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A última vez que o Sport teve a presença na sua meta de Alessandro Beti Rosa, de 41 anos, ou simplesmente Magrão, foi no dia 10 de outubro, quando o Leão entrou em campo pela 29° rodada do Campeonato Brasileiro de 2018. Durante o confronto contra o Atlético-PR, que terminou com vitória do Furacão por 4x0, o ídolo rubro-negro fez grandes defesas, mas acabou sentindo dores depois de um choque com Ronaldo Alves e que posteriormente foi confirmada a fratura no antebraço.

Desde então, Magrão e o departamento médico do clube têm trabalhado para que o goleiro retorne o mais rápido possível. Submetido a uma cirurgia, o tratamento prossegue mesmo em período de férias. Em viagem com a família, o jogador recebeu algumas orientações e trabalhos de fortalecimento, segundo o fisioterapeuta Márcio Caldas.

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“Magrão entrou de férias, mas com algumas orientações de exercícios, mas exercícios simples, porque funcionalmente o cotovelo e o punho dele que são articulações mais acometidas com a lesão estão bem adiantadas”, comentou.  

Em fase final de recuperação, e com a confirmação de que o cotovelo e o punho, áreas que foram afetadas pela lesão estão reagindo bem no processo de recuperação, o clube trabalha para ter o goleiro e ídolo em boas condições para iniciar os trabalhos junto com o elenco.

A expectativa é de que o período de férias seja o tempo necessário para a consolidação do osso. Magrão já deve se reapresentar e iniciar os trabalhos junto com o grupo no retorno da equipe aos trabalhos sob comando do agora novo treinador do Sport, Milton Cruz. Márcio Caldas ainda disse que Magrão deve fazer alguns trabalhos de fisioterapia, mas visando mais a questão física do que a lesão propriamente dita.

“Agora é esperar a consolidação da fratura, ou seja, o osso colar para poder colocar carga e ele voltar a treinar normalmente que vai ser justamente o tempo do retorno as férias do atleta”, finalizou.

Ana Furtado, uma das apresentadoras do programa "É de Casa", usou o Instagram para dar uma notícia aos internautas. Em um vídeo publicado na rede social, seguido de um texto, Ana afirmou que está há três meses sem passar pelo processo de quimioterapia.

"Hoje completo três meses sem quimio. Gratidão por ter chegado até aqui. Gratidão por ter o amor e o apoio da minha família. Gratidão por ter a minha vida nas minhas mãos: eu posso, eu quero, eu consigo", disse.

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No final de maio, Ana Furtado usou as redes sociais para dizer que estava com um câncer de mama em estágio inicial. 

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Os salários no Brasil voltam a dar sinais de recuperação e sobem acima da taxa da média mundial em 2017. Mas, em 2018, os primeiros sinais apontam a perda de força nessa recuperação. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo o levantamento, o aumento do salário real no Brasil foi de 2,3% em 2017, contra uma média mundial de apenas 1,8%.

A OIT destaca que a recuperação dos salários no País foi a primeira desde 2013. Em 2014, a alta havia sido apenas 1,1%, contra uma retração de 0,3% em 2015 e mais uma queda de 1,9% em 2016. Parte do crescimento ocorreu por partir de bases mais baixas. Mas, ainda assim, a alta foi considerada positiva pela entidade.

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Em valores, a renda média era de R$ 2.121 em 2017 contra R$ 2.004 em 2016, R$ 1.878 em 2015 e R$ 1.728 em 2014. Em dez anos, se os salários na China dobraram, no Brasil o crescimento foi de apenas 20%. Arábia Saudita, India, Indonésia e Turquia também registraram aumentos de mais de 50% desde 2008.

Rosalia Vasquez, autora do levantamento da OIT, alerta que o crescimento de salários no Brasil "é apenas uma recuperação pequena". "Não é realmente uma mudança significativa. Temos de ver primeiro o que vai ocorrer, já que há incertezas", alertou. Segundo ela, a incerteza é, acima de tudo, em termos de dados e a disparidade de renda continua elevada.

Mesmo assim, em seu informe, a OIT destaca que "o Brasil experimentou um crescimento positivo de salários a partir de 2016 e depois de uma fase de praticamente zero crescimento no período entre 2012 e 2016, com um crescimento negativo em 2015 e 2016". Na América Latina, o crescimento de salários foi de apenas 1%.

Os dados do Brasil contrastam com o restante do mundo. Em média, os salários reais subiram apenas 1,8% em 2017 no mundo, contra uma taxa de 2,4% em 2016. Entre as economias do G-20, a expansão foi de apenas 0,4% no ano passado. Em 2016, o aumento havia sido de 0,9%.

Entre os países emergentes do G-20, porém, o aumento dos salários foi de 4,3%, abaixo dos últimos anos. Em 2016, a taxa chegou a quase 5%.

Para o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, não faz sentido ter hoje uma estagnação nos salários nos países ricos, enquanto o desemprego está em queda e as economias crescem. "Os indícios apontam que isso deve continuar no mesmo ritmo em 2018. Estamos ainda vivendo incertezas", alertou. "Tais salários estagnados são obstáculos ao crescimento da economia e à melhoria de padrões de vida", disse.

"Esse foi o crescimento de salário mais baixo desde 2008, quando começou a crise financeira", disse. "Essa é uma tendência preocupante", alertou Ryder.

Na Europa, os dados apresentam uma estagnação dos salários, contra aumento de apenas 0,7% nos EUA, afetado pela inflação. Em 2015, a economia americana registrava um incremento de 2,2%.

De acordo com a OIT, salários reais praticamente triplicaram nos países emergentes nos últimos 20 anos. Entre os países ricos, o aumento nesse mesmo período foi de apenas 9%.

Desigualdade de renda entre gêneros

O que preocupa a entidade ainda é a disparidade de renda entre homens e mulheres. Segundo o levantamento, mulheres continuam recebendo cerca de 20,5% a menos que os homens, pelos mesmos trabalhos efetuados. No Brasil, a disparidade é de 20,1%, em linha com a média mundial.

"Essa é uma das maiores manifestações da injustiça social e todos os países devem entender que algo deve ser feito para acelerar uma igualdade de gênero", disse Ryder.

Entre os países ricos, a maior diferença entre mulheres e homens está na camada mais elevada dos salários. Nos países em desenvolvimento, é nos mais pobres que se vê a diferença mais profunda. Esse é, segundo a OIT, o caso do Brasil.

O que a OIT também destaca é que existe uma "penalidade" em termos salariais para mães que têm filhos. No Brasil, essas mulheres têm um aumento de diferença de salários de 7% na comparação com as que não têm. Entre os homens, aqueles com filhos têm um "prêmio" de 7% em renda.

Futuro das estatísticas no Brasil preocupa

Há poucas semanas, a OIT saiu em defesa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) diante da fala do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), desqualificando a produção de dados de desemprego no País.

Bolsonaro chamou de "farsa" os números atuais, divulgados mensalmente pelo órgão, vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e fundado em 1934.

Numa série de mensagens publicadas nas redes sociais, Rafael Diez de Medina, chefe de estatísticas e diretor do Departamento de Estatísticas da OIT, saiu em apoio ao órgão brasileiro. "A OIT apoia fortemente a metodologia seguida pelo IBGE para estimar o emprego e o desemprego, seguindo padrões internacionais", escreveu o representante.

Em uma outra mensagem, ele vai além e aponta que está "extremamente preocupado sobre o futuro das estatísticas oficiais no Brasil". "O sistema internacional de estatísticas estará em alerta e pronto para reagir a esses tipos de reações na Era Pós-Verdade", criticou.

Ryder, porém, evitou entrar em polêmica. "É prematuro fazer qualquer avaliação sobre a direção (adotada pelo governo), disse. "Não faço pre-julgamentos com relação às intenções do governo do Brasil. Vamos interagir com o governo", completou.

Ana Furtado publicou em seu Instagram uma mensagem super positiva falando sobre o seu tratamento contra o câncer de mama. A apresentadora já passou do processo de quimioterapia e agora se encontra fazendo radioterapia.

- Aguardando a minha sessão de rádio, essa foto me faz pensar em olha para frente... com fé e confiança. Seguir adiante com coragem, publicou.

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Para buscar a cura definitiva é necessário que se faça um tratamento além da quimioterapia e da radioterapia, e ela explicou detalhadamente em uma publicação em agosto.

- A partir de hoje e por 5 anos, tomarei Tamoxifeno, que bloqueia o estrogênio nas células mamárias, e que por isso poder ser útil na redução de risco de câncer de mama. É usado principalmente para tratar câncer de mama positivo para receptor hormonal (câncer de mama com receptores de estrogênio e/ou progesterona). O que me visitou era assim. Então tá... vou encarar. Com a coragem de sempre, disse.

Demi Lovato foi vista pela primeira vez fora da clínica de reabilitação onde faz tratamento desde agosto. Segundo informações do site TMZ, a cantora está de volta às ruas e com uma ótima feição no geral, aparentando também estar sóbria.

Demi deixou a clínica para jantar em um restaurante na região de Beverly Hills, na Califórnia, Estados Unidos, no último sábado, dia 3. Ela estava acompanhada do rapaz que você vê acima, que não teve sua identidade revelada. Fontes disseram que os dois se divertiram bastante no restaurante e que pareciam bem felizes juntos.

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Além disso, a cantora também teria sido vista em um spa neste fim de semana. Tudo indica que ela realmente deixou a rehab após ficar internada por 90 dias. Informantes garantiram que a artista levou esse período de recuperação muito a sério.

  A mãe de Demi Lovato, Dianna de la Garza, revelou em entrevista à rádio Sirius XM nessa sexta-feira (26), que a cantora está sóbria há 90 dias. Demi foi encontrada desacordada em sua mansão, após sofrer uma overdose, em julho deste ano.

Dianna falou das dificuldades do tratamento, mas afirmou que a cantora está se recuperando. “O vício é uma doença, é um trabalho duro. É difícil e não há atalhos”. No início deste mês, a irmã de Demi em entrevista ao “Popcorn Talk”, canal do Youtube, também falou sobre a recuperação da autora de ‘Tell Me You Love Me’.

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“Ela está indo muito bem, ela está trabalhando duro por sua sobriedade. E nós estamos incrivelmente orgulhosos por ela. Isso tem sido louco para nossa família. Mas estamos atravessando isso juntos e todos os dias. Nós já passamos por muitas coisas juntos e todas as vezes que passamos por algo, saímos sempre cem vezes mais fortes do que antes. Nós somos agradecidos por tudo, por todas as pequenas coisas”, disse.

Mesmo afastada da carreira, Demi arrematou três prêmios no Latin American Music Awards 2018, que aconteceu na quinta-feira (25), em Los Angeles.

Por Lídia Dias

Dois monumentos do conjunto arquitetônico do Sítio Histórico de Olinda foram restaurados e serão reabertos na próxima quarta-feira (24). Às 15h, será reinaugurada a Igreja do Bonfim, localizada na Rua do Bonfim, Carmo. Já às 17h30 será reinaugurado o Adro de São Francisco, do convento mais antigo do Brasil.

A igreja volta a abrir as portas para o público após um ano e quatro meses de requalificação da torre do sino e da fachada, além da recuperação de toda estrutura do telhado, cobertura do forro, piso e reconstituição dos altartes e do conjunto de imagens dos santos do acervo da igreja. O serviço foi aprovado e elaborado pela Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O investimento foi de R$ 2,09 milhões oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas.

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Já a inauguração do adro do Convento de São Francisco contará com apresentação da Orquestra Sinfônica do Centro de Educação Musical de Olinda (CEMO). O adro é um pátio que fica diante de igrejas.

Segundo a Prefeitura de Olinda, o espaço foi requalificado com a reintegração do largo com o cruzeiro, o piso foi refeito, a rampa restaurada com acessibilidade e corrimão. A intervenção envolveu também a instação de equipamentos de iluminação com sistema elétrico embutido, canaletas para melhoria da drenagem do local, novos balizadores que limitam a área de circulação dos veículos, além da recomposição da fachada do convento.

A obra durou dois anos e quatro meses. O investimento foi de quase R$ 3,08 milhões.

A Prefeitura do Recife deu início, na última segunda-feira (24), às obras de recuperação dos dez banheiros públicos situados entre as orlas de Brasília Formosa e de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. O investimento será de R$ 175,7 mil.

Entrar em um desses banheiros costuma ser uma experiência desagradável. Vários desses locais possuem vasos sanitários, pias e mictórios depredados. É comum não possuírem portas ou apresentarem descargas defeituosas. O mau cheiro também é outra característica dos banheiros públicos, que ainda são alvos de furtos.

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Segundo a Prefeitura do Recife, os trabalhos de reforma começarão a partir dos banheiros de número 7 e 8. As melhorias abrangem a instalação de novos dispositivos e acessórios hidráulicos, como tubulações e torneiras, novas louças e metais, substituição de portas, reforma de pisos e paredes e a troca de vitrais quebrados. Os serviços devem ser concluídos em 60 dias.

Chuveiro

Outra dor de cabeça para os banhistas da orla do Recife são os chuveirões. O governo havia anunciado a instação de chuveiros automáticos ao longo da orla do Recife e de Olinda com conclusão para outubro de 2018, mas o projeto tem sofridos constantes atrasos. Atualmente, não há previsão para a instalação dos novos chuveiros.

Em agosto deste ano a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) apresentou uma pesquisa que constatou que as águas utilizadas nos chuveirões e nos banheiros estavam contaminadas e impróprias para uso. Os valores físico-químicos de nitrato e salinidade estavam acima do que é proposto pelas legislações. Já nos parâmetros microbiológicos, tanto os chuveiros quanto banheiros estavam em desconformidade com suas respectivas legislações.

“A água contaminada pode ser grande veículo para transmissão de doenças gastrointestinais, dentre elas cólera, febre tifoide, leptospirose e giardíase, e parasitoses, dentre elas amebíase e esquistossomose”, afirmou a aluna de Farmácia Luísa Souza Almeida. A estudante também havia participado de estudo realizado em 2014 que já indicava a contaminação da água. Na época, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) cobrou providências do poder público.

Segundo a Diretora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, o Museu Nacional, que teve a maior parte da estrutura destruída por um incêndio neste mês, tem um backup atualizado em fevereiro de todo o acervo, o que permitirá que, mesmo que não seja possível de ser recuperado, possa ser reproduzido com a ajuda de novas tecnologias - como impressoras 3D.

A informação foi dada durante apresentação da missão oficial da Unesco, que veio ao Brasil em missão de emergência para auxiliar na recuperação do Museu Nacional. O grupo ainda visitará outros seis museus no Rio de Janeiro nesta semana para avaliar a situação de risco em que se encontram seus acervos. O objetivo é elaborar recomendações ao governo federal e às instituições responsáveis por eles para que sejam evitadas tragédias e degradação ou perda de objetos e documentos.

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A missão visitará o Arquivo Nacional e a Biblioteca Nacional. As outras quatro instituições ainda serão selecionadas. "Outra parte da nossa missão inclui a investigação rápida de outros museus no Rio para averiguar riscos e para, eventualmente, lançar um projeto que seja mais inclusivo e para prevenir situações como esta", afirmou a chefe da Missão de Emergência da Unesco para o Museu Nacional, Cristina Menegazzi.

"A ideia é aplicar a metodologia de análise de riscos que a gente já vem aplicando no setor do patrimônio cultural e nos permite avaliar de forma abrangente os riscos que afligem o patrimônio cultural", completou o consultor do Centro Internacional de Estudos para a Conservação e Restauro de Bens Culturais (ICCROM), José Luiz Pedersoli Junior.

Ele e Menegazzi chefiam a missão de emergência no Brasil, que é composta ainda por dois especialistas alemães em recuperação de objetos em situações como a do Museu Nacional. A missão visitou o Museu Nacional na semana passada fez recomendações para ações prioritárias, como a cobertura do prédio para evitar que o sol e a chuva prejudiquem o que está sob os escombros.

Recuperação lenta

Menegazzi afirmou que a recuperação do museu deverá levar anos, principalmente pela complexidade do incêndio. A dificuldade é conseguir separar o que é escombro do que tem valor histórico e científico. "Será um trabalho praticamente de arqueologia", definiu Pedersoli. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Depois de participar do 'Fire Challenge', ('Desafio do fogo' na tradução), uma garota de 12 anos de idade, identificada como Timiayah Landers, foi parar no hospital com 49% do seu corpo com queimaduras de 2º e 3º grau. Ela tinha visto a "brincadeira" no Youtube com as suas amigas. Por isso, ensopou o seu corpo com álcool e ateou fogo. Esse fato aconteceu no último dia 17 de agosto, em Detroit, Michigan, nos EUA. 

A mãe da garota, Brandi Owens, disse à Fox que isso aconteceu quando ela dormia. Ao ver a situação da Timiayah, o noivo de Brandi jogou a garota dentro da banheira e em seguida levou a menina para o hospital. A mãe disse imprensa que o Youtube devia proibir vídeos com esses conteúdos e avisa aos outros pais que "monitorem as redes sociais de seus filhos".  

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Por conta da situação de Timiayah Landers, os familiares resolveram fazer uma campanha para arrecadar fundos que servirão para auxiliar no tratamento da garota, que ficou queimada do joelho até a cabeça. "A equipe médica está me dizendo que meu bebê vai ficar hospitalizado por alguns meses, ela tem um longo caminho até a recuperação e pelo menos mais 3 cirurgias", escreveu Brandi.  

A campanha, que foi criada na última segunda-feira (20), tem como meta 10 mil dólares, e até o momento já conseguiu um pouco mais que a metade da meta. Brandi diz que a família e os amigos foram os que incentivaram para começar a campanha de ajuda financeira. "Todos nós estamos tentando manter juntos e ser forte para ela. Qualquer coisa que você puder doar, será bem-vindo", compartilha a mãe.  

Para que o trabalho de um treinador dê bons frutos, é necessário tempo de treinamento, além de planejamentos técnico e tático. Esse seria o cenário ideal para Eduardo Baptista, por exemplo, que recentemente voltou ao comando do Sport. No entanto, diante de uma sequência de nove jogos sem vitória e de um calendário apertado entre uma partida e outra, é extremamente difícil usufruir de tempo suficiente para treinar a equipe.

Logo na reestreia de Eduardo à frente do time rubro-negro, uma sonora goleada: o Santos fez 3x0 no Leão. De acordo com o goleiro Magrão, os atletas da equipe precisam de uma rápida reação, apesar do pouco tempo de trabalho do novo treinador.

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“Um novo treinador. Começando agora o trabalho. Mas temos que acelerar esse processo. Não temos muito tempo, já vai começar o returno. Temos que acelerar isso para reverter essa situação. Nós jogadores temos que assumir essa responsabilidade e mudar isso o mais rápido possível”, disse o goleiro rubro-negro, conforme informações do site oficial do Sport.

Com a derrota para o Peixe, o Sport ficou na arriscada 15ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 20 pontos. Caso o Vitória bata o Palmeiras neste domingo (19), no Barradão, o time pernambucano entrará na zona de rebaixamento. O próximo jogo da equipe leonina será na quarta-feira (22), 21h, contra o América Mineiro, na Ilha do Retiro.

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Quatro dias depois de ser internado com um forte quadro gripal, o ex-atacante brasileiro Ronaldo Fenômeno recebeu alta nesta terça-feira (14) da Policlínica Nossa Senhora do Rosário e já está em sua casa em Ibiza, na Espanha. O ex-jogador, de acordo com funcionários do hospital, deixou o local discretamente, pela parte dos fundos, por volta das 10h30 locais (5h30 no horário de Brasília).

Pouco depois, já em sua residência na cidade litorânea da Espanha, a namorada Celina Locks postou uma foto de Ronaldo Fenômeno com seus cachorros na varanda. "Meu amor está de volta em casa. E a Nina e a Paçoca não desgrudam dele! Te amo muito, muito, muito", escreveu.

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A internação aconteceu na última sexta-feira, mas a informação só foi revelada no domingo. Ronaldo Fenômeno deu entrada no hospital de Can Misses, em Ibiza, mas no mesmo dia se transferiu para a Policlínica Nossa Senhora do Rosário, que possuía mais estrutura.

O próprio Ronaldo Fenômeno usou as suas redes sociais no último domingo dizendo que estava tudo bem e que deveria sair nesta segunda-feira. Mas a alta só aconteceu de fato um dia depois.

A mudança de hospital, de acordo com seus assessores de imprensa, aconteceu por causa da melhor estrutura da Policlínica Nossa Senhora do Rosário. "Foi tudo controlado para não evoluir para uma pneumonia, não chegou a isso. No primeiro hospital em que ele deu entrada, não havia estrutura para interná-lo para tratar esse quadro de gripe grave, por isso ele seguiu para o outro", explicou a assessoria do ex-jogador.

Ronaldo Fenômeno viajou para a Espanha após trabalhar como comentarista da Rede Globo durante a Copa do Mundo da Rússia. Na última semana, ele chegou a participar de um torneio festivo de futevôlei na Itália.

A volta dos leilões de petróleo, a alta do preço da commodity e a recuperação financeira da Petrobrás deram novo fôlego à cidade de Macaé, no norte do Estado do Rio de Janeiro. O município foi um dos primeiros a sentir a queda na arrecadação de royalties e a redução das atividades da estatal, que desde a década de 1980 movem a economia da cidade.

Segundo o prefeito de Macaé, Aluízio dos Santos Júnior, alguns sinais já apontam para a retomada, como a volta, mesmo que tímida, da geração de empregos. Mais de mil vagas foram abertas no primeiro semestre do ano e, aos poucos, a cidade vai ganhando novos restaurantes, academias e hotéis. O prefeito espera a abertura de mais oportunidades nos próximos anos com a revitalização dos campos maduros da Petrobrás e a desativação

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de plataformas de petróleo da estatal na Bacia de Campos, um negócio que demanda a contratação de empresas de serviço da cadeia petrolífera.

Em dez anos, por causa do pré-sal e da redução natural de produção dos seus campos, a bacia que banha e sustenta o município

de Macaé perdeu a liderança da produção de petróleo no Brasil para a Bacia de Santos, hoje responsável por 50% do total produzido no País, ante 44% da Bacia de Campos.

Na visão da estatal, a região se mantém como um dos maiores complexos petrolíferos marítimos do mundo e o interesse por ela nos últimos leilões de petróleo do governo mostraram que ainda há bastante apetite pelo norte do Estado do Rio. Ao todo, foram leiloados 11 blocos apenas na Bacia de Campos.

A estatal também está investindo na revitalização de campos

maduros, sendo o caso mais adiantado o de Marlim, cujo contrato de concessão foi estendido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) até 2052, junto com o do campo de Voador.

"É fundamental investir na Bacia de Campos. Por isso é importante que se aumente o fator de recuperação dos campos (hoje em 24%, ante média mundial de 35%) e que a produção volte a aumentar", disse o prefeito, referindo-se a campos já muito explorados pela Petrobrás e que exigem esforço extra para que o óleo seja retirado.

Vale-refeição

Bares e restaurantes cheios, gente circulando pela orla e os navios trafegando no mar calmo de Macaé era tudo o que o gerente do restaurante Picanha do Zé, Jackson Lima, 29 anos, queria voltar a ver. Há três anos com as mesas praticamente vazias, ele comemora a volta do vale-refeição pagando as contas nos últimos meses, o que evitou que o estabelecimento fechasse as portas.

Hoje, durante a semana, a ocupação das mesas dobrou, atingindo 60%, e nos fins de semana chega a ter fila na porta. "Antes o pessoal estava rachando os pratos, a conta, pendurando, mas aos poucos o vale-refeição está voltando e o pessoal lota isso aqui", diz Lima.

Com essa perspectiva é que trabalha Israel Silva, garçom desempregado de 25 anos. Ele conta que há três anos o mar ficava lotado de navios indo e vindo das plataformas e que agora quando vê um barco se enche de esperança. "Na minha visão,

a retomada do emprego não está sendo tão rápida. Teve um pequeno crescimento sim, mas não está tão fácil", avalia.

A desativação de plataformas da Petrobrás também promete ajudar na reativação da economia da cidade. A estatal tem provisionados US$ 14,3 bilhões para aplicar no desmonte dos sistemas de produção de plataformas, um negócio que pode reerguer a indústria de prestação de serviços no entorno de Macaé.

O processo de desativação de plataformas envolve a desmontagem de todo o sistema submarino (cabos, fechamento de poços), obedecendo regras ambientais e lançando mão de avanços tecnológicos.

Investimento

Vivendo há décadas em torno da indústria do petróleo e gás natural, Macaé atraiu ao longo dos anos empresários como o pai de Leonardo Dias, que em 2003 transformou uma fazenda em parque industrial para atender à demanda da crescente indústria petrolífera. Desde a abertura do setor no Brasil, em 1997, a cidade começou a atrair também a iniciativa privada, que correu para garantir uma área no parque industrial Bella Vista. O pai chamou o filho para assumir o negócio, em 2011, no auge da retomada do preço do petróleo, depois da crise de 2008.

Animado com o preço da commodity, Dias decidiu triplicar o espaço, oferecendo ao mercado 3 milhões de metros quadrados. "No início estava muito otimista, começou muito bem, tinha muita procura, e depois passou para a crise. Um pouco antes da expansão tinha bastante procura de empresas grandes, que estavam ganhando contratos", contou.

A Petrobrás e a Schlumberger são algumas das empresas que já estão no local. Para atrair mais clientes, Dias está criando um novo tipo de condomínio industrial, com estrutura compartilhada entre as empresas, como vestiário e restaurante, áreas e equipamentos adequados à prestação de serviços do setor, entre outras facilidades. Todos os terrenos já são licenciados, o que facilita a instalação das empresas. "Vamos pegar essa onda da retomada e investir primeiro", diz Marcos Daher, sócio no empreendimento.

Novas plataformas dão impulso à Petrobrás

Depois de quatro anos praticamente estagnada, a produção da Petrobrás vai dar um salto expressivo em 2019, com o início da operação das seis plataformas que estão chegando este ano. A mais recente, a P-67, partirá em três semanas da Baía da Guanabara, no Rio, para o campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos.

O campo de Lula já responde por quase metade da produção nacional de petróleo e gás natural, com 1,1 milhão de barris diários. A produção total é de 2,6 milhões de barris diários. Lula também receberá até o fim do ano a P-69, completando o sistema definitivo de produção do campo de Lula, informou o diretor de Desenvolvimento de Produção e Tecnologia da Petrobrás, Hugo Repsold.

As unidades estão sendo destinadas aos campos do pré-sal porque a região tem custos mais baixos de extração, por causa do grande volume produzido em comparação aos campos do pós-sal, que até 2006, quando o pré-sal foi descoberto, eram o foco da companhia.

Em alta

"O ano de 2019 vai ser espetacular para a Petrobrás. A produção do pré-sal continua subindo e vai compensar a queda que está sendo verificada nos campos maduros, que precisam ser vendidos pela empresa", diz o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie) Adriano Pires. A Petrobrás anunciou um plano de desinvestimento que inclui a venda de parte de alguns campos produtores, o que, com o declínio da produção de campos antigos, reduz a produção total da companhia.

Segundo Pires, enquanto no primeiro semestre a produção do pré-sal subiu 7,5%, a queda de produção dos campos maduros foi da ordem de 12,5%. Com a chegada das novas plataformas, esse declínio deverá afetar menos a companhia, avalia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

As lesões não parecem mais ser um problema para Tite antes do duelo com a Bélgica, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (3), no dia seguinte ao triunfo por 2 a 0 sobre o México, em Samara, a Seleção Brasileira retomou a sua rotina de atividades em Sochi com a presença do meia-atacante Douglas Costa, recuperado de contusão, assim como do lateral-esquerdo Marcelo.

Douglas Costa sofreu lesão na coxa direita nos minutos finais da vitória por 2 a 0 sobre a Costa Rica, em 22 de junho, e vinha desfalcando a seleção brasileira desde então. Nesta terça-feira, porém, ele participou sem qualquer restrição da atividade dos reservas de Tite, ficando à disposição do treinador para o duelo de sexta-feira com a Bélgica, às 15 horas (de Brasília), em Kazan, pelas quartas de final da Copa do Mundo.

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A presença de Douglas Costa significa que Tite não deverá ter qualquer desfalque por lesão para o seu próximo duelo na Rússia, situação bem diferente da enfrentada em compromissos recentes, pois, além do jogador da Juventus, o treinador já não pôde contar em outros momentos com o lateral-direito Danilo e o meio-campista Fred.

O treino da seleção nesta terça-feira em Sochi teve em campo apenas a presença dos reservas, além do goleiro Alisson. Os titulares no triunfo sobre o México ficaram na academia, onde realizaram somente trabalhos regenerativos. Para os suplentes, o treinamento também acabou sendo bem leve e em sua maior parte concentrado em cruzamentos e finalizações.

A atividade da seleção também contou com a presença do lateral-esquerdo Marcelo, que foi poupado por Tite do confronto com o México por causa das dores na região lombar que o tiraram do confronto com a seleção da Sérvia logo em seus minutos iniciais, sendo substituído por Filipe Luís nos dois últimos jogos do Brasil. Mas a tendência é a de que ele retorne ao time contra a Bélgica.

Até por ser uma atividade no dia seguinte a um triunfo, o trabalho desta terça da seleção contou com a presença de diversos familiares dos jogadores, que confraternizaram com eles dentro de campo, ao final da atividade.

A seleção volta a treinar em Sochi às 11 horas (de Brasília) desta quarta-feira, na sua última atividade na cidade, o seu "quartel-general" durante a Copa. No dia seguinte, o time nacional segue para Kazan, onde treinará para o confronto de sexta-feira com a Bélgica. O único desfalque será o volante Casemiro, suspenso, sendo que a sua vaga deverá ser ocupada por Fernandinho.

Após passar por cirurgia para a retirada de um tumor no cérebro, MC Pikachu publicou um vídeo para tranquilizar os fãs. Nesta sexta (22), ele compartilhou com o público sua chegada em casa e garantiu que está muito bem.

O MC descobriu o tumor após sentir fortes dores de cabeça durante uma viagem a Manaus. De volta à sua cidade, São Paulo, ele foi diagnosticado e o tratamento foi prontamente estabelecido. Na última segunda (18), o cantor foi submetido a uma cirugria para retirada do tumor e chegou a ficar dois dias internado em uma unidade de tratamento intensivo (UTI). 

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De alta, Pikachu tranquilizou os fãs, nesta sexta (22), com um vídeo que o mostra já em casa: "Nada melhor que sua cama e sua televisãozinha. Estou de alta rapazeada!", comemorou em suas redes sociais. Ele também mostrou a cicatriz da cirurgia e garantiu que dentro de um mês já estará de volta aos palcos. 

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Os fãs do sambista Arlindo Cruz tiveram uma surpresa nesta sexta (22). O artista, internado há um ano por conta de um AVC, surgiu de verde e amarelo, para torcer pela seleção brasileira, em seu segundo jogo na Copa do Mundo da Rússia. Na legenda, a notícia de uma alta em breve alegrou ainda mais a imagem.

Arlindo se recupera de um acidente vascular cerebral que o deixou hospitalizado por um ano. Na foto publicada por seu assessor de imprensa, Wesley Cavalcante, ele aparece com bom aspecto e um sorriso tímido. Wesley escreveu no post: "Últimos preparativos para ver o próximo jogo da seleção em casa".

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A postagem encheu os fãs de alegria e o otimismo chegou até à torcida pelo Brasil na Copa. "Agora o hexa vem, faltava você para essa torcida estar completa"; "Que saudades Arlindo Cruz, o Brasil te ama"; "Salve, nosso mestre"; "É isso aí, guerreiro! O show tem que continuar", disseram os seguidores.

O cantor Arlindo Cruz, internado há um ano, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral hemorrágico (AVC), está prestes a ir para casa em até 20 dias. O sambista está passando por uma avaliação para alinhar os cuidados fora do hospital, com a ajuda de enfermeiros no procedimento de home care.

De acordo com Babi Cruz, esposa do músico, em entrevista ao G1, o 'aroma do feijão na panela' fará parte do tratamento. Babi recebeu a garantia dos médicos de que Arlindo voltará para casa antes do encerramento da Copa do Mundo. Arlindo Cruz segue internado no Hospital Placi, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.

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O atacante Neymar disse nesta terça-feira, em evento em São Paulo, que deve ser liberado para voltar a treinar daqui a um mês, por volta do dia 17 de maio. O jogador da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain apresentou a estimativa envolvendo o período de fisioterapia e de tratamento até trabalhar com bola nesta terça-feira. Caso essa previsão se confirme, a liberação dele ocorreria exatamente um mês antes da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, contra a Suíça, em Rostov.

"Não tenho uma previsão exata para voltar aos treinos, faço o último exame, se não me engano, dia 17 de maio. Estou liberado para jogar por aí. Depende da evolução, dos exames. Mas os médicos deram a data a aproximada de 17 de maio", afirmou Neymar, que participou de evento promovido por um dos seus patrocinadores, a companhia chinesa TCL na zona oeste da capital paulista. O jogador se tornou embaixador global da marca nesta terça-feira e foi ao compromisso com muletas e uma bota ortopédica.

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O retorno de Neymar seria a tempo de participar da última rodada do Campeonato Francês. "Fiz exame na última semana e está tudo perfeito, tudo evoluindo bem", disse o atacante do PSG.

Em recuperação de uma cirurgia para tratar a fratura no quinto metatarso do pé direito, Neymar tem feito o tratamento no Brasil. O jogador do PSG sofreu a lesão no fim de fevereiro, durante jogo com o Olympique de Marselha, foi submetido a uma operação em 3 de março, em Belo Horizonte, e desde então se recupera com o auxílio do seu estafe particular em Mangaratiba (RJ), onde tem casa.

Durante o evento, ele explicou que mesmo com uma agenda movimentada de eventos sociais e jogos de pôquer nesse período longe do futebol, tem sido disciplinado no tratamento. "Faço de tudo um pouco, mas de tudo com gelo. Só não estou com gelo agora porque não dá. Faço tudo o que gosto, namoro, mas tem o momento da 'fisio'. Então, ela (a namorada) tem que esperar. Jogo meu pôquer fazendo tratamento, vou para o computador, videogame, fazendo tratamento também", explicou.

O atacante comentou viver um período difícil na carreira, mas afirmou estar confiante que estará em boa forma física para o Mundial da Rússia. "Pretendo chegar melhor do que eu estava. Claro que existem certas dúvidas, às vezes eu sinto também. É normal para um cara que acabou se machucando. Foi a primeira cirurgia da carreira, nunca passei por isso. Para mim está sendo muito difícil ficar sem jogar, fora do ambiente de trabalho", comentou.

Neymar afirmou que enfrenta grande ansiedade nesse período prévio à Copa. Restam somente dois meses para a estreia do Brasil na competição. "Vou me esforçar ao máximo, quero me dedicar ao máximo. É um sonho que está chegando, uma Copa do Mundo. Esperei quatro anos por essa oportunidade, e está perto", disse.

Aos poucos, as famílias brasileiras começam a retomar alguns hábitos de consumo adquiridos nos tempos de bonança da economia. Depois da longa recessão econômica que fez os consumidores cortarem ou substituírem produtos no dia a dia, a lista de compras voltou a ser incrementada com mercadorias um pouco mais caras. No lugar da margarina, a manteiga retornou à mesa; assim como o óleo de soja foi substituído pelo azeite de oliva. O requeijão, a batata congelada e o pão industrializado também estão de volta ao cardápio dos consumidores.

Dados da consultoria Kantar Worldpanel mostram que, em 2017, mais de dois milhões de lares voltaram a comprar manteiga pelo menos uma vez no ano - indicador que mostra uma reação do mercado de consumo. No auge da crise, o produto estava presente em 32,94% dos lares brasileiros. Com a retomada, a participação subiu para 36,80% - superior à registrada antes da recessão, em 2014 (34,17%). O mesmo ocorreu com o azeite, que retornou à lista de supermercado de 1,4 milhão de famílias.

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"À medida que a economia melhora, a primeira cesta a dar sinais de recuperação é a de bens de consumo não duráveis", afirma a diretora de negócios e Marketing da Kantar, Christine Pereira. A retomada é explicada por um conjunto de fatores: inflação baixa, juros no menor patamar histórico, aumento da renda e ligeira reação do mercado de trabalho.

Outro motor do consumo foi a redução do endividamento das famílias, que chegou a comprometer 22,8% da renda mensal em 2015. De lá pra cá, o indicador seguiu um movimento de queda. Segundo dados do Banco Central, em dezembro do ano passado, já estava em 19,9%.

Cálculos do economista Maurício Molan, do Santander, mostram que o aumento da massa salarial e o recuo do endividamento dos brasileiros devem liberar cerca de R$ 124 bilhões para a economia. "Vemos um crescimento consistente do consumo neste ano, já que o emprego e a renda estão voltando. Tudo isso é muito poderoso."

A expectativa é de que o varejo tenha um avanço de 4,7% em 2018 - o que deve ajudar a sustentar as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em torno de 3%. Levantamento da Tendências Consultoria Integrada mostra que o aumento do consumo deverá ser puxado em especial pelos Estados do Norte e por São Paulo.

O economista da consultoria, Adriano Pitoli, afirma que quem sofreu mais durante a crise tem potencial para registrar melhor desempenho agora. Ele lembra que a maior disponibilidade dos bancos para emprestar dinheiro também pode ter efeito positivo nesse mercado. Durante a crise, as instituições financeiras fecharam os cofres para novos empréstimos às pessoas físicas.

"Mas, vale pontuar que há um longo caminho pela frente para o País retomar por completo os níveis pré-crise", diz Pitoli. Segundo ele, projeções apontam que apenas em 2021 o Brasil vai voltar ao patamar de consumo de 2013. Essa avaliação é compartilhada pela diretora da Kantar, Christine Pereira. Ela destaca que, apesar de novos compradores e do avanço nas vendas de produtos de maior valor agregado, o desafio é aumentar a frequência de compras, ainda limitada.

Outra dificuldade é que essa onda de consumo, por ora, não deve ser acompanhada de grandes volumes de investimentos. "A ociosidade ainda é muito grande e vai demorar para ter um gatilho de novos investimentos produtivos", diz Pitoli. O economista do Santander, no entanto, tem opinião diferente. Segundo ele, apesar do baixo uso da capacidade instalada, há outros investimentos importantes que podem ser feitos agora, como a modernização de parques industriais e a demanda por máquinas no agronegócio, que tem efeito multiplicador na economia. "Os indicadores são bastante positivos, especialmente se levarmos em consideração que estamos saindo de uma grave recessão."

Azeite volta à mesa

A recessão pegou a cabeleireira Gilda Barbosa da Silva, de 46 anos, no contrapé. Com duas obras em andamento e queda nas receitas por causa da movimentação menor no salão, ela teve de reduzir despesas do dia a dia. Trocou a marca do sabão em pó por uma mais barata, substituiu o azeite por óleo e a picanha por acém. "Foi um pavor", lembra Gilda, que agora começa a respirar aliviada com os sinais de recuperação da economia.

O movimento no salão voltou a crescer; o rendimento do marido, que trabalha com peças automotivas, melhorou; e a filha, que estava desempregada, conseguiu uma recolocação. Ela lembra que a mudança começou no último trimestre de 2017 e continua positiva. "Hoje já voltei a consumir Omo (sabão em pó), azeite e picanha", comemora a cabeleireira, que também planeja uma viagem para Alagoas com a família no fim do ano.

Gilda faz parte do grupo de famílias que conseguiram emergir da intensa crise econômica brasileira. Um levantamento feito pela consultoria Nielsen mostra que 22,2% dos lares conseguiram superar a recessão no ano passado. Para isso, as famílias tiveram de promover um forte ajuste no orçamento doméstico. Segundo a pesquisa, os gastos foram reduzidos em 25%.

"Esta crise foi um pouco mais sofrida do que as anteriores. Estamos falando de uma geração que consumiu produtos diferentes em anos passados, mas teve de cortar por causa da recessão", diz a especialista em consumo da Nielsen, Mariana Morais.

A representante comercial Tatiana Arjona sentiu na pele os reflexos da crise. Parou de comer fora, trocou o café em cápsulas pelo café em pó, deixou de ir ao salão de beleza para fazer unha em casa e cancelou o plano de TV a cabo. Ela fechou uma empresa e passou a ser representante comercial ao lado do marido, Ivan. Nesse processo, a renda do casal caiu 40%.

Mas, de quatro meses para cá, a situação voltou a entrar nos trilhos e a renda familiar melhorou. "Hoje já consigo comprar o xampu de marca que sempre gostei, maquiagens e comer fora de casa", diz ela. "O azeite, que tinha trocado por uma marca inferior, agora já é de mais qualidade. A situação melhorou bastante." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ministro da Educação (MEC), Mendonça Filho (DEM), em entrevista concedida ao LeiaJá, falou sobre o atual cenário econômico e político brasileiro. Na avaliação do democrata, o governo Temer tem contribuído para a melhoria da economia. “Com o governo Temer, acho que é o início da recuperação econômica”, ressaltou. 

O auxiliar ministerial do presidente Michel Temer (PMDB) também detonou a gestão do PT e acredita que os brasileiros agora que estão saindo “do fundo do poço”. “O Brasil viveu a maior crise da história econômica de todos os tempos com 14 milhões de desempregados que herdamos da gestão desastrosa do PT. Foi uma recessão maior de que a de 1929, com o colapso da Bolsa de Valores em Nova York e agora a gente está saindo do fundo do poço gerando emprego”. 

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Mendonça Filho ainda disse que o atual momento do país é de “crescimento”. “Com a inflação sob controle. Vamos entregar, se Deus quiser, o Brasil ao novo governo com as condições do Brasil retomar ainda mais o crescimento e assegurar mais oportunidade para todos”. 

Sobre a eleição presidencial, o ministro preferiu a discrição afirmando que prefere esperar a definição dos candidatos. “Ainda é cedo para a gente definir quais são os candidatos porque eles sequer oficialmente foram definidos”, disse. 

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