiquiatra, também é importante trabalhar a possibilidade dos pacientes se envolverem com algum hobby ou atividade de qualificação que possa ajudá-lo a desenvolver-se mentalmente. “Cursos, verificação de habilidades vocacionais, para uma melhor inserção para a volta nas habilidades laborais. Voltar a estudar é importante. É interessante mostrar outras formas que têm prazer – diferente da droga -. Isso tudo pode fazer com que o indivíduo valorize o real prazer da vida, que antes ele já não tinha mais”, frisa. 

Sobre a prática de trabalho que envolve médicos psiquiatras, oficineiros e terapeutas ocupacionais, Luciana Paes detalha que existem encontros contínuos entre os profissionais para definir o tratamento ideal de cada grupo de pacientes. Esse diálogo facilita a escolha das atividades mais indicadas para a recuperação dos indivíduos. “Nos Caps você tem reunião de equipes e todos participam. Também existem as assembleias, que também contam com a participação dos pacientes que podem reivindicar algo. Nas reuniões sem os pacientes, existe uma troca com os outros profissionais em relação às suas visões sobre paciente, para que se entenda o que precisa ser trabalhado durante o tratamento. É uma complementação das áreas da saúde, psicológica, terapia ocupacional, educação física, psiquiatria, entre outros segmentos”, comenta a diretora da Sociedade Pernambucana de Psiquiatria. 

Ainda em entrevista ao LeiaJá, Luciana Paes traz mais detalhes dos tratamentos utilizados para combater o vício em drogas, bem como ela opina acerca do principal desafio para quem resolve enfrentar a dependência química. As informações você confere no áudio a seguir:

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O trabalho de recuperação do gramado da Ilha do Retiro já começou. Nesta sexta-feira (14), alguns funcionários da empresa Greenleaf Gramados começaram a retirar as áreas mais danificadas do campo. Por conta das chuvas, o terreno da Ilha estava muito argiloso.

Segundo a gestora de operações, Marília Bechara, depois da retirada dos solos desgastados, o próximo passo é fazer o replantio da grama. "Depois de todo o processo de replantio, realizamos a descompactação do gramado, feita com uma máquina que cria novos espaços para desenvolvimento de raízes. Com o solo descompactado, será feito o 'top dressing' para nivelamento do campo", disse. "Cerca de 450 metros quadrados de grama será trocado", afirmou Marília.

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O contrato do Sport com a Greenleaf é de um ano. No acordo, a empresa está responsável por cuidar dos campos principal e auxiliar da Ilha do Retiro. A Greenleaf é a mesma empresa responsável por recuperar o gramado do Maracanã após a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, além de prestar serviços no Camp Nou, estádio do Barcelona. O maquinário que será utilizado no trabalho na Ilha chegou ao Recife na madrugada desta sexta-feira.

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Entre 26 de junho e 6 de julho, Braskem, Andrade Gutierrez e Marcelo Odebrecht restituíram, juntos, R$ 903,9 milhões aos cofres públicos, em cumprimento às obrigações assumidas nos acordos feitos com o Ministério Público Federal.

"Os depósitos são expressão do compromisso das empresas lenientes e do colaborador de ressarcir imediatamente os danos causados à sociedade que são apontados no acordo, na forma pactuada", informou a força-tarefa da Operação Lava Jato na Procuradoria da República.

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Os depósitos inserem-se no contexto de uma série de outras obrigações, como a de revelar outros ilícitos, fornecer informações e provas e não praticar novas ilegalidades. Os valores beneficiarão as vítimas dos ilícitos e a sociedade, destaca a Procuradoria.

Além disso, por meio dos acordos de leniência, as empresas colaboradoras assumiram o compromisso de implementar e aperfeiçoar programas de conformidade, em linha com modernos instrumentos de combate e prevenção à corrupção.

Braskem

Em 14 de dezembro de 2016, a força-tarefa Lava Jato do MPF em Curitiba firmou acordo de leniência com a Braskem S.A., que foi homologado tanto pela Câmara de Combate à Corrupção do MPF como pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

Nos termos do acordo global, além do compromisso de revelar fatos ilícitos apurados em investigação interna, praticados em desfavor da Petrobras e de outras esferas públicas, a colaboradora comprometeu-se a pagar R$ 3.131.434.851,37.

Conforme o cronograma estabelecido, a colaboradora efetuou nesta quinta-feira (6/7) depósito da parcela inicial de R$ 736.444.544,59, restando as demais a serem solvidas nos próximos seis anos. As parcelas serão atualizadas monetariamente, tendo como referência inicial a data de assinatura do acordo de leniência e o dia anterior à data de pagamento da respectiva parcela.

Quanto aos valores depositados, o MPF vai pedir à Justiça, nos termos do acordo feito e homologado, a seguinte destinação: (a) 97,5% do total a título de ressarcimento dos danos materiais e imateriais causados pelos fatos e condutas ilícitas aos entes públicos, órgãos públicos, empresas públicas, fundações públicas e sociedades de economia mista, inclusive à Petrobras; (b) 1,5% do total, a título de perda de valores relacionados à prática dos crimes previstos na Lei de Lavagem de Dinheiro; (c) 1% do total a título de multa prevista na Lei de Improbidade, que também será destinado à(s) vítima(s), pro rata.

Andrade Gutierrez

A Andrade Gutierrez Investimentos em Engenharia S/A depositou R$ 94.058.802,91 em favor dos cofres públicos, no último dia 3 de julho. Este valor refere-se à segunda parcela do compromisso firmado com o MPF em seu acordo de leniência, homologado pelas instâncias competentes, pelo qual a empresa se comprometeu a pagar o valor total de R$ 1 bilhão em decorrência dos crimes e atos de improbidade administrativa praticados.

Anteriormente, a Andrade Gutierrez já havia depositado a primeira parcela de seu acordo, no valor de R$ 83.333.333,33. Com o depósito da segunda parcela neste mês de julho, a empresa já ressarciu aos cofres públicos o montante de R$ 177.392.136,24. Esses valores encontram-se depositados em juízo e serão destinados, em sua maior parte, aos entes públicos lesados pelos esquemas de corrupção e fraude à licitação identificados na operação Lava Jato.

Marcelo Odebrecht

Em 26 de junho deste ano, atendendo ao compromisso assumido no acordo de colaboração premiada que firmou com o procurador-geral da República e a força-tarefa Lava jato em Curitiba, Marcelo Bahia Odebrecht depositou judicialmente, à vista, R$ 73.399.314,07. Trata-se do total da multa que lhe foi atribuída em decorrência do acordo, que corresponde a 70% dos rendimentos auferidos pelo colaborador do Grupo Odebrecht no período em que participou dos fatos criminosos, limitado a dez anos.

Sem prejuízo a tal montante, Marcelo Bahia Odebrecht comprometeu-se com o MPF , no acordo de colaboração, a renunciar e perder, na forma do art. 7º da Lei nº 9.613/98, ainda que tenham sido convertidos, total ou parcialmente, em outros bens móveis ou imóveis, todos os valores que recebeu: i) no exterior a partir do "Setor de Operações Estruturadas" do Grupo Odebrecht, ou, ainda, ii) por intermédio de operações financeiras ilícitas. Tais valores estão sendo objeto de determinação.

Conforme previsto no acordo de colaboração celebrado pelo MPF com Marcelo Bahia Odebrecht, a destinação do valor da multa por ele recolhida será definida pelo juízo de homologação, no caso pelo Supremo Tribunal Federal.

Acordos de leniência e de colaboração - Não obstante a finalidade principal dos acordos de leniência e de colaboração seja a obtenção provas que permitam o aprofundamento e a expansão de investigações de organizações criminosas, a expressiva e inédita quantia de quase R$ 1 bilhão efetivamente recuperada em dez dias revela que essa técnica especial de investigação também permite, em tempo recorde, o adiantamento do ressarcimento de prejuízos causados aos cofres públicos.

Para o procurador da República Deltan Dallagnol, "a regra no Brasil é que nenhum centavo do dinheiro desviado seja recuperado. Virtualmente nenhuma ação judicial para recuperar dinheiro público desviado, na história, alcançou algo similar. Se a recuperação de quase um bilhão pode ser comparado a uma árvore frondosa, é uma árvore frondosa que cresceu no deserto. É evidente a necessidade de aperfeiçoar os mecanismos para recuperar o dinheiro público fora do ambiente da cooperação, adotando, por exemplo, propostas que estiveram dentre as 10 medidas contra a corrupção".

O procurador da República Paulo Galvão ressalta que ‘a recuperação histórica de valores demonstra a importância de preservar o ambiente favorável para acordos de colaboração e leniência, na linha da recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Há vários projetos de lei no Congresso Nacional que seriam desastrosos para esses instrumentos e, consequentemente, para a obtenção de informações e provas sobre corrupção e para a recuperação do dinheiro desviado’.

O resultado negativo diante do Vitória, neste domingo (18), ainda repercute entre os atletas do Leão pernambucano. Até mesmo o técnico Vanderlei Luxemburgo, após a partida, alegou que a derrota servirá para uma análise acerca do que está errado na desenvoltura do Sport. Na tarde desta segunda-feira (19), em coletiva de imprensa no Centro de Treinamento do clube recifense, o meia Thomás concordou com o pensamento do treinador.

Para Thomás, a derrota deve servir de lição aos atletas do Rubro-Negro, mas é preciso se recuperar e dar continuidade ao projeto leonino. “Nosso sentimento foi igual ao do torcedor. Com certeza ficamos bem chateados. Mas, agora, é seguir em frente, virar essa página para não acontecer nunca mais”, comentou o jogador.

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O dono da camisa 20 do Sport, sobretudo, reforça que confia nos companheiros de equipe. Ele até mantém o discurso de que o Leão brigará por vaga na Libertadores da América, mesmo integrando, no momento, a zona de rebaixamento do Brasileiro. Ele ainda reconhece que a desenvoltura do time foi ruim na derrota por 3x1 para a equipe baiana.

“Ontem era uma decisão para nós, jogo de seis pontos. Quem mais se cobra são os jogadores. Faltou mesmo espírito de decisão, jogamos muito mal realmente, mas tenho confiança no grupo. Agora é suar sangue e reverter isso aí”, prometeu Thomás. “O objetivo de todo mundo é Libertadores. Falta muito campeonato ainda e tenho certeza que vamos conseguir bater lá em cima. Confio no grupo, acho capacitado e o Vanderlei Luxemburgo está conseguindo montar o que ele quer”, completou.

O próximo desafio do Sport é na quarta-feira (21). Fora de casa, às 21h45, o Leão tem um difícil confronto contra o Atlético Mineiro, novamente pelo Campeonato Brasileiro. 

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