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As lesões não parecem mais ser um problema para Tite antes do duelo com a Bélgica, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (3), no dia seguinte ao triunfo por 2 a 0 sobre o México, em Samara, a Seleção Brasileira retomou a sua rotina de atividades em Sochi com a presença do meia-atacante Douglas Costa, recuperado de contusão, assim como do lateral-esquerdo Marcelo.

Douglas Costa sofreu lesão na coxa direita nos minutos finais da vitória por 2 a 0 sobre a Costa Rica, em 22 de junho, e vinha desfalcando a seleção brasileira desde então. Nesta terça-feira, porém, ele participou sem qualquer restrição da atividade dos reservas de Tite, ficando à disposição do treinador para o duelo de sexta-feira com a Bélgica, às 15 horas (de Brasília), em Kazan, pelas quartas de final da Copa do Mundo.

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A presença de Douglas Costa significa que Tite não deverá ter qualquer desfalque por lesão para o seu próximo duelo na Rússia, situação bem diferente da enfrentada em compromissos recentes, pois, além do jogador da Juventus, o treinador já não pôde contar em outros momentos com o lateral-direito Danilo e o meio-campista Fred.

O treino da seleção nesta terça-feira em Sochi teve em campo apenas a presença dos reservas, além do goleiro Alisson. Os titulares no triunfo sobre o México ficaram na academia, onde realizaram somente trabalhos regenerativos. Para os suplentes, o treinamento também acabou sendo bem leve e em sua maior parte concentrado em cruzamentos e finalizações.

A atividade da seleção também contou com a presença do lateral-esquerdo Marcelo, que foi poupado por Tite do confronto com o México por causa das dores na região lombar que o tiraram do confronto com a seleção da Sérvia logo em seus minutos iniciais, sendo substituído por Filipe Luís nos dois últimos jogos do Brasil. Mas a tendência é a de que ele retorne ao time contra a Bélgica.

Até por ser uma atividade no dia seguinte a um triunfo, o trabalho desta terça da seleção contou com a presença de diversos familiares dos jogadores, que confraternizaram com eles dentro de campo, ao final da atividade.

A seleção volta a treinar em Sochi às 11 horas (de Brasília) desta quarta-feira, na sua última atividade na cidade, o seu "quartel-general" durante a Copa. No dia seguinte, o time nacional segue para Kazan, onde treinará para o confronto de sexta-feira com a Bélgica. O único desfalque será o volante Casemiro, suspenso, sendo que a sua vaga deverá ser ocupada por Fernandinho.

Após passar por cirurgia para a retirada de um tumor no cérebro, MC Pikachu publicou um vídeo para tranquilizar os fãs. Nesta sexta (22), ele compartilhou com o público sua chegada em casa e garantiu que está muito bem.

O MC descobriu o tumor após sentir fortes dores de cabeça durante uma viagem a Manaus. De volta à sua cidade, São Paulo, ele foi diagnosticado e o tratamento foi prontamente estabelecido. Na última segunda (18), o cantor foi submetido a uma cirugria para retirada do tumor e chegou a ficar dois dias internado em uma unidade de tratamento intensivo (UTI). 

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De alta, Pikachu tranquilizou os fãs, nesta sexta (22), com um vídeo que o mostra já em casa: "Nada melhor que sua cama e sua televisãozinha. Estou de alta rapazeada!", comemorou em suas redes sociais. Ele também mostrou a cicatriz da cirurgia e garantiu que dentro de um mês já estará de volta aos palcos. 

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Os fãs do sambista Arlindo Cruz tiveram uma surpresa nesta sexta (22). O artista, internado há um ano por conta de um AVC, surgiu de verde e amarelo, para torcer pela seleção brasileira, em seu segundo jogo na Copa do Mundo da Rússia. Na legenda, a notícia de uma alta em breve alegrou ainda mais a imagem.

Arlindo se recupera de um acidente vascular cerebral que o deixou hospitalizado por um ano. Na foto publicada por seu assessor de imprensa, Wesley Cavalcante, ele aparece com bom aspecto e um sorriso tímido. Wesley escreveu no post: "Últimos preparativos para ver o próximo jogo da seleção em casa".

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A postagem encheu os fãs de alegria e o otimismo chegou até à torcida pelo Brasil na Copa. "Agora o hexa vem, faltava você para essa torcida estar completa"; "Que saudades Arlindo Cruz, o Brasil te ama"; "Salve, nosso mestre"; "É isso aí, guerreiro! O show tem que continuar", disseram os seguidores.

O cantor Arlindo Cruz, internado há um ano, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral hemorrágico (AVC), está prestes a ir para casa em até 20 dias. O sambista está passando por uma avaliação para alinhar os cuidados fora do hospital, com a ajuda de enfermeiros no procedimento de home care.

De acordo com Babi Cruz, esposa do músico, em entrevista ao G1, o 'aroma do feijão na panela' fará parte do tratamento. Babi recebeu a garantia dos médicos de que Arlindo voltará para casa antes do encerramento da Copa do Mundo. Arlindo Cruz segue internado no Hospital Placi, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.

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O atacante Neymar disse nesta terça-feira, em evento em São Paulo, que deve ser liberado para voltar a treinar daqui a um mês, por volta do dia 17 de maio. O jogador da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain apresentou a estimativa envolvendo o período de fisioterapia e de tratamento até trabalhar com bola nesta terça-feira. Caso essa previsão se confirme, a liberação dele ocorreria exatamente um mês antes da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, contra a Suíça, em Rostov.

"Não tenho uma previsão exata para voltar aos treinos, faço o último exame, se não me engano, dia 17 de maio. Estou liberado para jogar por aí. Depende da evolução, dos exames. Mas os médicos deram a data a aproximada de 17 de maio", afirmou Neymar, que participou de evento promovido por um dos seus patrocinadores, a companhia chinesa TCL na zona oeste da capital paulista. O jogador se tornou embaixador global da marca nesta terça-feira e foi ao compromisso com muletas e uma bota ortopédica.

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O retorno de Neymar seria a tempo de participar da última rodada do Campeonato Francês. "Fiz exame na última semana e está tudo perfeito, tudo evoluindo bem", disse o atacante do PSG.

Em recuperação de uma cirurgia para tratar a fratura no quinto metatarso do pé direito, Neymar tem feito o tratamento no Brasil. O jogador do PSG sofreu a lesão no fim de fevereiro, durante jogo com o Olympique de Marselha, foi submetido a uma operação em 3 de março, em Belo Horizonte, e desde então se recupera com o auxílio do seu estafe particular em Mangaratiba (RJ), onde tem casa.

Durante o evento, ele explicou que mesmo com uma agenda movimentada de eventos sociais e jogos de pôquer nesse período longe do futebol, tem sido disciplinado no tratamento. "Faço de tudo um pouco, mas de tudo com gelo. Só não estou com gelo agora porque não dá. Faço tudo o que gosto, namoro, mas tem o momento da 'fisio'. Então, ela (a namorada) tem que esperar. Jogo meu pôquer fazendo tratamento, vou para o computador, videogame, fazendo tratamento também", explicou.

O atacante comentou viver um período difícil na carreira, mas afirmou estar confiante que estará em boa forma física para o Mundial da Rússia. "Pretendo chegar melhor do que eu estava. Claro que existem certas dúvidas, às vezes eu sinto também. É normal para um cara que acabou se machucando. Foi a primeira cirurgia da carreira, nunca passei por isso. Para mim está sendo muito difícil ficar sem jogar, fora do ambiente de trabalho", comentou.

Neymar afirmou que enfrenta grande ansiedade nesse período prévio à Copa. Restam somente dois meses para a estreia do Brasil na competição. "Vou me esforçar ao máximo, quero me dedicar ao máximo. É um sonho que está chegando, uma Copa do Mundo. Esperei quatro anos por essa oportunidade, e está perto", disse.

Aos poucos, as famílias brasileiras começam a retomar alguns hábitos de consumo adquiridos nos tempos de bonança da economia. Depois da longa recessão econômica que fez os consumidores cortarem ou substituírem produtos no dia a dia, a lista de compras voltou a ser incrementada com mercadorias um pouco mais caras. No lugar da margarina, a manteiga retornou à mesa; assim como o óleo de soja foi substituído pelo azeite de oliva. O requeijão, a batata congelada e o pão industrializado também estão de volta ao cardápio dos consumidores.

Dados da consultoria Kantar Worldpanel mostram que, em 2017, mais de dois milhões de lares voltaram a comprar manteiga pelo menos uma vez no ano - indicador que mostra uma reação do mercado de consumo. No auge da crise, o produto estava presente em 32,94% dos lares brasileiros. Com a retomada, a participação subiu para 36,80% - superior à registrada antes da recessão, em 2014 (34,17%). O mesmo ocorreu com o azeite, que retornou à lista de supermercado de 1,4 milhão de famílias.

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"À medida que a economia melhora, a primeira cesta a dar sinais de recuperação é a de bens de consumo não duráveis", afirma a diretora de negócios e Marketing da Kantar, Christine Pereira. A retomada é explicada por um conjunto de fatores: inflação baixa, juros no menor patamar histórico, aumento da renda e ligeira reação do mercado de trabalho.

Outro motor do consumo foi a redução do endividamento das famílias, que chegou a comprometer 22,8% da renda mensal em 2015. De lá pra cá, o indicador seguiu um movimento de queda. Segundo dados do Banco Central, em dezembro do ano passado, já estava em 19,9%.

Cálculos do economista Maurício Molan, do Santander, mostram que o aumento da massa salarial e o recuo do endividamento dos brasileiros devem liberar cerca de R$ 124 bilhões para a economia. "Vemos um crescimento consistente do consumo neste ano, já que o emprego e a renda estão voltando. Tudo isso é muito poderoso."

A expectativa é de que o varejo tenha um avanço de 4,7% em 2018 - o que deve ajudar a sustentar as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em torno de 3%. Levantamento da Tendências Consultoria Integrada mostra que o aumento do consumo deverá ser puxado em especial pelos Estados do Norte e por São Paulo.

O economista da consultoria, Adriano Pitoli, afirma que quem sofreu mais durante a crise tem potencial para registrar melhor desempenho agora. Ele lembra que a maior disponibilidade dos bancos para emprestar dinheiro também pode ter efeito positivo nesse mercado. Durante a crise, as instituições financeiras fecharam os cofres para novos empréstimos às pessoas físicas.

"Mas, vale pontuar que há um longo caminho pela frente para o País retomar por completo os níveis pré-crise", diz Pitoli. Segundo ele, projeções apontam que apenas em 2021 o Brasil vai voltar ao patamar de consumo de 2013. Essa avaliação é compartilhada pela diretora da Kantar, Christine Pereira. Ela destaca que, apesar de novos compradores e do avanço nas vendas de produtos de maior valor agregado, o desafio é aumentar a frequência de compras, ainda limitada.

Outra dificuldade é que essa onda de consumo, por ora, não deve ser acompanhada de grandes volumes de investimentos. "A ociosidade ainda é muito grande e vai demorar para ter um gatilho de novos investimentos produtivos", diz Pitoli. O economista do Santander, no entanto, tem opinião diferente. Segundo ele, apesar do baixo uso da capacidade instalada, há outros investimentos importantes que podem ser feitos agora, como a modernização de parques industriais e a demanda por máquinas no agronegócio, que tem efeito multiplicador na economia. "Os indicadores são bastante positivos, especialmente se levarmos em consideração que estamos saindo de uma grave recessão."

Azeite volta à mesa

A recessão pegou a cabeleireira Gilda Barbosa da Silva, de 46 anos, no contrapé. Com duas obras em andamento e queda nas receitas por causa da movimentação menor no salão, ela teve de reduzir despesas do dia a dia. Trocou a marca do sabão em pó por uma mais barata, substituiu o azeite por óleo e a picanha por acém. "Foi um pavor", lembra Gilda, que agora começa a respirar aliviada com os sinais de recuperação da economia.

O movimento no salão voltou a crescer; o rendimento do marido, que trabalha com peças automotivas, melhorou; e a filha, que estava desempregada, conseguiu uma recolocação. Ela lembra que a mudança começou no último trimestre de 2017 e continua positiva. "Hoje já voltei a consumir Omo (sabão em pó), azeite e picanha", comemora a cabeleireira, que também planeja uma viagem para Alagoas com a família no fim do ano.

Gilda faz parte do grupo de famílias que conseguiram emergir da intensa crise econômica brasileira. Um levantamento feito pela consultoria Nielsen mostra que 22,2% dos lares conseguiram superar a recessão no ano passado. Para isso, as famílias tiveram de promover um forte ajuste no orçamento doméstico. Segundo a pesquisa, os gastos foram reduzidos em 25%.

"Esta crise foi um pouco mais sofrida do que as anteriores. Estamos falando de uma geração que consumiu produtos diferentes em anos passados, mas teve de cortar por causa da recessão", diz a especialista em consumo da Nielsen, Mariana Morais.

A representante comercial Tatiana Arjona sentiu na pele os reflexos da crise. Parou de comer fora, trocou o café em cápsulas pelo café em pó, deixou de ir ao salão de beleza para fazer unha em casa e cancelou o plano de TV a cabo. Ela fechou uma empresa e passou a ser representante comercial ao lado do marido, Ivan. Nesse processo, a renda do casal caiu 40%.

Mas, de quatro meses para cá, a situação voltou a entrar nos trilhos e a renda familiar melhorou. "Hoje já consigo comprar o xampu de marca que sempre gostei, maquiagens e comer fora de casa", diz ela. "O azeite, que tinha trocado por uma marca inferior, agora já é de mais qualidade. A situação melhorou bastante." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ministro da Educação (MEC), Mendonça Filho (DEM), em entrevista concedida ao LeiaJá, falou sobre o atual cenário econômico e político brasileiro. Na avaliação do democrata, o governo Temer tem contribuído para a melhoria da economia. “Com o governo Temer, acho que é o início da recuperação econômica”, ressaltou. 

O auxiliar ministerial do presidente Michel Temer (PMDB) também detonou a gestão do PT e acredita que os brasileiros agora que estão saindo “do fundo do poço”. “O Brasil viveu a maior crise da história econômica de todos os tempos com 14 milhões de desempregados que herdamos da gestão desastrosa do PT. Foi uma recessão maior de que a de 1929, com o colapso da Bolsa de Valores em Nova York e agora a gente está saindo do fundo do poço gerando emprego”. 

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Mendonça Filho ainda disse que o atual momento do país é de “crescimento”. “Com a inflação sob controle. Vamos entregar, se Deus quiser, o Brasil ao novo governo com as condições do Brasil retomar ainda mais o crescimento e assegurar mais oportunidade para todos”. 

Sobre a eleição presidencial, o ministro preferiu a discrição afirmando que prefere esperar a definição dos candidatos. “Ainda é cedo para a gente definir quais são os candidatos porque eles sequer oficialmente foram definidos”, disse. 

Depois três anos considerados fracos pelos principais executivos do setor, as companhias aéreas do País preveem um 2018 de retomada. A recuperação deverá ser puxada principalmente pelo segmento corporativo, o mais rentável e que já começou a ganhar tração no último trimestre de 2017.

A Gol, por exemplo, maior empresa do mercado doméstico no Brasil, projeta aumentar sua oferta em até 3% para responder ao aquecimento da demanda. Segundo estimativas preliminares, essa alta ficou em 0,5% no ano passado. Durante a grave crise financeira e de demanda pela qual passou, a companhia reduziu sua frota média de 129 aviões, em 2015, para 116, em 2017. Agora, projeta elevar para 118 neste ano.

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Na Latam, a previsão é de uma oferta doméstica até 4% maior em 2018, após uma queda de 4% em 2017. "Claramente, a partir de abril deste ano, voltaremos a crescer no Brasil", diz o presidente da empresa no País, Jerome Cadier. "Em 2017, a demanda doméstica foi se consolidando e agora olhamos para 2018 como um ano mais positivo internamente. No internacional, a recuperação já vem de antes", acrescenta.

Recuperação

O executivo da Latam destaca que o segmento corporativo - cujas tarifas são mais caras por serem compradas com menor antecedência - sofreu muita oscilação no primeiro semestre de 2017 e começou a se consolidar no fim do ano. "No quarto trimestre, o segmento ficou mais firme, com semanas seguidas de crescimento na comparação com 2016. Mas são taxas de 3% a 4%, não de 15%." Com a crise brasileira, o segmento corporativo chegou a registrar queda de 6,3% e 4,7% no número de passagens vendidas para voos nacionais em 2015 e 2016, respectivamente.

Já nos nove primeiros meses do ano passado, a alta foi de 6,2%, segundo a Associação Brasileira de Viagem Corporativa (Abracorp). "Com uma maior confiança, as empresa brasileiras começaram a retomar seu ritmo de consumo, o que teve um impacto direto no setor aéreo. Já vemos melhora em setores como farmacêutico, financeiro e de agronegócios", diz o diretor executivo da entidade, Gervasio Tanabe.

Também para o presidente da Azul, John Rodgerson - o único que considera que 2017 já foi um ano bom, em razão da abertura de capital da empresa, que arrecadou R$ 2 bilhões -, 2018 será mais sólido porque grande parte dos setores da economia está saindo da crise, elevando a demanda corporativa. "O ano passado foi bom, no primeiro semestre, por causa da safra, mas agora estamos vendo outras indústrias indo bem. Não é mais algo isolado", diz.

O presidente da Avianca, Frederico Pedreira, entretanto, afirma que a retomada da indústria aérea deverá ficar mais para o fim de 2018 e o início de 2019. "O ano passado foi um pouco melhor que 2016, que foi o ano mais difícil. A forma como estamos trabalhando é que 2018 será de transição, melhor que 2017, mas não forte como acontecia em 2009 ou 2010." Em 2017, a demanda doméstica cresceu 3,51%, após queda de 5,47% em 2016, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) divulgados nesta terça-feira, 23.

Desafios

O especialista no setor aéreo André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company, destaca que há indicativos de que 2018 começou "muito bem" no setor aéreo, tanto no segmento corporativo quanto no de lazer. Ele também afirma que a melhora começou no segundo semestre do ano passado, mas não de uma forma "muito brilhante".

Castellini frisa que, assim como os demais setores da economia, a indústria aérea pode sofrer depois do carnaval, conforme as eleições se aproximarem. "Tudo deve ficar um pouco parado, esperando uma definição do cenário político. Se a perspectiva política piorar, pode haver impactos no câmbio e, consequentemente, no preço do petróleo." Procurada, a Gol não comentou o assunto por estar em período de silêncio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por conta da disputa judicial pela guarda de Tomaz (Vitor Figueiredo), Sophia (Marieta Severo) mandará matar Raquel (Erika Januza) em O Outro Lado do Paraíso. A juíza envolvida no processo irá escapar do atentado, mas não ilesa. Após sofrer um acidente de carro a mando da vilã, a namorada de Bruno (Caio Paduan) perderá o movimento das pernas, correndo sério risco de ficar paraplégica, segundo informações do Notícias da TV.

No entanto, uma reza feita por Mercedes (Fernanda Montenegro) vai fazer com que Raquel melhore na sua recuperação e volte a ter sensibilidade nas pernas, logo após uma luz azul invadir o seu quarto de hospital. O médico responsável pela recuperação da juíza, Rafael (Igor Angelkorte), não conseguirá encontrar explicação clínica para a melhora significativa da paciente.

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Antes de fazer a reza, Mercedes conversará com Josafá (Lima Duarte) dizendo que ouviu as vozes lhe avisarem que algo de ruim aconteceria com Raquel. “Josafá, eu sabia que tinha um anjo que tava protegendo a Clara na questão de guarda do menino. Era um anjo em forma de gente. Uma mulher que ia ajudar a Clara a recuperar o filho”, afirma ela. Ainda referindo-se a juíza, ela continua e conta da sua premonição: “Eu vi que uma coisa triste ia acontecer com ela. Eu vi sangue, ouvi gritos. Alguém quer tirar a moça do caminho para prejudicar a Clara”, conclui.

No seu quarto, Raquel sentirá uma presença e pergunta a Bruno se há mais alguém com eles, ouvindo seu namorado dizer que não. "Eu sinto toques suaves no meu corpo, na minha coluna, Bruno. Como se fossem seres de luz. Anjos. Ah, eu sinto tanta paz. Sinto uma energia subindo na minha coluna", diz a juíza. "Bruno, minhas pernas formigaram. Formigaram!", comemora ela ao começar a recuperar sua sensibilidade.

Nesta sexta-feira (12), o ministro Mendonça Filho anunciou a construção e recuperação de escolas e creches atingidas pelas enchentes no ano passado em Pernambuco. Para a obra, foi liberado o valor total de R$ 2,6 milhões.

“Muitos municípios da região foram atingidos pelas chuvas fortes do ano passado e, naquela ocasião, se gerou um compromisso de que haveria uma ação de socorro a essas cidades. Ficamos com a responsabilidade de recuperar escolas e de reconstruir ou construir escolas que não tivessem mais condições de atender a população do ponto de vista educacional”, explica Mendonça.

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As instituições contempladas estão localizadas em Barra de Guabiraba e São José da Coroa Grande. As novas escolas terão seis salas de aula e capacidade para atender 360 alunos em dois turnos. As obras ainda estão em fase de licitação e os recursos serão repassados via Fundo Nacional de Desenvolvimento à Educação (FNDE)."Estamos honrando e tirando do papel o nosso compromisso de ajudar na recuperação das escolas e construção de novas unidades educacionais", afirma o ministro.  

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A indústria brasileira está se recuperando do tombo. Em novembro, o nível de utilização da capacidade instalada chegou a 68%, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Isso significa mais máquinas e instalações industriais em atividade. É o melhor porcentual dos últimos três anos.

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira ressalta que a pesquisa traz outras notícias positivas para o setor. "É possível verificar que a intenção de investimento da indústria brasileira cresce há seis meses consecutivos, o que reforça nossa confiança na economia."

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Esse processo de retomada, no entanto, ainda é frágil, diz o diretor executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Julio Sérgio Gomes de Almeida. "O que estamos assistindo hoje é uma recuperação cíclica da economia brasileira", disse. "Ela poderia ser mais intensa, forte e robusta se o lado político não fosse tão instável."

A retomada é modesta e deverá continuar assim no ano que vem, segundo avaliou o economista da CNI Marcelo Azevedo. Ele explica que, ao longo de 2017, os diferentes setores da indústria tiveram resultados ora positivos, ora negativos, mas basicamente "andando de lado".

Para 2018, a entidade projeta um crescimento de 3% para a indústria em geral, e de 2,6% para a economia. É a primeira vez desde 2011 que o setor industrial terá um desempenho mais forte do que a média geral. Esse crescimento deverá ser alimentado pelo crescimento do consumo, ajudado pela inflação controlada e pelos juros baixos. Com isso, é esperada alguma retomada dos investimentos no segundo semestre.

A pesquisa divulgada nesta terça-feira, 19, pela CNI registrou 52,2 pontos para a intenção dos industriais em investir. Resultados acima de 50 indicam uma perspectiva positiva. "É um dado importante, porque aponta para uma recuperação sustentada da indústria", ressaltou Azevedo. Por outro lado, as dúvidas quanto à aprovação da reforma da Previdência e a consequente deterioração do ambiente macroeconômico poderão afetar negativamente esses planos, reconheceu.

O diretor do Iedi aponta outros fatores que poderão atrapalhar o processo. O mercado de trabalho é um ponto de incerteza, assim como a disponibilidade do crédito. Ele acredita que, dado o ambiente instável, as indústrias estão ainda postergando investimentos de mais fôlego e as famílias, evitando endividar-se demais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Após ser submetido na quarta-feira, 13, a uma pequena cirurgia para tratar de um estreitamento do canal urinário, o presidente Michel Temer terá que usar uma sonda na uretra por um período de duas a três semanas, informou nesta quinta-feira, 14, a equipe médica do peemedebista.

Segundo os médicos Roberto Kalil Filho e Miguel Srougi, a permanência por mais tempo de Temer no hospital foi requisitada como medida de precaução. Como toma remédios anticoagulantes desde antes de ser submetido à angioplastia, no mês passado, Temer está com o sangue mais fino e corre maior risco de passar por sangramentos, que são ocorrências típicas justamente da cirurgia a que ele se submeteu na quarta-feira.

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Em coletiva realizada no hospital Sírio-Libanês, Kalil e Srougi reiteraram que Temer é um paciente saudável, mas que, por causa da sonda, foi orientado que o melhor seria adiar a viagem a quatro países da Ásia, programada para o início de janeiro.

De acordo com Srougi, que é urologista, o procedimento de quarta não estava programado, mas Temer já apresentava uma obstrução da uretra ligada a um procedimento mais antigo. Esse quadro foi constatado em outubro, quando o presidente foi submetido a uma cirurgia para desobstrução da uretra. "Mas naquele momento, deixamos a sonda por apenas três dias. Desta vez, vamos deixar mais tempo", ponderou.

Os médicos disseram ainda que, na outra ocasião, Temer foi submetido a uma biópsia da bexiga e da próstata, mas o resultado das duas foi normal. "Isto afastou qualquer quadro mais grave", disse Srougi, acrescentando que esses exames foram feitos por "excesso de precaução".

Sobre as três intervenções cirúrgicas realizadas nos últimos três meses, os médicos disseram que são procedimentos corriqueiros e que, no caso das primeiras, o problema está resolvido. Em relação ao estreitamento da uretra, Srougi notou que é possível que o quadro volte a aparecer, mas salientou que eles vão trabalhar para minimizar esse risco.

O Palácio do Planalto informou que o presidente Michel Temer permanecerá internado até sexta-feira, 15, no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, para completar sua recuperação. A previsão inicial era que Temer teria alta ainda nesta quinta-feira (14), mas nota do Planalto da véspera já previa que a recuperação poderia levar até 48 horas.

Em nota, a assessoria de Temer informou que a equipe médica que o acompanha avaliou que o presidente teve boa recuperação do procedimento cirúrgico a que foi submetido nesta quarta-feira, 13. Temer passou por uma cirurgia de pequeno porte após diagnóstico de estreitamento uretral.

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A agenda de Temer previa dois compromissos oficiais para esta quinta-feira. Às 16h, Temer receberia o prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto; e às 17h, o presidente participa da cerimônia de posse do novo ministro da secretaria de Governo, Carlos Marun. A posse de Marun ficará para sexta-feira, de acordo com informações da assessoria do deputado.

A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) vai iniciar um serviço de recuperação estrutural e de manutenção do sistema elétrico ao longo de sete quilômetros da orla de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, na próxima semana. Os serviços serão executados após as 22h, sob a justificativa de não impactar o trânsito.

Os postes de número 002 e 008 serão retirados para realização dos serviços nesta segunda-feira (30). Já os de número 013 e 018, na quinta-feira (2). Segundo a Emlurb, a ação é uma continuidade das intervenções iniciadas em 2016 e que deverão ser concluídas em 2018.

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As torres, que têm 23 metros de altura, estão sendo removidas e desmontadas individualmente. Durante o período de restauração, cada torre retirada é substituída por uma reserva para não prejudicar a iluminação do trecho. Os serviços incluem verificação e reforço das bases e parafusos de fixação das estruturas, revisão do sistema elétrico e das peças de sustentação das luminárias, substituição das partes danificadas pela oxidação, galvanização e pintura das torres.

Em entrevista coletiva no começo da tarde deste sábado, os médicos que assistem o presidente Michel Temer informaram que ele passa bem após a cirurgia a que foi submetido na noite desta sexta-feira (27).

“Clinicamente ele está muito bem, passou a noite em uma semi-intensiva (unidade de terapia semi-intensiva), já está no apartamento e deverá receber alta na segunda-feira (30) de manhã”, informou o médico Roberto Kalil Filho. O presidente está internado Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. A assessoria de imprensa não informou se ele está acompanhado da família.

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Quanto ao cateterismo, Kalil informou que procedimento não foi realizado e que ainda será avaliado. “O cateterismo vamos deixar para o futuro. Primeiro, resolvemos a próstata e no futuro vamos ver a parte cardíaca”. O médico esclareceu que o procedimento realizado na noite de sexta-feira (27) não interfere na parte cardíaca. “Ele está estável do ponto de vista cardiovascular, vai [poder] ficar alguns dias sem os antiagregantes [medicamentos].”

O médico responsável pela cirurgia, o urologista Miguel Srougi, informou que a cirurgia foi emergencial. “A cirurgia foi meio emergencial, porque já tinha passado a fase aguda de Brasília, mas ele estava carregando a sonda que é muito desconfortável, ficou dois dias trabalhando com sonda – além do desconforto, ainda tem a dor."

Srougi informou que o presidente passou por um procedimento comum. “Ele tinha como antecedente uma cirurgia de próstata para crescimento benigno, realizada há sete anos. Agora neste momento esse aspecto teve um significado porque todo homem que opera a próstata com crescimento benigno, depois de alguns anos está sujeito apresentar sangramentos”, explicou.

Embora emergencial, Srougi esclareceu que o crescimento da próstata é comum. “O crescimento da próstata é muito comum, mas também cresce para dentro, todo homem maduro começa a ter essa dificuldade para urinar”. O médico informou que durante a conversa com o presidente surgiu um quadro muito claro. “Ele estava em retenção urinária, com sonda em sua bexiga, bastante desconfortável, e essa sonda precisava ser removida, a [causa] mais provável, no caso dele, é que a próstata tinha voltado a crescer.”

O médico explicou que o caso é comum em quem já foi operado. “[a próstata], se enche de vasos sanguíneos, e essa próstata cresce para dentro da uretra e a uretra passa a ser preenchida por uma massa sólida cheia de vasos sanguíneos. Essa massa pode sangrar a qualquer momento e entupir a uretra e obviamento causar esse tipo de complicação.”

O urologista disse que, após esse procedimento, é muito difícil que a próstata volte a aumentar. “A abertura que foi feita foi bastante ampla”, frisou. Após o procedimento foi colocada uma sonda pós-cirúrgica no presidente, normalmente usada em pós-operatório, que deverá ser retirada amanhã (29).

O especialista afirmou ainda que foi realizada uma biópsia. “Foi feita uma biopsia por precaução, para ter certeza de que, no meio dessa hiperplasia, não tinha um foco de câncer. Felizmente essa biópsia preliminar, vai vir o resultado definitivo depois, mostrou que o crescimento era benigno, isso nos tranquilizou muito “, acrescentou.

Segundo Kalil, a alta hospitalar está prevista para a manhã de segunda-feira (30), mas o médico informou que o presidente deve ficar em repouso em São Paulo até terça-feira (31).

 

Depois da homologação do acordo do Rio de Janeiro com a União, o Rio Grande do Sul pretende apresentar em até 15 dias sua proposta para adesão ao regime de recuperação fiscal, que garantirá a suspensão do pagamento da dívida do Estado com o governo federal e o acesso a empréstimos de bancos públicos.

Ontem, representantes do governo do Estado intensificaram as reuniões com a Advocacia- Geral da União (AGU) e o Tesouro Nacional para discutir os termos do acordo. Ao Estadão/Broadcast, o procurador-geral do Rio Grande do Sul, Euzébio Fernando Ruschel, disse que a expectativa é concluir um acordo até o fim do ano.

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"As negociações voltaram a andar com mais rapidez e houve uma reaproximação com a União. Nos reunimos com a AGU para discutir questões técnicas e interpretativas em relação a algumas exigências para a adesão ao regime", afirmou, após participar de reunião com a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça.

Cálculos do governo gaúcho apontam para déficit fiscal de R$ 6,8 bilhões em 2018. Para Ruschel, caso o Estado consiga fechar o acordo, o adiamento das parcelas da dívida com a União e os empréstimos com aval do Tesouro podem praticamente zerar esse rombo. "Já o reequilíbrio fiscal do Estado deve levar mais tempo, possivelmente os três anos previstos no regime."

Ruschel disse que ainda não há um valor estimado para o empréstimo que pretende ser tomado pelo Rio Grande do Sul porque isso depende dos valores dos ativos estaduais que serão vendidos e entrarão como garantia no financiamento. Uma das dificuldades é o fato de a legislação estadual exigir a realização de um plebiscito para que essas estatais sejam privatizadas. "O governo já enviou à Assembleia Legislativa os projetos necessários para a adesão ao regime."

O governo estadual pretende vender as estatais das áreas de energia elétrica, gás e mineração e afirma que o Banrisul não está na mesa de negociação. A adesão ao regime de recuperação fiscal depende da resolução de pendências jurídicas. A AGU é um dos órgãos que têm de dar aval para o acordo, que passa pelo Tesouro e pelo ministro da Fazenda e é homologado pelo presidente da República.

A crise fiscal gaúcha levou o Estado a decretar calamidade financeira na administração pública em novembro e o governador Ivo Sartori já disse em diversas ocasiões que deseja aderir ao regime de recuperação fiscal.

No Rio de Janeiro, o acordo envolveu a privatização da estatal de saneamento Cedae, a redução de incentivos fiscais, o aumento das alíquotas de impostos estaduais e um plano de redução de gastos. O programa de ajuste fiscal do Rio será de R$ 63 bilhões até 2020. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Carta de Conjuntura, divulgada ontem (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que há uma melhora no mercado de trabalho. A economista do Ipea, Maria Andréia Parente, observou que o setor está com sinais de recuperação. “De forma agregada, a gente viu uma taxa de desocupação caindo, combinando com um aumento da ocupação, porque até então você tinha que a ocupação começou a cair menos”.

No último trimestre até julho, apesar de a ocupação mostrar variação pequena (+0,2%), essa é a primeira variação positiva em dois anos, destacou Maria Andréia. “Já é um sinal”.

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Quando se olha o mercado de trabalho formal, com carteira assinada, há sinais de que o quadro está melhor. Segundo a economista, um indicativo disso é a redução do ritmo de demissões. “O mercado formal já está demitindo menos. Ele ainda não contrata no agregado. A população ocupada dele ainda está caindo, mas ele está reduzindo o ritmo de demissão”. A taxa de desemprego registrada no trimestre encerrado em julho teve queda de 12,8%.

Maria Andréia afirmou que outro sinal positivo do mercado formal é dado pelo rendimento. A análise dos rendimentos por vínculo de ocupação mostra que está no mercado formal a maior alta de rendimentos (3,6%). 

No último domingo (10), durante a partida entre Sport x Avaí, na Ilha do Retiro, pela 23ª rodada do Brasileirão, Everton Felipe rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. A lesão foi confirmada na última segunda-feira (11), depois que o jogador passou por uma série de exames de imagens. O atleta vai precisar se submeter a uma cirurgia, e passará entre 6 e 8 meses longe dos gramados. 

Segundo o meia-atacante do Leão, ele já imaginava a gravidade do problema antes mesmo de deixar o campo na maca. "Eu cheguei no vestiário e falei para eles (profissionais do Departamento Médico) que tinha sido algo muito grave. Eles não tinham certeza do que tinha sido. Mas eu sou um cara que pensa muito positivo. Eu tinha um pouco de esperança que fosse apenas um entorse, mas no fundo eu estava esperando o pior, porque foi algo muito feio. Eu senti estralar todo o meu joelho", explicou.

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"A gente não está preparado para passar por essas coisas no futebol. Por mais que a gente esteja exposto. A gente não sabe se vai sair bem, se vai sair 100%. A gente só entra em campo para fazer aquilo que quer fazer, que é jogar futebol e trazer a vitória para o Sport", disse Everton.

De acordo com Everton, a situação pede muita fé e uma cabeça focada. "O principal agora é focar na recuperação. É uma lesão que eu não esperava, sempre comentava com os meus pais que tinha muito medo. Mas aconteceu, agora é focar, e se Deus quiser vai dar tudo certo. Em 6 ou até 8 meses, no máximo, eu vou voltar. Sei que estou em boas mãos com todos os profissionais do Sport Club do Recife. Não tem muito o que fazer. É só levantar a cabeça. Tem que ter forças. É só rezar agora".

Mesmo com a grande chance de demorar a retornar aos gramados Everton Felipe garante que não vai ter pressa para voltar em menos de 8 meses. "Eu não estou preocupado em voltar antes. Eu estou preocupado em fazer tudo aquilo que será me passado. O importante não é o tempo que eu vou voltar, o importante é como eu vou voltar. Eu tenho que voltar muito bem. Se for para demorar 8 meses e eu voltar 100%, eu vou demorar esses 8 meses. Não vou querer antecipar as coisas e depois no final, quem vai estar prejudicado sou eu", afirmou.

Embora o atual momento de Everton não seja fácil, o atleta demonstrou muita positividade em seu discurso. "Não tenho o que reclamar. Eu tenho 20 anos, não conquistei tudo que eu quero, mas eu digo para a minha mãe: não tenho tudo que quero, mas tenho tudo que eu preciso. Sou um cara do interior de Limoeiro, saí de casa com 13 anos, então conquistei várias coisas já. Só tenho a agradecer a Deus. Se aconteceu isso é porque tinha que acontecer. Agora é levantar a cabeça e manter o foco. Rezar e pedir forças para passar por essa situação", concluiu.

Cada vez mais próximo do ideal, o gramado da Ilha do Retiro, que passa por um processo de recuperação por parte da Greenleaf Gramados, está com um aspecto bem melhor. Fica mais fácil perceber a mudança observando as fotos publicadas pela empresa nas redes sociais. Antes esburacado e com várias falhas, o relvado já tem um tom de verde mais fortes e dá para identificar linhas demarcatórias e certa conformidade ao longo do campo. Confira o comparativo publicado pela Greenleaf:

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Ao todo, estão sendo trocados 450 metros de gramado em um processo que começou no dia 14 de julho. O contrato da empresa com o Sport tem um ano de duração e prevê também cuidados com o campo auxiliar da Ilha. O Leão até passou 15 dias sem poder atuar no estádio, mas desde o dia 20 de agosto que vem mandando as partidas em seus domínios. 

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As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, 22, depois de passarem três sessões consecutivas em queda. A recuperação foi proporcionada, principalmente, pela alta dos metais básicos, como cobre e zinco, e resultou num avanço de 0,83% do índice pan-europeu Stoxx 600, que fechou aos 375,80 pontos.

As tensões geopolíticas, bem como a crise política no governo do presidente dos EUA, Donald Trump, permaneceram no radar, mas tiveram menos influência sobre os mercados acionários, que, após tantas quedas, tinham espaço para recuperação.

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Para o resto da semana, os investidores ficam atentos ao simpósio em Jackson Hole, no Wyoming, EUA, que contará com os discursos de figuras importantes, como o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, e da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen. Ambos se pronunciarão na sexta-feira, mas Draghi participará, ainda, de um evento na quarta-feira na Alemanha que ficará no radar do mercado.

Os metais básicos impulsionaram as mineradoras britânicas, como a Rio Tinto e a Glencore, que subiram 2,43% e 2,14%, respectivamente, o que levou o FTSE 100 a fechar em alta de 0,86%, aos 7.381,74 pontos. O cobre e o zinco estão atingindo máximas históricas, e, ainda que a alta não seja proporcionada por fundamentos, mas por especulações, a influência nos setores ligados aos metais é evidente.

Na Alemanha, nem a queda brusca do índice ZEW de expectativas econômicas foi capaz de fazer a bolsa cair. O indicador caiu para 10 em agosto - de 17,5 em julho. Analistas previam uma queda bem menor, para 14. Mesmo assim, o DAX fechou em alta de 1,35%, aos 12.229,34 pontos, com a Fresenius liderando o índice ao subir 3,10%.

Em Paris, o CAC 40 foi ajudado pelos setores de tecnologia e energia. A Capgemini avançou 2,44%, a Total subiu 1,50% e a Schneider Electric 1,51%, enquanto a bolsa em si fechou em alta de 0,87%, aos 5.131,86 pontos.

Madri e Lisboa fecharam com variação porcentual próxima, a primeira em alta de 0,48% e a segunda subindo 0,47%. Aos 10.409,80 pontos, Madri foi impulsionada por bancos, como o Santander, que avançou 0,79%. Já Lisboa viu a empresa de alimentos Ibersol avançar 4,17% e gerar impacto de 0,57 ponto no índice, que fechou aos 5.191,24 pontos.

Milão foi a única das principais bolsas a fechar em queda, pressionada pelo setor bancário. Com o Intesa Sanpaolo caindo 0,69%, o UniCredit recuando 0,73% e o Banco BPM perdendo 1,10%, o FTSE Mib fechou em queda de 0,11%.

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